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RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Adolescente italiana de 14 anos se suicida em virtude de bullying. Facebook pode ser processado porque não retirou as páginas ofensivas, apesar de reclamações.

Assédio moral é coisa séria. Em se pensar no assédio moral a crianças ou adolescentes, a coisa se torna ainda mais séria. 

Consta da notícia, veiculada pelo R7, que uma garota, Carolina Picchio, de 14 anos, não suportou bullying praticado por colegas e se suicidou, atirando-se da janela de seu quarto.
O Face é, hoje, a maior rede de relacionamento social do mundo e deve ter, é claro, responsabilidade sobre aquilo que é postado.
No Brasil, foram censuradas postagens que ataquem políticos. Ora, os políticos são figuras públicas e estão expostas, no seu dia-a-dia, a comentários. 
Devem ser comentados, pois o que fazem hoje deve influenciar as eleições do amanhã. Temos o direito cívico de saber o que fazem, como fazem, com quem fazem. É o nosso direito à informação, que não pode ser vetado.
No caso da garota, se a família da menina reclamou dos comentários abusivos, deveriam excluir as mensagens rapidamente. Não o fazendo, atraíram para si a responsabilidade do mal propagado por elas.

Mesmo com denúncias de abuso, mensagens não foram excluídas da rede social

O Facebook pode ser processado pela morte de uma adolescente italiana, de acordo com informações da CNN nesta quarta-feira (31). Carolina Picchio, de 14 anos, pulou da janela de seu quarto ao não suportar o bullying que começou na rede social.

Apesar de os familiares terem denunciado o conteúdo abusivo das mensagens, a rede social não excluiu os comentários, segundo disse a irmã da jovem ao canal. O bullying teria começado com o ex-namorado e os colegas dele, que comentaram fotos em que a garota aparentava estar bêbada.

— Ele estava insultando, destratando minha irmã. Naturalmente, falamos com ela, que disse para não nos preocuparmos.

O advogado da família, Francesco Saluzzo, entende que o Facebook falhou ao não retirar as mensagens - o que poderia ter levado a jovem ao suicídio.

— No caso de Carolina, parece que alguns de seus amigos, alguns de seus parentes, pediram a remoção de alguns conteúdos "fortes" que não foram retirados. Isso deve papel na decisão dela.

Além do Facebook, a jovem também recebeu mensagens de hostilidade no aplicativo para bate-papo entre amigos WhatApp. Segundo a CNN foram mais de 2.600 mensagens vulgares.

Um porta-voz do Facebook disse à CNN que a rede social apagou as mensagens ofensivas que violaram o regulamento. A polícia italiana está investigando oito adolescentes de 15 a 17 anos suspeitos de incitar o suicídio.

Fonte: R7 notícias - Quarta-feira, 31 de julho de 2013.

terça-feira, 30 de julho de 2013

UMA BOA NOTÍCIA: O BRASIL É, HOJE, MENOS DESIGUAL DO QUE HÁ DUAS DÉCADAS, SEGUNDO O ATLAS BRASIL 2013

Não chegamos lá. Mas estamos no caminho. 

A notícia é boa e a tendência, significativa, pois a disparidade entre as regiões mais e menos desenvolvidas diminuiu, consideravelmente.
Mesmo os mais negativistas devem concordar com o fato de que as estatísticas demonstram um país melhor, e existe uma tendência à evolução do quadro, que já foi crítico.

ONU: Atlas Brasil 2013 mostra redução de disparidades entre norte e sul nas últimas duas décadas



Evolução do IDHM entre 1991 e 2010: grande parte dos municípios saíram da situação de muito baixo desenvolvimento humano, representada em vermelho. Foto: IDHM 2013
O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013 mostra que cerca de 74% dos municípios brasileiros (ou 4.122 deles) se encontram nas faixas de Médio e Alto Desenvolvimento Humano, enquanto cerca de 25% deles (ou 1.431 municípios) estão nas faixas de Baixo e Muito Baixo Desenvolvimento Humano. Os dados foram divulgados hoje (29/07), no lançamento do Atlas Brasil 2013, em Brasília, pelo PNUD. As faixas de desenvolvimento humano são calculadas

sexta-feira, 26 de julho de 2013

ESCREVER


A partir de símbolos ou ideogramas
Criar, inovar, injetar sangue e vida
Ideias que se renovam, em linhas, antes brancas
Escrevendo, sou Deus

Reconto a vida, imagens, destinos,
Crio, conto, canto, penso,
E me revivo no preto-e-branco denso.


