Há menos de dez gerações - aproximadamente 200, 250 anos - nascemos com expectativa de 60, 70, 80 anos e quem nasce hoje tem a probabilidade de viver aproximadamente 100 anos.
Não basta viver. É preciso viver bem, envelhecer bem, com...
qualidade de vida.
E para garantir qualidade de vida é necessário construir nosso envelhecimento.
Você está convidado!
Saúde
Saúde seria, conforme algumas definições, o bem estar físico, mental e social e não a ausência de enfermidades. Podemos traduzir bem estar físico, mental e social como o completo bem estar.Será isso?
Pense bem: quem consegue ter - ou manter - tal estado? Estar integralmente bem, o tempo todo, física, mental e socialmente?
Mesmo para os jovens - de pais abastados - é uma utopia, um ideal a ser atingido, um alvo, não uma realidade.
Definir saúde é de pouca praticidade, pouco pragmatismo, pois levará, apenas, a confabulações estéreis.
Mais fácil do que dizer o que é saúde é dizer o que não é saúde e de todas as negações, a mais evidente é aquela que não restringe saúde ao estado de "não estar doente".
Saúde é muito mais do que o silêncio do corpo, o silêncio dos órgãos. Ir por tal caminho seria esperar que o corpo se manifeste, o que é esperar demais. Por isso é importante a proatividade.
GOSTOU? COMPARTILHE
Alzheimer

Como a grande maioria dos doentes são pessoas idosas a doença é erroneamente conhecida como “esclerose” ou “caduquice”.
Com o envelhecimento da população, a doença tornou-se uma epidemia, em linha ascendente.
Se diagnosticada no início, é possível retardar o seu avanço e ter mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família.
Entretanto, existe a possibilidade de não ter a doença, não vê-la manifestada. Essa é a novidade.
Construção da saúde
Não existe saúde do cérebro que não diga respeito à saúde do corpo e não existe saúde do corpo que não tenha relação com a saúde do cérebro.
Nos países em desenvolvimento temos 50 milhões de indivíduos com Alzheimer, hoje; nos desenvolvidos, 17 a 18 milhões. No Brasil, estima-se que haja cerca de 1,2 milhão de casos, a maior parte deles ainda sem diagnóstico.
Significa que os países desenvolvidos investiram mais em saúde e qualidade de vida e, a despeito da maior parcela da população mais idosa, conseguiram manter a linha do Alzheimer sob controle, com tendência a cair.
Ao contrário, nos países em desenvolvimento, com o envelhecimento da população e a precariedade da saúde pública, a linha é crescente e o número das pessoas afetadas pela doença de Alzheimer duplica a cada década.
São dados dramáticos: no mundo, a cada 33 segundos, uma pessoa é diagnosticada com demência; a cada 60 segundos, alguém é diagnosticado com Alzheimer. A tendência para os próximos anos é alarmante.
SEJA LEAL. NÃO COPIE, COMPARTILHE.
Alzheimer: causas
São causas do Alzheimer a idade, principal fator, o histórico familiar e a genética, além do tabagismo, que sozinho é capaz de elevar em três vezes as chances de se desenvolver a doença.
O efeito do álcool é curioso: tanto não beber como beber muito não faz bem. Se não beber, as chances de desenvolver Alzheimer são 30% maiores; se beber demais, as chances se elevam 70%, mas o consumo moderado de vinho (fermentado) reduz as chances consideravelmente.
Se, de todo modo, não existe estatística individual, pode-se afirmar que os traumas podem ter maior relevância para o surgimento da doença.
A maioria dos esportes violentos são causa de Alzheimer; a maioria dos lutadores, na velhice, deve apresentar sintomas da doença.
Por conta dos traumas e suas consequências, a natureza resolveu o problema dos pica-paus com sabedoria: eles têm um air bag natural, pois suas línguas, internamente, dão uma volta em torno de suas cabeças. Curioso, não é?
Envelhecendo com graça

As freiras tiveram seus dados catalogados
(filiação, escolaridade, interesses, escolarização, doenças) e passaram a fazer
testes, periodicamente, envolvendo memória e habilidades, como fornecer quantos
nomes de animais eram elas capazes de indicar, em um minuto; quantas moedas
conseguiam contar ou quantas palavras lembravam, depois de exibidas em
cartões, por um espaço curtíssimo de tempo.
