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segunda-feira, 10 de março de 2014

Feira do Produtor, em Itanhaém: onde o rural e o urbano se encontram

Frutas, verduras e legumes frescos, vindos diretos da horta para a banca. Isso é o que a população encontra na Feira do Produtor, que acontece todos os sábados no estacionamento da Prefeitura. Banana, palmito, manga, caju, tomate e abobrinhas dividem espaço com as receitas diferentes feitas com os produtos como brigadeiro e nhoque de banana, doce de leite fresco, compotas, bolo do coquinho do palmito pupunha e vinagrete de palmito.
Desde seu lançamento, que aconteceu no dia 5 de março de 2011, até hoje, são mais de 180 participantes do programa (entre agricultores, pescadores e familiares). De acordo com a gestora do Banco de Alimentos de Itanhaém, Luciana Melo, há uma média de 70 barracas espalhadas por toda a Cidade. “A Feira se expandiu, não é só no Paço. Há barracas de pescadores cadastrados no Programa que ficam nas praias do Suarão, Loty, Cibratel I e II, Bopiranga e Gaivota, além dos locais que chamamos de Segurança Alimentar Ponto Cego, que são duas unidades instaladas onde moradores das imediações do Rio Preto e Mambu podem comprar produtos frescos sem precisar ir ao Centro”.
E os agricultores em breve terão um espaço permanente para as vendas. Com a previsão de entrega em janeiro de 2015, irão para a nova sede que fica na Rua Marechal Rondon, esquina com a Urcezino Ferreira (antigo Mercado Municipal), no Mosteiro. No local terão barracas feitas de alvenaria, além de uma cozinha piloto para alimentos processados. O espaço abrigará também o Banco de Alimentos e a Unidade de Processamento de Pescado. “Eles poderão vender os produtos todos os dias, com uma infraestrutura melhor do que a de hoje, além de terem melhores condições de armazenamento”, conclui Luciana.
Para o diretor de Agricultura e Pesca, Odil Cocozza Vasquez Junior, nestes três anos da implantação da Feira no Município, além da questão de melhoria na renda dos agricultores, merece destaque a importância do papel que a mulher assume como protagonista do Programa. “A mulher é a cabeça desse projeto, ela é quem define as ações, quem vai para a lida, quem fica na barraca”.
Outro ganho muito significativo, de acordo com Junior, é também o fato de os agricultores terem a oportunidade de serem reconhecidos. “Essa inserção social do meio rural com o urbano é um orgulho para os produtores”, finaliza.
Para Mariane Stabel e Maurício Portela Salsa, agricultores há 10 anos, a Feira ajuda muito na renda familiar ”Estamos aqui desde outubro de 2013 e para nós foi um escape porque não tínhamos onde vender o que plantamos lá no sítio. Aqui vendemos frutas e verduras, leite fresco, palmito, geléia de maracujá e ovos caipira. Mas o que mais sai é nhoque de inhame e as conservas que eu faço”, diz Mariane.
O casal Maria das Dores Alves e Francisco Osvaldo Amâncio há 5 anos vivem da agricultura e participam da Feira desde a inauguração, em 2011.“Agora nós não perdemos mais nada porque temos como escoar nossa produção. Antes os produtos acabavam estragando e hoje tudo o que plantamos nós vendemos”.
A Feira do produtor acontece todos os sábados na Avenida Washington Luiz, 75, Centro, das 7 às 16 horas.
Fonte: Secretaria da Comunicação Social de Itanhaém

Por Maria da Glória Perez Delgado Sanches

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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