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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Turista morre em ataque de tubarão e a família pretende processar Estado

Câmeras de segurança da Secretaria de Defesa Social gravaram o momento do ataque - José Patrício/AE
A notícia foi publicada no Estadão de hoje: "De São Paulo, Bruna Gobbi, de 18 anos, foi a segunda mulher a ser atacada por tubarão e a primeira a morrer em Pernambuco". Sua família pretende processar o Estado porque o grupo em que ela se encontrava não foi avisado da possibilidade de eventual encontro com tubarões.

Eles podem a ação, pleiteando indenização. É um direito previsto constitucionalmente.  Mas pense bem: no local, muito próximo ao local do ataque, há placas (com mensagens em português e em inglês, além de um símbolo entendido em qualquer língua) informando a presença dos animais. Tal sinalização, observada a fotografia, tem o a altura de, ao menos, dois homens adultos, como se pode observar. 

Segundo a informação veiculada

domingo, 21 de julho de 2013

A PRAGA DOS CARACÓIS: DOENÇAS, CONTROLE E TRATAMENTO DE BELEZA



Há algumas anos, chegou a ser febre: diversas instituições divulgavam a criação de uma espécie de caracol comestível, para competir com o escargot, molusco muito apreciado na culinária francesa. Aulas, anunciadas em jornais e revistas, vendas de matrizes, mais e mais alunos. 
A espécie foi introduzida em fazendas no interior do Paraná. Sem controle, escapou para o meio ambiente. Tal fato qe se repetiu em criatórios espalhados pelo país.
Como a espécie não foi aceita pelos consumidores e o IBAMA proibiu cultura e comercialização, muitos criadores abandonaram os animais no meio natural.
As matrizes comercializadas eram as do caramujo-gigante africano, que não partilhava nosso habitat e não têm predadores no Brasil. Passaram desde então a compor a paisagem doméstica. 
Ótimos reprodutores (um animal pode originar 300 filhotes ao ano), são hermafroditas e adaptaram-se bem ao nosso clima, podendo ser encontrados em 23 estados. 
Tornaram-se uma praga, tanto do meio rural (pois destrói plantações) como do urbano, alimentando-se de vegetação e de caramujos da fauna nativa, o que pode levá-los à extinção.
Existe a possibilidade de serem vetores de doenças graves,pois são hospedeiros de duas espécies de vermes capazes de provocar doenças sérias, como perfuração intestinal (angiostrongilose abdominal) e meningite (angiostrongilíase meningoencefálica). Os vermes podem ser encontrados na secreção deixada pelo caramujo. Instalado em hortas e pomares, contaminam frutas, verduras e disseminam doenças. Para prevenir, lave bem hortaliças e vegetais que serão consumidos in natura, e deixe-os de molho de quinze minutos a meia hora, na solução de uma colher de água sanitária para um litro de água.
É possível comê-los, pois têm elevado teor de proteína. Porém, devem ser previamente bem cozidos.
Para controlar a reprodução é indicada a catação manual tanto dos indivíduos como de seus ovos, colocando-os em sacos plásticos distintos, nos quais deve ser misturada cal virgem ou sal. Por último, devem ser enterrados longe de lençóis freáticos, cisternas ou poços artesianosPara manuseá-los, utilize-se de luvas ou sacolas de plástico. 
Existem, entretanto, pesquisadores que divulgam a desnecessidade da eliminação do animal, pois o risco de transmissão, segundo afirmam, é pequeno, em comparação com outros animais que ingerimos e que também podem estar infectados por doenças. Também pelo fato de que o caracol africano tem propriedades para o desenvolvimento de produtos cosméticos e farmacológicos, de maneira que o ideal seria, apenas, o controle de sua população.
Identificado o bichinho, lá vai a notícia, publicada no The Guardian (http://www.guardian.co.uk): Um salão de beleza em Tóquio está oferecendo tratamentos faciais em que a secreção dos caracóis é usada para tratamento facial. De acordo com a esteticista, a baba de caracol é ideal para peles secas, hidrata e torno o rosto suave. O centro atualmente faz apenas um tratamento facial por dia, pois a secreção se esgotaria com facilidade.