O Estudo das Freiras possibilitou uma série de descobertas
notáveis, como a de que a demência pode estar ligada a pequenos derrames ou à
insuficiência de ácido fólico na dieta.
Entre as freiras, a irmã Bernadette (nome original da freira
ou aquele registrado pela bibliografia científica) se destaca: ela obteve seu
grau de mestrado jovem e lecionou por 21 anos no ensino fundamental e por mais
sete anos no ensino médio. Aos 81, 83 e 84 anos tinha um desempenho impressionante: gabaritava qualquer teste
cognitivo a que fosse submetida.

Como seria possível que uma mulher que expressava tão
habilmente sua capacidade cognitiva, e em nível tão elevado, tivesse seu
cérebro devastado pelo Alzheimer e não apresentasse quaisquer sintomas?
O estudo do cérebro da irmã Bernadette é alvissareiro, porque
mesmo os neurocientistas mais conservadores podem afirmar, hoje, que o cérebro
tem a capacidade de ser aprimorado durante a vida inteira, independentemente da idade. Quanto mais cedo, melhor.
O Estudo das Freiras revelou que, graças à reserva cerebral,
o Alzheimer não é uma consequência do envelhecimento. Ao menos, não seus
sintomas.
Eu sou o que como
O Cérebro é o órgão do corpo que mais gasta energia, mas essa energia não é fornecida saudavelmente por qualquer alimento.
É saudável substituir os carboidratos simples pelos complexos (ver matéria a respeito em PÃOZINHO ASSADO NA FRIGIDEIRA: TROQUE OS CARBOIDRATOS SIMPLES PELOS COMPLEXOS E GANHE QUALIDADE DE VIDA), consumir ômega 3 e vitamina B12, menos carne vermelha e mais peixe, verduras e legumes. Claro: refrigerantes, sucos industrializados (em pó ou em caixa) devem ser abolidos.
Pense que você é um todo. Se ataca um órgão, como o fígado ou os rins, ataca, consequentemente, o cérebro, também. Faz sentido.
É saudável substituir os carboidratos simples pelos complexos (ver matéria a respeito em PÃOZINHO ASSADO NA FRIGIDEIRA: TROQUE OS CARBOIDRATOS SIMPLES PELOS COMPLEXOS E GANHE QUALIDADE DE VIDA), consumir ômega 3 e vitamina B12, menos carne vermelha e mais peixe, verduras e legumes. Claro: refrigerantes, sucos industrializados (em pó ou em caixa) devem ser abolidos.
Pense que você é um todo. Se ataca um órgão, como o fígado ou os rins, ataca, consequentemente, o cérebro, também. Faz sentido.
Dieta do Mediterrâneo
1. A carne vermelha, que envelhece o cérebro em, pelo menos, cinco anos, deve sumir, ou quase, devendo ser consumida, no máximo, uma vez por semana. Em seu lugar, frango, peixe, crustáceos. .
2. Também somem os carboidratos simples, como o arroz, o macarrão e a batata, e entram, em seu lugar, os carboidratos complexos, como arroz integral, inhame, batata doce.
3. Cresce o consumo de verduras e legumes.
4. Eleva-se o consumo de nozes e sementes.
5. Consome-se azeite e outros óleos monoinsaturados, abolindo-se os poli-insaturados, como a manteiga.
O processo de envelhecimento começa na barriga da mãe e continua durante toda a vida. É mais barato e cômodo comer um hamburger do que uma salada, mas a longo prazo a má alimentação cobra seu preço. Que pode ser caro.
O processo de envelhecimento começa na barriga da mãe e continua durante toda a vida. É mais barato e cômodo comer um hamburger do que uma salada, mas a longo prazo a má alimentação cobra seu preço. Que pode ser caro.
Chá verde
Estudos revelaram que o chá verde reduziu os sintomas de Alzheimer em 70%, no Japão. Entre os ocidentais, os efeitos não foram tão elevados.
Café
Diminui os sintomas do mal de Parkinson em 30%. Contra o mal de Alzheimer é neutro: nem faz mais, nem menos bem.
Previdência privada ou atividade física
A melhor previdência privada que se pode obter é a atividade física. Aliada a uma boa alimentação, protege contra a doença de Alzheimer, depressão e ansiedade, melhora a circulação e o funcionamento do coração, a disposição para o sono e o próprio dormir, a sociabilidade, a saúde física e mental.
