PLANTANDO DÁ, SIM

RECICLAR É PRECISO

RECICLAR É PRECISO
RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

ÁRVORE NÃO É LIXEIRA!


Ainda que não existissem lixeiras ao redor, seria injustificável atulhar o tronco das árvores com lixo. Ou jogá-los nas calçadas. A rua é extensão do seu quintal, de sua casa. 


Seja leal. Respeite os direitos autorais: se reproduzir, cite a fonte.

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Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.

Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.




NADAR, NADAR, NADAR... E NADA.

Mar.
Bravio, sereno, imenso.
Mar que ruge, amedronta.
Mar que chama,
Que encanta, canta,
Inflama, apaixona.
Mar.

Nadar, nadar, nadar e nada.

Jovem e inexperiente das águas, por duas vezes quase o mar me venceu, levada pela corrente.
Nas duas vezes, depois de nadar, com muito esforço, vi-me cada vez mais afastada da orla. Inútil, exaurida e impotente.
Quando não há nada mais, já se foi, não mais se é, porque quase não há mais esperanças - a costa, longe, as forças, vãs - existe a paz.
Uma paz infinita me invadiu, nas duas vezes vencida.  Porque tudo está perdido, a resposta pode estar em uma solução simples, que é ainda uma escolha. Na paz há consciência, há plenitude. 
Falei para mim mesma: "Não adianta me desesperar. Só o desespero me põe a perder. O que fazer? Me acalmar. Calma. Calma. Mudar o rumo. Nadar devagar ou terei câimbras. Para onde? Para outra direção. Em diagonal. Devagar. Com calma. Boiar, se preciso." 
Foram experiências únicas, de vencer a natureza, conhecê-la e me conhecer.
De saber que posso, em uma situação de extrema dificuldade, encontrar harmonia e paz em mim mesma. Porque se não há mais escolhas, a resposta já está dada. E que se há uma chance, uma única chance de se vencer a situação difícil, ela somente pode ser encontrada no equilíbrio.

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DEUS É UMA ESTRELA CADENTE?


"Deus é uma estrela cadente? o que é que estou dizendo! e como tenho coragem de expor essa bobagem? Bem, foi no verão passado; eu vinha da casa de minha irmã e quem muito precisa de Deus sempre ergue seu olhar para o céu, um céu azul de mar de tarde cálida, e na calçada enfeitada por algum casal e uma ou outra vizinha que sai para tomar a fresca olhando para o alto vi uma estrela cadente... um desejo! pronto! é preciso pedir uma graça à estrela cadente! mas sinto vergonha só de lembrar, e não sei se terei coragem de contá-lo nestes fólios. Podia pedir mais saúde para minha mãe... podia pedir a confirmação de minha bolsa... podia pedir ainda mais: que meus estudos continuassem até eu me formar em medicina... podia pedir, por que não? uma bicicleta para o Dardito... ou a loteria, para todos nós esquecermos os apertos e pagar serviço doméstico para minha mãe... e o que foi que eu pedi? só me ocorreu (naquele instante em que me despi diante de mim mesma) o que podia ter pedido a Graciela, ou talvez a Laurita também: quatro letras me subiram à garganta, quatro letras me embriagaram como um gole de aguardente mais forte, e uma menina mais... pedi o Amor."

O trecho foi extraído do diário de Ester, do livro A traição de Rita Hayworth, de Manuel Puig.
Lindo, profundo.

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AH, PEQUENINA FLOR, ALUMIE MEU DIA!

Semana tensa.
Muito trabalho, busca de soluções, 
De tempo para resolvê-los.
O tempo urge, foge, emerge.
Na torrente, somos levados e, 
Sem que percebamos
A semana acabou.
Do meu álbum de fotos 
Recolho e pequenina flor,
Entre as grades.
Grades, outra vez?
Não.
Estas são decorativas,
Para a separação dos canteiros.
Não me prendem.
Pequenina flor
Que seu brilho e sua lembrança
Me acompanhem neste dia
Com a força 
Da vida inevitável
Do prazer de viver
Possível.
Que meus olhos brilhem 
À sua lembrança.
Que a vida seja integração
Comemorada
Encarnada
Como o vermelho que a tinge
Como o sopro que nos alimenta.

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POR QUE AS GRADES? PORQUE SENÃO LEVAM TUDO!

Falta segurança, sobram grades - para o povo.
Para os gatunos, a impunidade.
Já que não há como evitar, nossa opção é o recolhimento: não sair à noite, o trancamento em nossas casas, olho-mágico.
Com impostos altíssimos, não temos a retribuição da parte do poder público: os serviços, seja o de segurança, seja a educação, o transporte ou a saúde, são deploráveis.
Fotografo, então, grades e mecanismos de proteção, pois se a opção é utilizá-los, resta a escolha, ao menos, do modelo.
Outro dia a senhora pergunta:
- Por que está fotografando minha casa?
- Para o meu blog, fotografo grades.
- É. Tive que colocar, também. Viajei e, quando voltei, não tinha mais nada.
- Um belo mundo, no espaço possível: plantas, passarinhos, varanda, uma nesga de sol e... grades.
Bem-vindos, amigos, 
Bem-vinda, família.
Minha casa, meu lar, meu mundo
Que possamos nos sentir em paz
Em nosso encarceramento.
Visite, também: 

SE É O JEITO, QUE VENHAM AS GRADES! Dezenas de grades, internas e externas. Quem sabe você, que pensa colocar uma grade nova (ou trocar a antiga) não se inspira?  e QUE VENHAM AS GRADES II Dezenas de grades, internas e externas. Quem sabe você não se inspira?

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EX-E-FUTURO-JARDIM. QUE SEJA VERDADE.

 Este pequeno e magnífico jardim ficava próximo de onde moro, na calçada.
 Fotografei, guardei.
 Hoje, não sei porque, está dizimado. Todas as flores arrancadas, o chão, nu. 
 Bem cuidado, ele impressionava os passantes.
 Tantas marias-sem-vergonhas devem ter produzido sementes, que germinarão.
Amanhã, quem sabe, estará ele vivo, brilhante e colorido, como nas fotos que registrei.

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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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