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Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

Baixo nível de vitamina D está associado a problemas de envelhecimento

Um novo estudo descobriu que níveis baixos de vitamina D em pessoas com mais de 55 estão associados a uma incapacidade para realizar tarefas comuns da vida diária.
Pesquisadores holandeses estudaram dois grupos de pessoas mais velhas - uma de 725 homens e mulheres com idade entre 55 a 65, e outra de 1237 mais de 65 anos - para ver se eles podiam subir ou descer uma escada de 15 etapas, vestir e despir, se a partir de

ESTUPIDEZ: Há pessoas inteligentes que, à força de se deixarem adular, acabam estúpidas.

Tem gente de toda espécie. 
É muito triste verificar que pessoas que poderiam ser brilhantes apagarem-se em função de sua insegurança, incapazes de analisar aqueles que deles se aproximam com segundas intenções.
Um dia, quando a vida não for tão risonha, relegados os verdadeiros amigos, encontrar-se-ão sozinhas. 
Sempre teremos a oportunidade de aprender. Se não da maneira mais fácil, do modo mais difícil.
A vida dá olhos. É, no entanto, preciso aprender a enxergar.
Paciência. 

ESTUPIDEZ: Há pessoas inteligentes que, à força de se deixarem adular, acabam estúpidas. (Carlos Lacerda).

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OPERAÇÃO COMBOIO: SE NÃO HÁ NEBLINA, PARA QUÊ? QUAL O CRITÉRIO DA ECOVIAS?


Gostaria de saber o que acontece com a Ecovias e seu pessoal que cuida da operação comboio.
Nesta última sexta-feira, às 18:00h, utilizei a Imigrantes, com destino ao litoral paulista. Depois da última saída, antes do pedágio, o aviso: "operação comboio".  
Primeiro absurdo: você só fica sabendo que há operação comboio depois que não dá para fugir dela, a menos que tome o Rodoanel ou o desvio por Diadema. Claro: ambas opções exigem o pagamento de pedágio pelo que não usará. Isso é um acinte!!!
No caminho e durante todo o trajeto, nada de neblina, o que já era esperado. O mais que houve foi uma leve garoa, típica da noite: o velho e bom sereno. Não havia qualquer problema com a visibilidade, que, perfeita, podia se estender por quilômetros.
Portanto, nada justificou a tal operação, que teve por resultado a lentidão do tráfego de veículos até o litoral.
Além da trapalhada, que não beneficiou qualquer dos usuários da via, um aviso no caminho: "Diminua a velocidade. Pista molhada." É uma piada, pois não seria possível trafegar com mais vagar. 
Anoto que estamos no inverno e foi noticiada a chegada de uma frente fria - Que chegou, afinal!. Portanto, o trânsito caótico deveu-se, exclusivamente, aos operadores da via, que elevou o tempo de percurso do trajeto, de São Paulo a Santos, em uma hora e meia.
Não é a primeira vez que isso acontece. Em outra sexta-feira também passei pela operação comboio e nada de neblina.
Os parâmetros são tão absurdos que já desci com visibilidade quase zero e não houve operação comboio.
Qual o critério? "Cara ou coroa?" "Hoje vai dar neblina?" "A previsão do tempo?" "Briguei com a esposa (ou namorada) e vou atrapalhar a vida de quem quer se divertir na praia?"
Quem lucra com isso? 
Deveriam agir com mais responsabilidade e respeito, pois as condições aferidas devem ser aquelas que existem no momento e que serão enfrentadas pelo usuário.

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GARAGEM X LUMINOSIDADE. FALTA DE LUZ E INSALUBRIDADE. QUAL O TAMANHO DA JANELA PARA UM APOSENTO?

Que tal iluminar sua sala?

Os jardins cederam lugar ao revestimento cerâmico, ao cimento e às pedras. No lugar de flores e frutíferas, casas e sobrados exibem abrigos para automóveis. 
Tal inovação não se deu gratuitamente, mas em função da necessidade de se guardar o (os) veículo (veículos) da família. 
Tal necessidade não deveria, porém, interferir no padrão de salubridade do imóvel. Não é o que acontece. 