Recomenda-se praticar exercícios aeróbicos (corrida, caminhada, dança, natação, ciclismo) três vezes por semana e anaeróbicos (musculação, por exemplo) duas vezes por semana.
Escolaridade
Temos hoje, no Brasil, uma catástrofe em mãos. Se a educação não é prioridade, o país não chegará a lugar nenhum e a qualidade da educação faz toda a diferença.
O cérebro tem por característica a plasticidade.
Estudos comprovam que aprender uma segunda língua retarda em ao menos 5 anos o aparecimento da doença. Agrega-se camadas de realidade e o cérebro é obrigado a se virar.
Assista ao telecine sem legendas. Exercite-se.
Sono: nós "perdemos" 1/3 de nossas vidas dormindo?
Observe que a natureza obriga os animais a dormir. Com o ser humano não é diferente: o sono é essencial para o bom funcionamento do corpo e, por consequência, do cérebro. Dormir bem é essencial.
Por essa razão, a apneia do sono é uma das doenças reversíveis mais graves que existem.
O tempo de sono necessário depende de cada pessoa e de sua idade. Um bebê dorme quase o dia inteiro; ao envelhecer, necessitamos de menos horas de sono.
Memória
Quando dormimos, o cérebro varre a sujeira acumulada durante o dia.
Dormir mal, seja qual for o motivo (ronco do marido, televisão ligada, TV no quarto, apneia do sono) representa perda de memória.
Qualquer transtorno mental é um problema no cérebro. Depressão e ansiedade não são fraquezas, mas problemas que podem ser resolvidos com remédios.
Curiosidade: psicofobia é o preconceito cultural contra as doenças mentais.
Coca-cola, açúcar, refrigerante, hamburger: fornecer tais alimentos às crianças é um crime (no sentido figurado, pois não está tipificado no Código Penal).
Vicia-se a criança, que se acostuma à má alimentação, a maus hábitos.
A obesidade, considerada isoladamente (não associada à diabetes ou pressão alta) é um fator de risco, pois não existe "gordinho saudável".
Assim como toda dieta ruim tem um preço, cobrado pela vida, ao longo do tempo, toda dieta saudável tem, também, um custo: a escolha dos alimentos, o preparo, a negação dos alimentos "irresistíveis".
Na verdade, tais jogos não representam estimulação cognitiva, não são capazes de melhorar a capacidade cerebral.
Se existe algo que pode realmente estimular o cérebro é aprender outra língua. De todas as sugestões possíveis, é a melhor.
Se não for possível, escreva poesias, medite, corra, disserte sobre o que fez durante o dia, um diálogo sem qualquer complexidade.
Não é um livro de auto-ajuda, mas de reflexão, fundamentado em bases científicas.
Temos a tendência de guardar os fatos negativos. Carregamos essa tendência desde as savanas africanas: o que é positivo não constrói, mas o que é negativo mata você. É por isso que carregamos
Será que não posso fazer o viés positivo ser mais importante do que o negativo?
Um ótimo exercício é fazer três agradecimentos noturnos, escrevendo-os e o porquê da gratidão.
Depois de duas semanas, o agradecimento não é mais apenas noturno e incorpora-se naturalmente aos nossos hábitos.
A positividade diminui os riscos de infarto e as chances de desenvolver Alzheimer, além de melhorar o sistema imunológico.
A musicoterapia é muito usada com pacientes com deficiência neurológica e seu cérebro é beneficiado tanto se você tocar um instrumento (violino, piano ou violão, por exemplo) como se usar a voz, cantando.
A terapia com música não é o uso de qualquer música, em qualquer momento. A terapia, com planejamento de cuidado, é desenvolvida, por exemplo, no Hospital das Clínicas e no Hospital São Paulo.
Usamos a atenção alternada quando o telefone toca, quando atendo ao chamado de alguém. Nós nascemos com ela.
A atenção sustentada é desenvolvida durante a vida, aprendida e culturalmente exercitada: quando assisto uma aula, uma palestra, leio um livro. Ignoro todos os estímulos e me concentro em uma coisa só. Sem ela não existiria nossa cultura nem a ciência. É a capacidade de projetar no tempo a gratificação.
