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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Acnur saúda decisão do Brasil de conceder residência a refugiados


Governo aprovou, no fim de outubro, moradia permanente a quase 2 mil angolanos e liberianos; decisão do Ministério da Justiça seguiu recomendação da ONU.

Refugiados no Rio de Janeiro. Foto: Acnur
 O Alto Comissariado da ONU para Refugiados, Acnur, elogiou nesta sexta-feira a decisão do Brasil de conceder residência permanente a quase 2 mil angolanos e liberianos.
O decreto do Ministério da Justiça brasileiro foi firmado em 26 de outubro, seguindo uma...
recomendação global do Acnur, que pedia aos países soluções para a integração local ou medidas alternativas de status para refugiados.
Polícia Federal
Segundo o Acnur, o Brasil é o primeiro país da América Latina a aceitar as recomendações. Estatísticas fornecidas à agência pelo governo brasileiro sugerem que a decisão vai afetar 40% dos refugiados no país.
Os beneficiados com a medida têm 90 dias para pedir visto de residência permanente à Polícia Federal. Os refugiados precisam seguir pelo menos uma entre quatro condições: viver no Brasil com status reconhecido de refugiado há pelo menos quatro anos; estar contratado por uma empresa pública ou privada; ser um trabalhador qualificado ou ter negócio próprio de acordo com as leis nacionais.
Conflitos
O Acnur destaca que a maioria dos angolanos e liberianos chegou ao Brasil na década de 90, fugindo de conflitos civis armados que forçaram milhões de pessoas a saírem de seus países.
A agência da ONU afirma que vivem no Brasil 4,6 mil refugiados, a maioria de Angola, da Libéria, da Colômbia e da República Democrática do Congo.
Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.
Fonte: Rádio ONU
Blog parceiro, cadastrado. Ao reproduzir, cite a fonte.


Maria da Glória Perez Delgado Sanches

Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.


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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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