Sofrem as baixadas com a água das chuvas, despejada pela enxurrada. Os moradores igualmente sofrem prejuízos, pois invertem a equação da luminosidade necessária para que sua casa tenha o mínimo de salubridade.
Explico: existem padrões mínimos para insolação e ventilação que, não obedecidos, propiciam a atmosfera parada, sem renovação de ar ou, mesmo, o aparecimento de fungos. 

Qual o mínimo necessário de abertura para vitrôs e janelas?
Para a insolação, 1/5 da área; no caso da ventilação, 1/7. 
Exemplificando: imagine uma sala com 4 metros de largura por 4 metros de profundidade (4 x 4 m). Sua área é, portanto, de 16 metros quadrados.
Qual o tamanho mínimo da abertura das janelas dessa sala? 3,2m2 (1/5 de 16) para a passagem de luz e 2,285m2 (1/7 de 16) para a renovação de ar. 

Quando cobrimos a área em frente à janela, o efeito da equação é alterado, pois tanto a garagem como o aposento imediato tornam-se escuros. Ou seja, a entrada para luz e ar inicialmente projetados na planta da casa não são mais suficientes, pois a garagem é um obstáculo.

É possível, no entanto, encontrar soluções no mercado. Existem telhas de policarbonato, vidro e plástico, que permitem a passagem da luz. Veja as duas primeiras fotos e veja a diferença.
Abaixo trouxe mais algumas fotografias que podem ajudá-lo a pensar: que tal iluminar sua sala?












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sexta-feira, 19 de julho de 2013

LENDAS DE FAMÍLIA: VÓ MANOELA E A BOA MORTE.


Mais de oitenta anos, além dos cem quilos, quase não podia andar. Não estava doente. No entanto, sentia-se pesada e cansada, já satisfeita com o que tinha vivido.
Certo dia pediu à filha, com a qual vivia, que a banhasse, vestisse com tal vestido e a penteasse, como a seu gosto. Espanhola, tinha a predileção pelos coques, bem presos.
Em seguida, quis que fossem chamados todos aqueles que lhe fossem próximos, para se despedir. Vieram os filhos, os netos, amigos.
Depois das despedidas, exigiu que a deitassem no quintal, com  um tijolo sob os pés. Quando cruzou as mãos, foi-se embora. Assim, instantaneamente.
É uma história aprendida de minha mãe, sobre minha bisavó Manoela. O selo de seu destino com a boa morte seria destinado apenas aos seguidores de certa santa, da qual ela era fiel. 
É tão extraordinária a história que a qualifico como "lenda de família", a despeito dos testemunhos daqueles que lá estiveram, para me desmentir. 
Vó Manoela. Uma vida, uma história, uma lenda. Vive, ainda.

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Instituição que recrutou ex-detentos para obra de estádio, em Fortaleza, recebe o Selo Começar de Novo

Instituição que recrutou ex-detentos para obra de estádio, em Fortaleza, recebe o Selo Começar de Novo
Foto: Luiz Silveira/Agência CNJ

Detentos, ex-detentos, delinquentes, párias. São integrantes de nossa sociedade e fazem parte de nós, de alguma forma. Daquilo que compõe o nosso "eu".
Não basta ignorá-los, para que deixem de existir. Eles estão nas ruas, nas prisões, cruzam nosso caminho, pois têm o mesmo direito, falam a mesma língua, temos qualidades comuns com eles.
Deixá-los à míngua e à própria sorte não resolverá o problema social, que se agrava pelo descaso do Estado: os estabelecimentos prisionais não recuperam.
Este exemplo de inserção social é brilhante. 
Temos amor e nos engajamos em projetos pró natureza, pró animais de estimação. E, no entanto, relegamos a um segundo plano aqueles que vivem à margem, porém integrando nossa sociedade.
Com o incentivo ao trabalho e ao estudo e dignificação dos detentos e excluídos poderemos ter uma sociedade mais sadia, mais apta e estruturada de forma a buscar soluções que atinjam a todos.

