PLANTANDO DÁ, SIM

RECICLAR É PRECISO

RECICLAR É PRECISO
RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

MANJERICÃO - ERVAS MEDICINAIS E AROMÁTICAS


Na culinária, as folhas de sabor característico podem ser utilizadas secas ou frescas Vão bem com pratos que levem tomate, limão, carne, massas, azeite e queijo. Pode transformar simples legumes em algo muito além do convencional (leia MOLHOS COM ERVAS E LEGUMES PARA ACOMPANHAMENTO DE PEIXES, em http://mg-perez.blogspot.com.br/2013/11/molhos-com-ervas-e-legumes-para.html)
Digestivo, tem função antibactericida e antioxidante, agindo contra os danos ocasionados pelos radicais livres. 
Na medicina natural, é utilizado contra tosse e asma, a artrite reumatoide e a artrite. Também contra o estresse, dores de cabeça e tensão muscular, além de problemas com memória e concentração.

Como plantá-lo? Siga o passo a passo indicado na postagem COMO FAZER MUDAS DE PLANTAS (disponível em http://mg-perez.blogspot.com.br/2013/03/como-fazer-mudas-de-plantas.html). Arbusto de caule reto e ramificado, pode atingir um metro de altura. As flores, brancas, arroxeadas ou avermelhadas, nascem em inflorescências espigadas na ponta de cada ramo. A planta aprecia sol pleno e solo fértil e drenado. Se seguir as dicas, tenho a certeza de que, em pouquíssimo tempo, terá à mão folhinhas que se tornarão indispensáveis na sua cozinha.

Observação: Sempre tiro as pontinhas dos galhos (onde nascem novas inflorescências) e, com isso, meu arbusto se enche, ganhando novos ramos e folhas.
Bom proveito!

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Conheça mais. Faça uma visita aos blogs disponíveis no perfil: artigos e anotações sobre questões de Direito, dúvidas sobre Português, poemas e crônicas ("causos"): https://plus.google.com/100044718118725455450/about.
Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.

Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

QUEM ESPERA, VÊ CHEGAR

Depois de uma semana trabalhando a cada segundo, afinal é sexta-feira. Abençoada seja!
Um ótimo final de semana a todos os meus amigos!

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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
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VIOLETAS NA JANELA, O LIVRO


"Devemos compreender sem ilusão o que realmente somos, e não o que pensamos ser, e, com coragem, realizar nossa transformação. Ser agora, no presente. O futuro é uma consequência vivida do presente e não fruto de aspirações de uma mente ociosa, que deixa sempre essa transformação para depois. É nossa obrigação passar de necessitado a útil."
Violetas na janela

Violetas na janela é um dos mais consagrados livros da doutrina espírita. Tornou-se best-seller, no Brasil, e foi adaptado como peça teatral, sucesso de bilheteria. Se crê ou tem curiosidade, a leitura é obrigatória. 
Não é uma obra-prima: a escrita é muito simples, sem estilo. Natural, pois é alegadamente narrado pelo espírito de Patrícia, que morreu aos 19 anos, sobrinha da médium Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho. Portanto, não tem a pretensão de esmerar pelo escrito, mas pelo doutrinar.
De outra parte, não se pode dizer que seja enfadonha. A obra narra as experiências vividas pelo espírito da moça em uma colônia espiritual.
Acreditar ou não, na narrativa, é outra história. De toda forma, haverá sempre alguma coisa a aprender ou edificar.
Resta, então, viver, o melhor que puder, aproveitar cada minuto - que não volta -, cada oportunidade de ser feliz. 
Depois da morte, bem, existe uma série de teorias, que preveem desde um deslumbrante tudo a um ínfimo nada. 
Você sabe, realmente, o que acontece no pós morte? 
Eu, não. Mas é ela nossa única e absoluta certeza. 

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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

GRAÇA DE GARÇA!

Conheci garças nos parques, sempre novidade.
Hoje, presença comum à minha porta, vêm elas caçar bichinhos.
Aprendo a técnica: com um pé, roçam, enquanto se apoiam no outro: à superfície, afloram invertebrados incautos: pura proteína.
Em caminhada, desprovida da máquina fotográfica, perdi a pose inédita: a garça de carona no lombo de um cavalo, solto e sozinho, à beira do rio. O balançar das ancas não incomodava a companheira.
Acostumo-me a elas, elas a mim. Quem sabe um dia terei um ninho em casa? 
Não será por falta de árvores.
Enquanto isso, observo: esticam e recolhem pescoços, delicadamente passeiam, chegam a quase roçar meu portão. A cada dia, menos ariscas.
Com o tempo, outra máquina, aprenderei melhor a caçar. Se garças gostam dos tais bichinhos, por que não os peixes?

