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segunda-feira, 10 de março de 2014

Livro de receitas de agricultores de Itanhaém traz diversidades aos pratos

Mousse de maracujá, torta de banana, vinagrete de palmito pupunha, doce de chuchu, bolinho de mandioca, bolo de limão e suco de mandioca são algumas das receitas produzidas pelos agricultores de Itanhaém e registradas no livro ‘Feiras Gourmet’ lançado na última sexta-feira (26), no Paço Municipal.
O livro leva aos pratos a diversidade cultural da região com o resgate da culinária caiçara por meio de produtos cultivados pelos próprios agricultores da Cidade. As receitas foram criadas a partir de frutas, verduras e legumes vendidos no projeto ‘Feira da Agricultura Familiar’, disponível aos sábados no Paço Municipal.
A ideia, inédita na Cidade, foi organizada pela Prefeitura, por meio do Banco de Alimentos, Departamento de Agricultura e Comunicação Social, e tem como objetivo mostrar o outro lado de Itanhaém, de que o Municipio não tem só os 26 km de praias, mas também uma agricultura forte, de onde muitos tiram o sustento de suas famílias.
Ao todo, dez agricultores participam do livro, que estará a disposição da população na Feira, nas barracas dos agricultores. Foram impressos 3 mil exemplares que serão disponibilizados como edição virtual no site da Prefeitura.
O prefeito Marco Aurélio salientou sobre a seriedade do projeto e aproveitou para falar sobre a nova obra que será sede do Banco de Alimentos de Itanhaém. “A construção do novo espaço do Banco terá ambiente para abrigar o ‘Feiras Populares’ e outros projetos como PAA Municipal, PAA/PNAE e Processamento do Pescado.  
No evento, além de degustar as inúmeras opções de pratos, o público também recebeu alguns exemplares do livro. “Confiamos na qualidade do produto dos agricultores de Itanhaém. Já estamos pensando em uma segunda edição”, conta a secretária de Educação, Cultura e Esportes, Luci Cristina Charif.
Estiveram presentes representantes do Ministério do Desenvolvimento SocialeCombate à Fome, da Região Metropolitana da Baixada Santista, Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo e agricultores em geral. Além de vereadores e autoridades do Município.   
“Dentre todas as conquistas do Banco de Alimentos e agricultores nada foi mais emocionante do que presenciar a alegria das agricultoras em noite de autógrafo”, comenta a gestora do Banco de Alimentos de Itanhaém, Luciana Melo.
FEIRA DO AGRICULTOR – O projeto Feira da Agricultura Familiar tem como objetivo fortalecer a comercialização dos produtos oriundos da agricultura familiar, melhorando a geração de renda e garantindo o acesso da população a produtos de melhor qualidade, direto do campo para a mesa do consumidor.
A feira funciona todos os sábados, das 8h30 às 16 horas, no estacionamento do Paço Municipal, localizado na Avenida Washington Luiz, 75, no Centro.
Fonte: Secretaria da Comunicação Social de Itanhaém


Por Maria da Glória Perez Delgado Sanches

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Feira do Produtor, em Itanhaém: onde o rural e o urbano se encontram