O mundo, hoje, é imediatista. Desenvolver essa capacidade é importante para reter informações para se prestar concursos, por exemplo.
O estresse cria um círculo vicioso: erros, equívocos, enxaqueca crônica, depressão e mais estresse.
Um livro interessante sobre cognição e concentração produtiva, inteligência emocional e estresse é Foco, de Daniel Goleman.
Nos países escandinavos (Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia) a meta é acabar com o Alzheimer até 2050.
É uma construção diária, rotineira, que não envolve remédios, mas uma remodelação dos costumes.
A melhoria da qualidade de vida envolve não apenas o fim da doença de Alzheimer como a diminuição dos casos de Parkinson, infarto, diabetes, câncer, AVC, osteoporose, disfunção erétil, hipertensão arterial: a lista é quase infinita.
Por consequência, pode-se concluir que é, sim, possível envelhecer bem, com boas expectativas de futuro.
É preciso dar o primeiro passo. E o segundo, o terceiro e o quarto.
O ponto de partida deste trabalho foi a palestra ministrada por Fabiano Moulin Moraes, em 3 de abril de 2017, no Tribunal de Justiça.Dormir mal, seja qual for o motivo (ronco do marido, televisão ligada, TV no quarto, apneia do sono) representa perda de memória.
Depressão e ansiedade
Qualquer transtorno mental é um problema no cérebro. Depressão e ansiedade não são fraquezas, mas problemas que podem ser resolvidos com remédios.Curiosidade: psicofobia é o preconceito cultural contra as doenças mentais.
Diabetes e obesidade
A diabetes, em adultos, eleva em 40% as chances de sofrer Alzheimer. Em crianças não existem, ainda, estatísticas.Coca-cola, açúcar, refrigerante, hamburger: fornecer tais alimentos às crianças é um crime (no sentido figurado, pois não está tipificado no Código Penal).
Vicia-se a criança, que se acostuma à má alimentação, a maus hábitos.
A obesidade, considerada isoladamente (não associada à diabetes ou pressão alta) é um fator de risco, pois não existe "gordinho saudável".
Assim como toda dieta ruim tem um preço, cobrado pela vida, ao longo do tempo, toda dieta saudável tem, também, um custo: a escolha dos alimentos, o preparo, a negação dos alimentos "irresistíveis".
O que fazer para estimular a plasticidade do cérebro?
Quando se fala em plasticidade do cérebro ou melhorar a memória, a primeira coisa que vem à mente das pessoas são as palavras cruzadas e os sudoku.Na verdade, tais jogos não representam estimulação cognitiva, não são capazes de melhorar a capacidade cerebral.
Se existe algo que pode realmente estimular o cérebro é aprender outra língua. De todas as sugestões possíveis, é a melhor.
Se não for possível, escreva poesias, medite, corra, disserte sobre o que fez durante o dia, um diálogo sem qualquer complexidade.
Positividade
Martin E. P. Seligman, autor do best seller Felicidade Autêntica, discorre na obra Florescer sobre a psicologia positiva, tese que defende a felicidade como um dos cinco pilares do bem-estar, ao lado do engajamento, dos relacionamentos, do sentido e da realização.Não é um livro de auto-ajuda, mas de reflexão, fundamentado em bases científicas.
Temos a tendência de guardar os fatos negativos. Carregamos essa tendência desde as savanas africanas: o que é positivo não constrói, mas o que é negativo mata você. É por isso que carregamos
Será que não posso fazer o viés positivo ser mais importante do que o negativo?
Um ótimo exercício é fazer três agradecimentos noturnos, escrevendo-os e o porquê da gratidão.
Depois de duas semanas, o agradecimento não é mais apenas noturno e incorpora-se naturalmente aos nossos hábitos.
A positividade diminui os riscos de infarto e as chances de desenvolver Alzheimer, além de melhorar o sistema imunológico.
SEJA LEAL. NÃO COPIE, COMPARTILHE.
Meditação
A meditação é a mais nova descoberta da medicina ocidental para a saúde mental, capaz de elevar a concentração e a atenção, curar depressões e ansiedades em níveis leves e insônia.Música
A música é uma das melhores terapias. Trabalham a memória, a sensibilidade e a imaginação. Claro, pagode e funk estão fora, por motivos óbvios.A musicoterapia é muito usada com pacientes com deficiência neurológica e seu cérebro é beneficiado tanto se você tocar um instrumento (violino, piano ou violão, por exemplo) como se usar a voz, cantando.
