PLANTANDO DÁ, SIM

RECICLAR É PRECISO

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RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

ESPECIALISTAS DA USP DESMENTEM BOATOS SOBRE O ZIKA VIRUS

Informações equivocadas têm circulado na internet e aplicativos de celular associando o zika vírus a doenças neurológicas que acometem idosos e crianças, à vacina da rubéola e ao mosquito transgênico vêm causando ansiedade e até pânico. Especialistas da USP reforçam a importância de se informar por meio de fontes seguras e buscam tranquilizar a população sobre os boatos, que cresceram após o surto de microcefalia no Nordeste brasileiro, com alguns casos sendo atribuídos ao zika vírus pelo... (clique em "mais informações" para ler mais)

VOCÊ SABIA QUE 90% DA MATA ATLÂNTICA DEPENDE DE ABELHAS SEM FERRÃO PARA SE REPRODUZIR? As abelhas que todos conhecemos é a europeia (Apis mellifera), introduzida no território brasileiro em 1839. Têm ferrão e não é nativa. No Brasil existem, aproximadamente, 300 espécies de abelhas sem ferrão. Porque são nativas e possuem denominações de origem indígena, são chamadas, por muitos, de abelhas indígenas. Dada a importância das abelhas na polinização de espécies nativas e para garantia do ecossistema, por que não cultivar mel de tais abelhinhas?

Como criar abelhas silvestres. Jataí, irapuá (ou abelha-cachorro), jataí-da-terra, plebeia, mandaçaia, iraí e mirim-preguiça
As abelhas que todos conhecemos é a europeia (Apis mellifera), introduzida no território brasileiro em 1839. Têm ferrão e não é nativa.
No Brasil existem, aproximadamente, 300 espécies de abelhas sem ferrão. Porque são nativas e possuem denominações de origem indígena, são chamadas, por muitos, de abelhas indígenas. 
As espécies mais conhecidas são... (clique em "mais informações" para ler mais)

MAIS ABELHAS, MAIOR PRODUÇÃO AGRÍCOLA, AFIRMA USP. BIODIVERSIDADE E SUSTENTABILIDADE. Por que não abelhas sem ferrão?


Como criar abelhas silvestres. Jataí, irapuá (ou abelha-cachorro), jataí-da-terra, plebeia, mandaçaia, iraí e mirim-preguiçaEstudo comprova que o maior número de polinizadores em pequenas propriedades melhora rendimento de culturas
Promover a biodiversidade pode ser um caminho sustentável para ampliar a oferta de alimentos no mundo, principalmente a produção vinda de pequenos agricultores. Um estudo publicado neste mês na revista Science comprova que ... (clique em "mais informações" para ler mais)

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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