PLANTANDO DÁ, SIM

RECICLAR É PRECISO

RECICLAR É PRECISO
RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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terça-feira, 15 de outubro de 2013

PROFESSOR, ABRAÇO SUA CAUSA. HOJE SOU PESAR.


Cada um de meus professores 
Deixou saudades
Seu jeito
Sua fala
Suas histórias
Um "causo"
Um sorriso.
As comparações
A história de vida
Os "micos" - meus, deles
A personalidade.

Desde dona Silvia Bendel Buitoni, queridíssima mestre dos primeiros anos
Até Marcus Vinícius Rios Gonçalves, o incomensurável,
Quanta riqueza, quanto prazer de estar perto
Ainda que dos últimos nos separasse uma tela.

Mãos, corpos que falam
Traduzem a essência, o entusiasmo e a força
De gigantes.

Hoje sou pesar.
Dona Silvia não verá 
Seus companheiros vilipendiados.
Os fazedores de homens 
Açoitados por animais
Como se animais fossem.

A que ponto chegamos.
Que sociedade é esta 
Que aceita o linchamento 
De sua mais nobre classe?


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Conheça mais. Faça uma visita aos blogs disponíveis no perfil: artigos e anotações sobre questões de Direito, dúvidas sobre Português, poemas e crônicas ("causos"): https://plus.google.com/100044718118725455450/about.
Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.

Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

LA MADRE HELENA E A GELEIA DE ROSAS

A receita de geleia de rosas de minha avó, a Madre Helena
Minha avó Helena foi a melhor cozinheira de nossa família. Foi, pois jamais teremos o prazer de saborear novamente suas receitas.
Seus pratos, incomparáveis, sempre copiados, nunca tiveram outros igualados ou, mesmo, assemelhados.
Um dos clássicos de sua cozinha era a geleia de rosas. De sabor e textura delicada, mantinha as pétalas úmidas e macias , e estas emprestavam cor e aroma à conserva. Bela e... (clique em "mais informações" para ler mais)

CAPUCHINHA: BELAS FLORES QUE SERVEM DE ALIMENTO E TÊM FUNÇÕES MEDICINAIS

CAPUCHINHA: BELAS FLORES QUE SERVEM DE ALIMENTO E TÊM FUNÇÕES MEDICINAIS
Cinco-chagas, agrião-do-méxico, chagas, coleária-dos-jardins, flor-de-chagas e flor-de-sangue, mastruço e nastúrcio ou, simplesmente, capuchinha. Dependendo da região, o nome de batismo. 
  • Era abundante, em Ibiúna, onde passou a se reproduzir livremente, depois da implantação de algumas espécies (laranjas, vermelhos, amarelos). 
  • Suas flores (lembram pequenos capuzes, daí o nome) são comestíveis, assim como as sementes, o caule - tenro - e as folhas. Ou seja, tudo. Saborosas.
As sementes tem sabor delicado e as flores lembram a rúcula, picante, embora mais suave. Combina com pratos doces ou salgados.
Mais do que alimento, são as flores, caule e folhas utilizados contra afecções da pele, problemas digestivos e pulmonares, escorbuto e insônia.
Gosta de sol e de solo ácido (perto de muros, pedras), bem servido de minhocas (não economize no adubo).
Na primeira vez que tentei plantá-las no litoral, morreram todas. Nem por semente, nem por rama ou muda enraizada salvou-se uma, sequer.
Não são exigentes, mas talvez quisessem um lugar só delas, exclusivo.
Aguardei e criei uma floreira, apenas para elas. E nesta segunda tentativa, todas vingaram: sementes e mudas, com raiz ou simples ramos cortados. Tanto foi o viço que precisarei transferir algumas mudas para o jardim tropical, ainda em fase de planejamento.
Gostam de terra boa, perto de muro ou pedra, que lhes garantam as minhocas e a água necessárias ao seu desenvolvimento.
Pela manhã um beija-flor sugava o néctar de cada uma, em seu balé delicado.

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TOMATEIRO NA CALÇADA

Na calçada quebrada, terra, lixo, desprezo.
Valentemente germinam sementes
Que escapam ao pisotear
Trevos, picão e um tomateiro.
Falta-lhe o tutor.
Sem cuidados
Será depositário dos excrementos dos cães.
Os frutos?
Voarão com o vento.
Comidos por passarinhos
Perdidos no concreto
Alguns ganharão novos lares
Novos pedaços de chão.
Quem sabe?

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BLOCO DE VIDRO

O verde cresce 
Cobre paredes. 
Mato.
Mata.
Verdejante.
Há, entretanto,
Espaço para a luz.
Sirva-se.

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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.



DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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