Frutas, verduras e legumes frescos, vindos diretos da horta para a banca. Isso é o que a população encontra na Feira do Produtor, que acontece todos os sábados no estacionamento da Prefeitura. Banana, palmito, manga, caju, tomate e abobrinhas dividem espaço com as receitas diferentes feitas com os produtos como brigadeiro e nhoque de banana, doce de leite fresco, compotas, bolo do coquinho do palmito pupunha e vinagrete de palmito.
Desde seu lançamento, que aconteceu no dia 5 de março de 2011, até hoje, são mais de 180 participantes do programa (entre agricultores, pescadores e familiares). De acordo com a gestora do Banco de Alimentos de Itanhaém, Luciana Melo, há uma média de 70 barracas espalhadas por toda a Cidade. “A Feira se expandiu, não é só no Paço. Há barracas de pescadores cadastrados no Programa que ficam nas praias do Suarão, Loty, Cibratel I e II, Bopiranga e Gaivota, além dos locais que chamamos de Segurança Alimentar Ponto Cego, que são duas unidades instaladas onde moradores das imediações do Rio Preto e Mambu podem comprar produtos frescos sem precisar ir ao Centro”.
E os agricultores em breve terão um espaço permanente para as vendas. Com a previsão de entrega em janeiro de 2015, irão para a nova sede que fica na Rua Marechal Rondon, esquina com a Urcezino Ferreira (antigo Mercado Municipal), no Mosteiro. No local terão barracas feitas de alvenaria, além de uma cozinha piloto para alimentos processados. O espaço abrigará também o Banco de Alimentos e a Unidade de Processamento de Pescado. “Eles poderão vender os produtos todos os dias, com uma infraestrutura melhor do que a de hoje, além de terem melhores condições de armazenamento”, conclui Luciana.
Para o diretor de Agricultura e Pesca, Odil Cocozza Vasquez Junior, nestes três anos da implantação da Feira no Município, além da questão de melhoria na renda dos agricultores, merece destaque a importância do papel que a mulher assume como protagonista do Programa. “A mulher é a cabeça desse projeto, ela é quem define as ações, quem vai para a lida, quem fica na barraca”.
Outro ganho muito significativo, de acordo com Junior, é também o fato de os agricultores terem a oportunidade de serem reconhecidos. “Essa inserção social do meio rural com o urbano é um orgulho para os produtores”, finaliza.
Para Mariane Stabel e Maurício Portela Salsa, agricultores há 10 anos, a Feira ajuda muito na renda familiar ”Estamos aqui desde outubro de 2013 e para nós foi um escape porque não tínhamos onde vender o que plantamos lá no sítio. Aqui vendemos frutas e verduras, leite fresco, palmito, geléia de maracujá e ovos caipira. Mas o que mais sai é nhoque de inhame e as conservas que eu faço”, diz Mariane.
O casal Maria das Dores Alves e Francisco Osvaldo Amâncio há 5 anos vivem da agricultura e participam da Feira desde a inauguração, em 2011.“Agora nós não perdemos mais nada porque temos como escoar nossa produção. Antes os produtos acabavam estragando e hoje tudo o que plantamos nós vendemos”.
A Feira do produtor acontece todos os sábados na Avenida Washington Luiz, 75, Centro, das 7 às 16 horas.
Fonte: Secretaria da Comunicação Social de Itanhaém

Por Maria da Glória Perez Delgado Sanches

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O SOL ESTÁ FORTE E SUAS FLORES, SOFRENDO. NÃO REGUE!


O sol a pino e você vê suas flores murchas, pedindo água.
Resista à tentação e não regue!
O jardim deve ser regado pela manhã ou no finalzinho da tarde, para não "cozinhá-las". O excesso de água será absorvido pelas plantas ou evaporará. 
As plantas têm um mecanismo de defesa contra o sol excessivo, os chamados estômatos. À tarde eles se fecham, impedindo a evaporação da água que armazenam. Por isso elas murcham. 
Se regá-las com sol forte, as gotas que se prendem à superfície agirão como lentes de aumento, que intensificarão a ação do sol, queimando-as.
Antes de regar, afofe a terra com um garfo e sinta se existe a necessidade de rega, com a pressão de um dedo, a 2,5cm. Se estiver seco, regue.
Jamais, entretanto, utilize a mangueira em jato. Prefira molhar suas plantas com regador ou mangueira, de maneira que a água chegue às plantas de maneira suave, sem machucá-las.
Se tiver sistema de irrigação, não há problema com o sol, pois as partes prejudicadas com a rega são as expostas.

Por Maria da Glória Perez Delgado Sanches

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Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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