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Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

SE ELA PUDESSE FALAR, DIRIA: "CHEGA"!!!!!

Árvore é lixeira?
Não, claro que não.
Então por que insistem em acumular lixo em seus troncos?
Se o povo não é civilizado, como reclamar dos políticos, do camarada que sacaneia os outros?
Faça, primeiro, a sua parte. 



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FALTAM LIXEIRAS? SOBRAM VÂNDALOS!

Falta de lixeiras não é desculpa para que o lixo seja largado na via pública.
Por outro lado, quando lixeiras existem, são arrancadas por selvagens. Que povo merece isso?



AS ABÓBORAS AVASSALADORAS!

É claro. Depois de tanto trabalho construindo o jardim dos sonhos, nasce um pé de abóbora. 
Nada mais natural, não é?
Suas folhas, hoje, atingem 30 centímetros. Sinal de que virão abóboras magníficas, por sobre meus canteiros de flores.
É esperar.
Arrancar o pé? Nem morta! Deixo ele lá. Vou guiando, para que o prejuízo seja o menor possível.
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O PEIXE FRITO E A PESCARIA. HISTÓRIAS DE QUEM SE RECUSA A PESCAR

Fonte: https://fbcdn-sphotos-e-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/575409_450280268399810_1904321901_n.jpg
É certo que o bolsa família é necessário. O Brasil, historicamente, exibe enorme afastamento entre as classes mais favorecidas e a indigência.  
Desde pequena ouço falar na fome que avassala o sertão nordestino. Exemplo de narrativa brilhante sobre a seca e o retirante é O Quinze, de Rachel de Queiroz (leia o livro, assista o filme). Não consigo atinar na possibilidade de ajuda melhor do que a assistência material àquele povo, com suprimentos, remédios e instalações adequadas. São perdidos da sorte, abandonados, escória. No entanto, brasileiros, como qualquer um de nós.
Há circunstâncias em que não basta ensinar a pescar. Falta ao aluno energia para, sequer, segurar a vara, quanto mais para retirar o peixe do anzol.
Não obstante, é necessário que sejam providenciadas condições para que o peixe seja recebido, pois do contrário o beneficiado jamais saberá das artes da pescaria. Estará sendo criado um vício, como na história em que o povo do precipício ora para que lhe caiam víveres, sem jamais tê-los procurado.
Quando minha avó Quina era viva, uma mulher jovem e forte bateu a sua porta, a procura de esmolas. Naquele tempo em que se admitia estranhos em casa, ela ofereceu um tanque de roupas em troca de uma importância em dinheiro. Havia quem lhe lavasse as roupas e limpasse a casa e o oferecido representava o dobro do que receberiam diaristas, para uma jornada completa de trabalho.
A moça se ofendeu:
- Não vim procurar trabalho, mas dinheiro. Pode ficar com o seu tanque!
Dias atrás soube de um caso semelhante vivido por uma conhecida:
Sua avó ficou cega. A despeito da cegueira, cultivava um belo jardim, trabalhando-o todos os dias. Nesse jardim havia uma abóbora enorme. 
Um dia, uma mulher, igualmente moça e forte, bate à porta e pede a abóbora. Oferecem-lhe a abóbora, roupas e mais outras coisas (dinheiro, se o caso), em troca da lavagem do quintal. A pedinte, ressentida, replica:
- Se eu quisesse trabalho, iria trabalhar. Eu pedi dinheiro e não trabalho!
No restaurante, às 11:30h, surge mais uma jovem e forte mulher, à procura de comida para levar para casa. 
- Volte às 15:00 horas, com uma vasilha sua.
É o dia-a-dia que nos ensina que a história do peixe é verdadeira. Colhe-se o que se planta. E é preciso aprender a pescar.

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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

MONTE CASTELO, LEGIÃO URBANA: JÁ ANALISOU A LETRA DA MÚSICA?


