PLANTANDO DÁ, SIM

RECICLAR É PRECISO

RECICLAR É PRECISO
RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Reuso e gotejamento. Soluções para a irrigação da agricultura. Exemplos e contraexemplos (o absurdo que se fez regra)

Israel4 Se não houvesse desperdício na distribuição, não haveria falta de água. Se  o governo impusesse a irrigação por gotejamento na agricultura (consome 70% do líquido na irrigação por aspersão e permite a evaporação de 50% da água antes que chegue ao solo) não haveria falta de

sábado, 7 de fevereiro de 2015

MULHER QUE LAVAVA CALÇADA SOFRE TENTATIVA DE ATROPELAMENTO

Em Araçatuba (a 527km de São Paulo), em plena crise hídrica (que anuncia uma crise de energia), uma enfermeira de 40 anos lavava sua calçada com mangueira.
Foi então abordada por uma motorista, que a acusou de estar "acabando com a água do mundo".
Diante da indiferença, a motorista avançou com seu veículo e, se aquela não se tivesse desviado rapidamente, teria sido atropelada.
Segundo a enfermeira, ela não estaria desperdiçando água, mas "limpando sua casa".
"Achei um absurdo isso, é preciso deixar as coisas limpas. Eu lavava todo dia, já diminui, hoje são duas vezes por semana. Não estava jogando água fora. E, de

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

ADEUS, JOÃO ROMANO!


Hoje pela manhã soube do falecimento do amigo de todos no fórum do Ipiranga, João Romano​. 
Oficial de justiça, colega, parceiro, aquele que punha todos para cima, tinha uma palavra amiga para todos. Sempre.
Não o vazio da "falsidade amiga", da "educação forçada", daqueles que nada tem a dar, mas forjam situações em que, desconfortáveis, precisam passar por rótulos que não atendem ao conteúdo. Não.
João era íntegro, honesto, pronto. Seu olhar correspondia às suas palavras, às suas ações.
O coração da criatura ímpar era alegria, que irradiava e se sentia com sua simples presença.
João, meu e nosso amigo, você foi a paz que encontramos na turbulência.
Estamos, hoje, mais pobres; o céu, mais rico.
No último adeus, à noite, na Vila Mariana, me senti agradecida, porque você fez parte de minha história, o que é um privilégio.
Vá com Deus, meu amigo. Vá para Deus. Você é um anjo.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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