Parte da Arena Castelão, estádio de Fortaleza/CE que vai sediar jogos da Copa do Mundo de 2014, foi erguida por homens que cumpriram pena em prisões cearenses. Na equipe de 5 mil operários que entregou no mês de janeiro a principal arena esportiva do estado, 24 eram ex-detentos. A instituição responsável por recrutá-los foi o Instituto do Desenvolvimento do Trabalho (IDT), organização social sem fins lucrativos contratada pelo governo do estado por meio da Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Social. A iniciativa valeu o Selo Começar de Novo, concedido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Segundo o coordenador estadual de intermediação de profissionais do órgão, Antenor Tenório, a seleção começa antes de o preso deixar a unidade prisional. O IDT promove oficinas de orientação para o trabalho para turmas de detentos com pouco tempo de pena a cumprir. Dentro das unidades prisionais, os técnicos do instituto passam aos presos noções de cidadania e orientação profissional, como a maneira correta de se preparar para uma entrevista de emprego, apresentação pessoal e a importância da qualificação para o mercado de trabalho. Para quem ainda não possui carteira de trabalho, o IDT ajuda a obter o documento.
Ao mesmo tempo, o órgão cadastra os presos e, de acordo com a vocação, antecedentes criminais, referências e habilidades de cada um deles, negocia a abertura de vagas junto às empresas locais, principalmente nas áreas da indústria e da construção civil. “É um trabalho de formiguinha. Cada vaga que conseguimos para eles é uma vitória para nós, pois sabemos que se trata de um público muito vulnerável. Algumas empresas têm resistência em contratá-los”, afirmou o representante do IDT.
A inauguração da Arena Castelão, em 28 de janeiro, não marcou o fim do trabalho para os operários recrutados pelo IDT. Segundo a Secretaria Especial da Copa de Fortaleza, alguns deles foram aproveitados em outras obras do governo pernambucano.
Manuel Carlos Montenegro
Agência CNJ de Notícias

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quinta-feira, 18 de julho de 2013

FLOREIRA-HORTA: NÃO ADIANTA BRIGAR COM A NATUREZA.

Há mais de um ano acompanho o que acontece nesta pequena floreira, em frente a um sobradinho. Passo por ela todos os dias e sua história, nesse período, é curiosa.
Havia nela um imenso pé de abóbora, repleto de flores amarelas, que se derramava até o chão, além de alguns tomateiros. O morador, quiçá com a intenção de não dividir o produto de sua pequena horta (que pode ter surgido naturalmente) com os passantes, arrancou... (clique em "mais informações" para ler mais)

NÃO ESTACIONE: GARAGEM. DIA. NOITE. AGORA.

Em São Paulo, como nas grandes cidades, não há lugar para estacionar. Insatisfeitos os motoristas, insatisfeitos os moradores. Os primeiros, porque procuram e não encontram uma vaga; os últimos, porque muitos motoristas não respeitam a entrada de veículos e a guia rebaixada.
Os antigos jardins deram lugar às garagens ou abrigos de veículos. Hoje o pai, a mãe e os filhos têm automóveis próprios, quando antigamente apenas o chefe da família (isso existia), se tanto, era habilitado e possuía veículo. 
A superfície permeável diminuiu, o que contribui para o agravamento das enchentes.
Ao visitar amigos ou parentes, sou obrigada a deixar o carro longe, às vezes a mais de cem metros de distância do destino. Fazer o quê?
Em casa, para guardar o carro, sou obrigada a verificar qual vizinho estacionou em frente, para que o retire. 
Muitos moradores usam a imaginação, seja no tocante às placas, das quais trago uma amostra, seja estendendo a faixa amarela ou o rebaixamento da guia, estas duas últimas atitudes reprováveis e sem amparo legal. Ora, se a proibição de estacionar existe, apenas, em frente à entrada e saída de veículos, nada justifica que tentem proibir o estacionamento junto ao passeio, pois a rua é pública.
Não é o que entendem, erroneamente, pois, alguns condomínios e moradores abusados. 
Abusam uns, abusam outros, e a paciência vai finando, finando, até que o ilustre morador avisa: "Leia até entender: entrada e saída de veículos. Não estacione."
Conclusão: além de malcriados, muitos motoristas, semianalfabetos, são lerdos na interpretação de textos.
Haja paciência!





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EM POUCOS MESES, O PÉ DE MARACUJÁ PLANTADO PRODUZIU FLORES.



Lembra-se das postagens MEU PÉ DE MARACUJÁ OU COMO FAZER MUDAS DE MARACUJAZEIRO e COMO FAZER MUDAS DE PLANTAS?
Pois bem. Aquela mudinha floriu, em poucos meses. Produziu várias flores, que na semana seguinte já eram frutos. Grandes, pois a flor é generosa.
As flores estão aqui. As fotografias das frutas, postarei depois. O pé está frondoso, lindo e cheio de vida. Vale a pena. 