Monte Castelo é uma grande sacada de Renato Russo. O trabalho integrou o terceiro disco de estúdio do grupo (As Quatro Estações) e foi composto com enxertos bíblicos e um poema de Camões. Colado, adaptado e musicalizado, fomos afinal brindados com uma das mais belas canções de nossa língua, magistralmente cantada pelo autor. É uma oração de fé, uma homenagem ao Amor.

Foram extraídos versículos do Capítulo 13 dos Coríntios, que reportam à fala de Paulo (em azul). Paulo, em suas cartas, reporta-se aos dons espirituais fé, esperança e amor. Entre todos os dons, exalta o Amor como o maior deles:
"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor."


"Amor é fogo que arde sem se ver" é o soneto mais famoso e lembrado de Luís de Camões. Um clássico. Renato Russo o reproduziu quase que por inteiro (em rosa):

"Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?"

Monte Castelo 
Legião Urbana 
Composição: Renato Russo 

Ainda que eu falasse 
A língua dos homens 
E falasse a língua dos anjos 
Sem amor, eu nada seria... 
É só o amor, é só o amor 
Que conhece o que é verdade 
O amor é bom, não quer o mal 
Não sente inveja 
Ou se envaidece... 
O amor é o fogo 
Que arde sem se ver 
É ferida que dói 
E não se sente 
É um contentamento 
Descontente 
É dor que desatina sem doer... 
Ainda que eu falasse 
A língua dos homens 
E falasse a língua dos anjos 
Sem amor, eu nada seria... 
É um não querer 
Mais que bem querer 
É solitário andar 
Por entre a gente 
É um não contentar-se 
De contente 
É cuidar que se ganha 
Em se perder... 
É um estar-se preso 
Por vontade 
É servir a quem vence 
O vencedor 
É um ter com quem nos mata 
A lealdade 
Tão contrário a si 
É o mesmo amor... 
Estou acordado 
E todos dormem, todos dormem 
Todos dormem 
Agora vejo em parte 
Mas então veremos face a face 
É só o amor, é só o amor 
Que conhece o que é verdade... 
Ainda se eu falasse 
A língua dos homens 
E falasse a língua dos anjos 
Sem amor, eu nada seria... 

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QUADROS DE ROBERTO ROSSI: QUE O CONVÍVIO DIÁRIO NÃO NOS FAÇA ALHEIOS À BELEZA.


Desta vez não captei a alma, o contraste e o brilho das cores, que podem ser melhor apreciadas na primeira imagem.
A segunda, talvez por conta do flash da máquina fotográfica, perdeu nos efeitos e pouco ganhou no detalhe, uma vez que a aproximação foi, afinal, pouca.
De toda forma, é sempre possível e agradável apreciá-lo. Ainda mais se pessoalmente.

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CERCAS ORNAMENTAIS PARA JARDIM

Ao elaborar meu jardim tinha em mente construir uma "bagunça organizada": canteiros em planos diferentes, cada um com uma espécie, e harmônicos entre si. Em cada plataforma, um mundo diferente (acesse http://mg-perez.blogspot.com.br/2013/10/floreiras-em-degraus-confeccionadas-com.html e confira).
Para acabamento, escolhi cerquinhas de plástico, como as dos jardins vistos na internet (europeus e norte americanos): são práticas - pois basta fincar as cercas no solo -, duráveis e vêm com um encaixe, nas pontas, para unir os segmentos.
Tive dificuldades para adquiri-las, porque precisava de grande quantidade de elementos e o preço, na única loja em que as encontrei - Leroy Merlin - era um tanto salgado.
Continuei pesquisando e, quando teria que optar por pagar pelo preço sem concorrência ou desistir da ideia a loja de plantas - em Itanhaém - confirmou a encomenda, por um preço convidativo, das mesmas cercas.
Como resultado, em apenas poucos minutos o jardim se transformou. 


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TREVOS NO JARDIM: ALIMENTO E REMÉDIO

Não há jardim que não conheça um pezinho de trevo. Trevo comum, de três folhas.
Introduzido no sul do Brasil como forrageira, escapou ao cultivo e tornou-se praga invasora.
Para coelhos, é excelente alimento; para ovelhas, é tóxica.
Sua delicada flor é um mimo, e as sementes, em formato de "bananinhas", levemente azedas, são apreciadas pelas crianças.
As folhas podem ser utilizadas em saladas e chás ou ainda maceradas para a aplicação de cataplasmas.
Fonte de isoflavonas, benéficas contra diversos cancros, age no tratamento contra asma, tosse e bronquite e sintomas da menopausa.
Adstringente e cicatrizante, é usado contra eczemas e inflamações nos olhos. É conhecido, ainda, como eficaz contra o mau colesterol e auxiliar nos tratamentos para emagrecimento.