A terapia com música não é o uso de qualquer música, em qualquer momento. A terapia, com planejamento de cuidado, é desenvolvida, por exemplo, no Hospital das Clínicas e no Hospital São Paulo.
QUER RECEBER DICAS? SIGA O BLOG.
Atenção e estresse
Existem duas espécies de atenção: a alternada e a sustentada.Usamos a atenção alternada quando o telefone toca, quando atendo ao chamado de alguém. Nós nascemos com ela.
A atenção sustentada é desenvolvida durante a vida, aprendida e culturalmente exercitada: quando assisto uma aula, uma palestra, leio um livro. Ignoro todos os estímulos e me concentro em uma coisa só. Sem ela não existiria nossa cultura nem a ciência. É a capacidade de projetar no tempo a gratificação.
O mundo, hoje, é imediatista. Desenvolver essa capacidade é importante para reter informações para se prestar concursos, por exemplo.
O estresse cria um círculo vicioso: erros, equívocos, enxaqueca crônica, depressão e mais estresse.
Um livro interessante sobre cognição e concentração produtiva, inteligência emocional e estresse é Foco, de Daniel Goleman.
A população envelhece: qual a solução para os males associados à idade?
Os países desenvolvidos - leia-se Japão e a Escandinávia -, como afirmei na introdução, estão colocando tudo isso em prática: meditação, estímulo cognitivo, boa alimentação e exercícios físicos.Nos países escandinavos (Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia) a meta é acabar com o Alzheimer até 2050.
É uma construção diária, rotineira, que não envolve remédios, mas uma remodelação dos costumes.
A melhoria da qualidade de vida envolve não apenas o fim da doença de Alzheimer como a diminuição dos casos de Parkinson, infarto, diabetes, câncer, AVC, osteoporose, disfunção erétil, hipertensão arterial: a lista é quase infinita.
Por consequência, pode-se concluir que é, sim, possível envelhecer bem, com boas expectativas de futuro.
É preciso dar o primeiro passo. E o segundo, o terceiro e o quarto.
O tema é tão interessante - já havia publicado postagens sobre PANCs, carboidratos simples e complexos, beldroegas, inhame e também sobre a pirâmide etária - que procurei saber mais para divulgar neste canal - consultei o site da Associação Brasileira de Alzheimer - Abraz e os livros referenciados (Envelhecer com Graça e Foco).
Afinal, se não morrermos amanhã, com certeza envelheceremos.
Um abração!
DEIXE SEU COMENTÁRIO.
SEMPRE É POSSÍVEL MELHORAR
Escreva, comente. Se para
elogiar, obrigada. Mas posso ter pecado e truncado o texto, cometido algum erro
ou deslize (não seria a primeira vez). Comentando ajudará a mim e àqueles que
lerão o texto depois de você. Culpa minha, eu sei. Por isso me redimo, agradeço
e tentarei ser melhor, da próxima vez.
Obrigada
pela visita!
QUER RECEBER
DICAS? SIGA O BLOG.
SEJA LEAL. NÃO COPIE,
COMPARTILHE.
TODOS OS
DIREITOS RESERVADOS
Respeite o
direito autoral.
Gostou?
Clique, visite os blogs, comente. É só acessar:
CHAPÉU DE PRAIA
MEU QUADRADO
"CAUSOS":
COLEGAS, AMIGOS, PROFESSORES
GRAMÁTICA
E QUESTÕES VERNÁCULAS
PRODUÇÃO JURÍDICA
JUIZADO
ESPECIAL CÍVEL (O JUIZADO DE PEQUENAS CAUSAS)
e os mais,
na coluna ao lado. Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.
Um abraço!
Thanks for the comment. Feel free
to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week!
Maria da Gloria Perez
Delgado Sanches Health would be, according to some definitions, the physical, mental and social well-being and not the absence of illnesses. We can translate physical, mental and social well-being into complete well-being. Is that it?
La salud sería, pues algunas definiciones, bienestar físico, mental y social y no la ausencia de enfermedad. Podemos traducir bien físico, mental y social, el bienestar como completa. ¿Verdad?
Nenhum comentário:
Postar um comentário