PLANTANDO DÁ, SIM

RECICLAR É PRECISO

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RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

TODO O MAL VAI PASSAR, VOCÊ VAI VER

NÃO HÁ MAL QUE SEMPRE DURE

Quando vivemos o momento ruim, parece enorme, maior do que a gente. Mas passa. E no passado, fica pequenininho, quase esquecido. Sempre passa. Passa, assim como os momentos bons. A vida intercala uns e outros, mas se olharmos para o que...

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

GOIABAS E GOIABADAS: SE VARIAR, NÃO ENJOA

Frutas no quintal: doces e frutas do quintal
Cresci em uma casa com grande quintal. 
A casa foi aliás escolhida pelo quintal, pelo que produzisse, mas viu vicejar, além das roseiras do jardim, na frente, apenas algumas árvores nos fundos: três goiabeiras, um limoeiro de casca grossa, um pé de cereja-do-rio-grande.
As árvores tinham dono. Dono de se dizer, de abraçar, servir e sentir como se brinquedo fosse: a mim, cabiam duas goiabeiras, à minha irmã, outra goiabeira e a cerejeira e ao meu irmão, que não ligava para nenhuma delas, o limoeiro. Já que não trepava, os espinhos não o incomodavam.


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Uma das goiabeiras me servia de refúgio e eu passava muito tempo lá em cima, sentada no tronco que acessava como se a dois passos estivesse, com a facilidade de felino: lia, ruminava, desenhava e me entregava ao ócio e à observação.
Então desejei uma casa na árvore e levei para cima um caixote de madeira que instalei com cordas e chamei de minha casa. Se bem que plebeu, era bastante para abrigar meus tesouros.
Um dia, minha mãe me chama e eu perco o pé, na ânsia de atendê-la. Escorreguei abraçada ao caule, desde a casinha até o chão.
No peito, que ainda não abrigava seios, na barriga, nos braços, lanhos riscados de sangue. 
Nada que fosse grave, mas minha mãe ficou preocupadíssima com o desenvolvimento feminino que eu teria a partir de então. E se tivesse comprometido as glândulas?


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Me recuperei em poucos dias e os apenas arranhões não deixaram nem lembrança. Física. Na memória existe para se contar a história.
O fato é que, com tantas e tão deliciosas goiabas - do tamanho de mangas, incrivelmente grandes, algumas - comidas cruas e puras, com goiabada, açúcar e o que mais nós, crianças de grande imaginação e mesa farta de goiabas, conseguisse inventar - como as frutas recheadas com manteiga (argh!!!). 
Minha avó Helena, mãe de minha mãe, também apreciava um pomar caseiro e preparava, dos cultivados do quintal, doces de figo e goiabada cascão, de corte. O que significa que, nas férias que lá passássemos, teríamos mais goiabas à mão. 
Cresci, casei, separei e por muitos anos não comi goiabas ou goiabadas, de tantas que me fartaram o apetite.
Quando a Fanny era criança, implicou com a Clarissa, do Érico Veríssimo, porque estava farta de comer pêssegos em caldas.
- Imagine você comer pêssegos todos os dias. Sobremesa? Pêssegos em calda. Amanhã, pêssegos em calda. Depois, idem. Depois do depois, também. Por mais que seja gostoso, Fan, enjoa.
Assim também meu pôr-do-sol colorido, derramado sobre a represa, em Ibiúna: fantástico, mas solitário. Suas nuances e variantes eram surpreendentes, mas tanto tive que nem dava mais valor para ele, esplendoroso todas as tardes. Uma após a outra, na solidão de tanto mato.
pôr-do-sol sobre a represa
Aqui em Itanhaém voltei a ter pés de goiaba em casa (que cultivei, também, em Ibiúna - a ojeriza havia passado), uma vermelha e outra branca. Mas cuido de variar as espécies para não enfadar, entre flores, verduras e flores que servem de comida: araçá, jambo, orvalho, amora, pitanga, bananas, uvas, grumixama (outra espécie de cereja), fruta-do-conde, seriguela, coco, laranjas, cabeludinha, cherimoia, nêspera, figo, morangos (um canteiro enorme), maracujás.
Por falar em maracujás, meu marido foi quem, em Ibiúna, passou a ter repugnância pela fruta. Se bem tivéssemos algumas outras (quando a piçarra permitia), o maracujá, trepadeira de pega fácil e raiz rasa, plantada onde era antes a baia dos cavalos, estendeu-se por mais de dez ares. 
Era maracujá para se comer in natura, em suco, gelatina, sorvete, pavê, brincar de alvo e até dizer chega. Ele disse e ainda hoje sente repulsa pela fruta, que só toma em sucos. Se não houver exagero.
Nada que uma boa variedade não remedeie. 

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e os mais, na coluna ao lado. Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.
Um abraço!
Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week! 
Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

terça-feira, 26 de setembro de 2017

QUAL O PORTÃO IDEAL: DE MADEIRA, ALUMÍNIO, FERRO, AÇO? Escolher modelo e material basta?

QUAL O PORTÃO IDEAL: MADEIRA, ALUMÍNIO, AÇO OU FERRO?
QUAL O MELHOR MATERIAL? QUAL A RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO? No litoral, portão de ferro é uma aberração, pois não tem como durar: a maresia acaba rapidamente com ele. Se detona concreto, cria limo em telhas, o que... 

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

EXISTEM PESSOAS ASSIM. VOCÊ CONHECE?

Após cada dia, haverá sempre um novo amanhecer
Prefiro as pessoas que conseguem ver o sol, a luz em cada coisa, apesar de que, ainda que haja luz, sempre existirão sombras e cada dia encontre sua...

QUAIS SÃO AS PESSOAS QUE FICARAM COM MÃOS MACHUCADAS POR VOCÊ?

Relações familiares: o sucesso tem um preço
Um jovem de nível acadêmico excelente, havia estudado na melhor faculdade da região, candidatou-se à posição de gerente de uma grande empresa. Passou a primeira entrevista, passou a segunda, terceira. E o diretor fez a...

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Uma tarde maravilhosa para você, uma semana perfeita, um mês de realizações!

Setembro anuncia a primavera, dias mais longos e iluminados em nossas vidas. Que o sol de setembro brilhe em seu coração, em cada passo seu, e ilumine seus projetos, seu dia a dia, seus projetos. Uma tarde maravilhosa para você, uma semana perfeita, um mês de realizações!

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Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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