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CÃO MAL EDUCADO.

É noite.
O cachorro do vizinho (o chamado irracional) ladra, e o vizinho (o chamado racional) não intervém.
Leio até cansar a vista e o sono não vem.
Conto carneirinhos, ovelhas e elefantes. Nada.
O latido ecoa como lamento sem fim.
Paciência. É preciso muita paciência para não ir à janela.
O latido continua. Ouço-o até que, depois de me virar como frango assando, sou vencida pelo sono - ou venço e durmo.
Às vezes, entretanto, o despertar é mais forte e me levanto. Nessas ocasiões, somente a televisão vence a insônia. Insônia de pensamentos que não se afastam. Insônia de cão mal educado. E de dono de cão mal educado.

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UMA HORTA ELEVADA: POR QUE SOFRER COM DORES NAS COSTAS?

O tempo pode ser entrave à prática da horticultura. Se hoje não sentimos o estorvo da idade - e dos problemas nas costas -, podemos pensar em soluções que não resultem em tortura para a prática de hábitos tão agradáveis.
Pode-se pensar no plantio em vasos ou floreiras, presos por mãos francesas ou correntes ou elevar a superfície a ser trabalhada. Optei por esta última.
 O espaço foi cercado por duas fileiras de blocos e, em cada ponta, mais uma fileira, estas com os elementos virados para cima, para receber as ervas aromáticas. Estes foram furados, para que a umidade do todo fosse compartilhada com os pequenos canteiros. 

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LEGUMES E VERDURAS NO QUINTAL: VASOS OU FLOREIRAS COM ALFACES, RABANETES OU ERVAS AROMÁTICAS

Para ter legumes e verduras sem agrotóxicos do que você precisa?
Um pedacinho de terra, sol por algumas horas e sementes.
É o quanto basta para colher cenouras e rabanetes ou ter à mão ervas para tempero (alecrim, hortelã, manjericão e orégano, por exemplo).
Um bom lugar para a pequena horta é junto aos muros (onde a terra é, naturalmente, mais ácida e rica em minhocas). 
Se não dispõe de um espaço apropriado pode criar um ambiente em vasos ou floreiras. Basta deitar, ao fundo, pedrinhas (como as de brita), depois, areia grossa e, por fim, a terra preta (ou composto orgânico e terra comum, em iguais proporções). 
Crianças têm fascinação por coisas ligadas à natureza e a jardinagem ou o cultivo de uma horta trazem maior sentido à vida: a prática da paciência, acompanhar o desenvolvimento de seres vivos, suas necessidades e, afinal, poder provar daquilo que semearam.
Quantos de nós germinaram, na escola, feijões em algodão? Se a experiência dos feijões encerrava-se com a primeira transformação, o cultivo de uma pequena horta é mais rico.
Quer legumes de desenvolvimento acelerado? Não tem paciência de esperar? Plante rabanetes. Da semeadura à colheita leva-se entre vinte e quatro dias a um mês, dependendo da espécie escolhida, podendo ser plantados durante o ano inteiro.
Ervas, por seu turno, como o manjericão e a hortelã, são perenes (retiram-se somente as folhinhas que precisar).
No caso da alface ou do almeirão, a colheita inicia-se de dois a quatro meses após a semeadura e pode-se colher as folhas do pé a partir das extremidades. Se resolver cortar a cabeça de verdura, a planta rebrotará, podendo proporcionar uma segunda colheita. 
Eu retiro folha a folha, segundo minhas necessidades, pois as que a envolvem o pé são mais velhas e as do interior, ainda jovens. 
Que tal colocar mãos à obra (ou à terra) e começar a praticar?

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ROSA FLOR, ROSA BOTÃO

Amanheceu.
No jardim, a mais nova rosa
Sorri para a vida.
Retribuo.
Do alto, o sol, que a tudo alumia
Nos abençoa.
Cada uma das criaturas brilha
Sob seus raios de luz.
É bom viver e saber
Que tudo é fruto da mesma luz.
Bom dia, Rosa!