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CARTAZES DE RUA. AS FLOREIRAS E OS MAL-EDUCADOS PASSANTES: FLOREIRA NÃO É ASSENTO PÚBLICO!

O camarada se esmera em cuidar de um pedacinho de terra para ver florir algumas plantas e chegam aqueles que se utilizam das floreiras como banco. Público. É uma desfaçatez!
O morador do imóvel, então, cola no azulejo, em desprestígio da harmonia, mas como último recurso para a preservação de sua pequena flora: "Por favor não sente"!!!... As plantas e flores são muito mais importantes do que os seus glúteos!!"
Custa ser educado e respeitar o pouquinho de verde que serve a você, também?
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CONVITE. Sessão solene comemorativa do 148.º aniversário do escritor Alcindo Guanabara.

A Academia Mageense de Letras convida V. S. e familiares para a sessão solene comemorativa do 148.º aniversário do escritor Alcindo Guanabara, no próximo dia 19 de julho (sexta-feira), às 19h, no auditório da OAB-Magé (rua Dr. Domingos Bellizzi, n.º 155, em frente ao fórum), com duas palestras:
 “Alcindo Guanabara em fatos e fotos”, pelo acadêmico Antônio Seixas;
“O ofício do escritor contemporâneo”, pelo Prof. Dr. Pedro Murad.
Ao final será servido um coquetel.
Saiba mais
Sobre o homenageado:

quarta-feira, 17 de julho de 2013

DETALHES TÃO PEQUENOS...


Detalhes são detalhes. Mas podem significar muito. Ou tudo.
Fiquei em dúvida se postava esta matéria neste blog de variedades ou naquele sobre dúvidas de português, GRAMÁTICA E QUESTÕES VERNÁCULAS.
 A dificuldade está em querer abordar detalhes que tornam algo diferente, único, o que passa pelo sentido do termo "detalhe". Afinal, detalhe é a minudência, a particularidade, o pormenor, informação ou circunstância que torna alguma coisa ou acontecimento único, diferente dos demais.
Tanto é que detalhar é a descrição pormenorizada de algo, seja coisa, seja evento: preto, branco, colorido,

terça-feira, 16 de julho de 2013

QUE VENHAM AS GRADES II Dezenas de grades, internas e externas. Quem sabe você não se inspira?



Mais grades. Dezenas delas, para que você possa se inspirar. Se não se pode evitar tê-las, que ao menos combinem com o gosto de cada um.
Nunca fui adepta das grades. Aliás, cheguei a ter ojeriza a elas.
Me rendi, não por afinidade, mas pela necessidade. Se não há segurança pública, o que fazer?
Somos nós os fechados por grades, enquanto a bandidagem circula, livre e solta, pelas ruas. Aliás, aí está o problema: as grades podem nos proteger dentro de casa. Há ainda os ofendículos (cerca elétrica, arames farpados, lanças), alarmes e circuitos internos, para quem pode.
Como se proteger, entretanto, ao entrar e sair de casa? É uma outra questão, que deve ser cuidada por cada um: dar uma voltinha, retardar o passo, atravessar a rua, mudar os horários. Invente suas técnicas.

Leia, a respeito:

OBS.: Se reproduzir a imagem, não se esqueça de identificar a fonte, ok? Assim, você me incentiva a continuar pesquisando.

 Idéia de conjunto.





 Combinada com madeira.
 Arabescos.

 Grades e jardim em floreira.




 Trabalho em relevo.
 Detalhe.












  
 Lanças para baixo, lanças para cima.
 Detalhe.


 





 Vidro espelhado ao fundo.
 Detalhe.



 Detalhe.











 Direito ao dourado.

 Por todos os lados.













 Curvas.

 Se a função é proteger...
 Cinza-chumbo.



 Lá atrás, as flores. 



 Geométrica.


 Horizontais.






 Fechando o arco.
 O cachorro, um jardim.
 Grades no portão e na janela.








 Mimetismo.







 A grade de fora combina com a de dentro. Vê?

 Grades aqui, grades lá.


 Vidro espelhado.


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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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