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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

SE A VIDA É UMA ESTRADA...

Não pare. Siga em frente!

E JÁ É QUASE NATAL, MAIS UMA VEZ.

Já é quase Natal, mais uma vez.
O ano acabando, a vida passando
Tanto a comemorar
Outro tanto a lamentar
Será que somos melhores 
Do que no Natal passado?

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ÁGUA DE TOMATE... DÁ TOMATE!

Quando preparo as refeições e utilizo tomates (tomates, pimenta, pimentão, o que tiver à mão) sempre colho algumas (algumas???) sementes, que verto com água na horta ou no jardim. Quem sabe?
Se lá vão as sementes, uma hora a plantinha vinga. E esta vingou.
O belo tomateiro produziu tomates e reclama estacas. 
O que exigiu? 
Um tanto de terra e paciência. Semeando, dá.
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PÉ-DE-GALINHA: TUDO DEPENDE DO PONTO DE VISTA

Pé-de-galinha incomoda.

Na face, sinal dos anos, é marca de felicidade: se você jamais ri com os olhos, com o rosto todo, nunca terá as malfadadas ruguinhas. Também não terá um sorriso sincero.

Nas refeições, se bem que algumas culturas consigam elaborar pratos com pés-de-galinha (e não é incomum comê-los), não consigo imaginá-los apetitosos. Por outro lado, como contém grande quantidade de colágeno natural, não custaria nada provar uma receita nova. Quem sabe passo a gostar?

Nos jardins, pés-de-galinha são invasoras. Praga. Entretanto, pesquisando (http://wikbio.com/pt/Capim-p%C3%A9-de-galinha-Grama-Propriedades-Plantas-Medicinais), verifico que a antipática e resistente plantinha pode, sim, ser benéfica à saúde: tem propriedades de purificação, laxantes e diuréticas, pode ser usada contra pedras nos rins e doenças do trato urinário (uretrite ureteritis, oligúria, urolitíase e da vesícula biliar), bem como contra doenças do fígado (bile distonia, colecistite, hepatite) e do aparelho geniturinário (cistite), além de outras patologias como a gota, hipertensão arterial, edema, excesso de peso acompanhado por retenção de líquidos. Parece exagero. Já que divulgo os benefícios, seguem também as contra-indicações: hipertensão, doença cardíaca ou insuficiência renal moderada a grave e nas formas que contenham álcool a crianças menores de dois anos, obstrução da via biliar e gravidez (popularmente considerada abortiva). Tudo bem. Como é uma erva, nada mais natural que seja útil, tenha qualidades medicinais.

Por outro lado, se penso nas demais plantinhas, que nascem como invasoras e podem ser lindas se plantadas em conjunto - o dinheiro-em-penca, o jardim inglês e tantas que nem sei o nome (acompanhe as postagens, há muita matéria a respeito), lembro de uma máxima de Burle Marx: "Não existem plantas feias. Existem plantas mal combinadas."

Daí, se o pé-de-galinha, tão resistente e verdinho, é plantado em conjunto, pode ser, sim, uma planta ornamental.


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Conheça mais. Faça uma visita aos blogs disponíveis no perfil: artigos e anotações sobre questões de Direito, dúvidas sobre Português, poemas e crônicas ("causos"): https://plus.google.com/100044718118725455450/about.
Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.

Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.


SALADEIRA!

Um jardim tão esmerado, desenhado e preparado com tanto cuidado!
Observavam o beija-flor sugar o néctar de cada flor (comestível, como a planta inteira). Venha ver!
Pergunto onde estão e a resposta é: "Na saladeira!"
Está certo. Ficará o nome: ao invés de "canteiro das capuchinhas", "saladeira".

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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
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PERSPECTIVAS DE UM JARDIM COM PEDRAS, CONCHAS, CACTOS E SUCULENTAS

Estas são fotografias de uma floreira, em um jardim elaborado em diversos níveis ou degraus. 
O espaço foi destinado, exclusivamente, ao jardim de cactos e suculentas.
Em verdade, é um jardim que combina os conceitos de mini e máximo: mini espaços arranjados no maior espaço possível.
Para saber mais, acesse: 

FLOREIRAS EM DEGRAUS, CONFECCIONADAS COM PEDRAS OU ENTULHO: CONFIRA OS RESULTADOS (RESULTADOS: PARTE II)


 








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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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