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sexta-feira, 16 de outubro de 2020

UNHA ENCRAVADA: CASO RESOLVIDO. A melhor técnica para curar unhas encravadas

         




   Antigamente, usava sandálias durante todo o ano; no inverno, ou calhando uma friagenzinha, botas. 
Passou o tempo e preferi os sapatos fechados; com eles, veio a unha encravada.

            Lembro de certa vez, quando ainda morava em São Paulo e vim à praia, não conseguia caminhar sem gemer - e estava de tênis. Com o marido, entrei em uma loja de calçados para comprar qualquer coisa que não tocasse em minhas unhas ultrassensíveis.

            Para dormir, um tormento: nada podia encostar nelas. Em uma ocasião, depois de um pisão bem aplicado, da dor e de meu comentário posterior, risos. Claro! Só é dramático para quem sente.

            Assim foi: doía, quando a dor se tornava insuportável, ia à podóloga, com retorno em um mês e recomendação de empurrar o chumaço de algodão bem torcido entre a carne e a unha, para forçar o crescimento correto. Também a puxada de orelha quanto ao corte: "Quem corta suas unhas?"

            As unhas não podem ser cortadas rentes, nem no formato arredondado, sob pena de encravarem. Mas quem se lembra disso toda a vida? 

            É uma derrapada e adeus, sossego.

            O caso é que fui à podóloga uma última vez em fevereiro deste ano, aqui em Itanhaém. Ela empurrou, ajeitou e me senti aliviada. Recomendação de retorno em 30 dias e veio a quarentena, por conta do coronavírus. E aí?

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            Bom, passei a colocar fio dental, para afastar a unha e corrigir o crescimento. Alívio temporário, me senti um gênio, com aqueles fiozinhos pendurados (eu aparava, mas sempre apareciam, gomo gatos no texto). Parti para o algodãozinho empurrado. Pesquisei no novo "pai dos burros", a internet. Santo Google!

            Entre as recomendações de "Vá ao podólogo", "Como cortar corretamente as unhas" e "Empurre o algodãozinho", entre inúmeras fotos horrorosas de deformidades, que prognosticavam o futuro do meu pé, encontrei um aparelhinho japonês (ou chinês?) que, fixo à unha, vai colocando ela no lugar, conforme o torcemos, como um pequeno torno. Uma espécie de aparelho de tortura em miniatura. Fiquei me imaginando a encaixar a coisa e ficar revolvendo, devagar, enquanto o pé queimava de dor. Não, não iria rolar. 

            Lembrei, então, que eu tinha em casa aquele alicate bem pequenino, com o qual se trabalha peças de bijuterias. Limpo, catei minha caixinha de manicure e fui à luta.

            Com uma espátula de metal, levantei jeitosamente a ponta da unha (que já fazia um "U", enterrado na carne) para ganhar espaço, e com o alicate entortei a ponta dela para cima. Alívio imediato!

            Fiz o mesmo com o outro lado e com o dedão do outro pé.

            Depois de alguns minutos, repeti a operação. 

            Creiam, nunca tive um tratamento tão rápido e eficaz. Colocada no lugar certo, voltando a crescer normalmente, a unha desencravou e não me deu mais problemas. Está saudável e corrigida. No começo, apertava, testava e não sentia mais dor. Claro! A unha não mais pressionava a pele, estava esticadinha.

  

            Parece incrível, mas do nada resolvi um problema que me incomodava há anos!

            Bem, do nada, não, porque existia o problema, inadiável, e a dificuldade de solução, porque eu não podia me expor à Covid. Tinha que encontrar uma solução. Nessas ocasiões de crise a cabeça da gente funciona.

            Demorei para compartilhar, o que deveria ter feito antes. Também fotografado etc. etc. Mas posso garantir que nunca tive resultados melhores. 

            Fica a dica. Talvez a melhor que já tenha passado na vida.


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e os mais, na coluna ao lado. Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.
Um abraço!
Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week! 

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches



sábado, 4 de junho de 2016

O CAMINHO DA FELICIDADE: A RESPOSTA ESTÁ NO OTIMISMO. FAÇA ESTE EXERCÍCIO E GARANTO QUE SUA VIDA VAI MUDAR.

Há quem torça o nariz, já pelo título: autoajuda? 
Não, definitivamente este não é um guia de autoajuda. Se você é uma dessas pessoas, arrume seu nariz. 

Será que você nunca conheceu ninguém com depressão (nem passou por isso), foi traído por alguém em quem confiava nem lhe faltou quem amava ou ainda jamais ficou desempregado?

Será que nunca passou por uma grande frustração, que...

domingo, 21 de julho de 2013

A PRAGA DOS CARACÓIS: DOENÇAS, CONTROLE E TRATAMENTO DE BELEZA



Há algumas anos, chegou a ser febre: diversas instituições divulgavam a criação de uma espécie de caracol comestível, para competir com o escargot, molusco muito apreciado na culinária francesa. Aulas, anunciadas em jornais e revistas, vendas de matrizes, mais e mais alunos. 
A espécie foi introduzida em fazendas no interior do Paraná. Sem controle, escapou para o meio ambiente. Tal fato qe se repetiu em criatórios espalhados pelo país.
Como a espécie não foi aceita pelos consumidores e o IBAMA proibiu cultura e comercialização, muitos criadores abandonaram os animais no meio natural.
As matrizes comercializadas eram as do caramujo-gigante africano, que não partilhava nosso habitat e não têm predadores no Brasil. Passaram desde então a compor a paisagem doméstica. 
Ótimos reprodutores (um animal pode originar 300 filhotes ao ano), são hermafroditas e adaptaram-se bem ao nosso clima, podendo ser encontrados em 23 estados. 
Tornaram-se uma praga, tanto do meio rural (pois destrói plantações) como do urbano, alimentando-se de vegetação e de caramujos da fauna nativa, o que pode levá-los à extinção.
Existe a possibilidade de serem vetores de doenças graves,pois são hospedeiros de duas espécies de vermes capazes de provocar doenças sérias, como perfuração intestinal (angiostrongilose abdominal) e meningite (angiostrongilíase meningoencefálica). Os vermes podem ser encontrados na secreção deixada pelo caramujo. Instalado em hortas e pomares, contaminam frutas, verduras e disseminam doenças. Para prevenir, lave bem hortaliças e vegetais que serão consumidos in natura, e deixe-os de molho de quinze minutos a meia hora, na solução de uma colher de água sanitária para um litro de água.
É possível comê-los, pois têm elevado teor de proteína. Porém, devem ser previamente bem cozidos.
Para controlar a reprodução é indicada a catação manual tanto dos indivíduos como de seus ovos, colocando-os em sacos plásticos distintos, nos quais deve ser misturada cal virgem ou sal. Por último, devem ser enterrados longe de lençóis freáticos, cisternas ou poços artesianosPara manuseá-los, utilize-se de luvas ou sacolas de plástico. 
Existem, entretanto, pesquisadores que divulgam a desnecessidade da eliminação do animal, pois o risco de transmissão, segundo afirmam, é pequeno, em comparação com outros animais que ingerimos e que também podem estar infectados por doenças. Também pelo fato de que o caracol africano tem propriedades para o desenvolvimento de produtos cosméticos e farmacológicos, de maneira que o ideal seria, apenas, o controle de sua população.
Identificado o bichinho, lá vai a notícia, publicada no The Guardian (http://www.guardian.co.uk): Um salão de beleza em Tóquio está oferecendo tratamentos faciais em que a secreção dos caracóis é usada para tratamento facial. De acordo com a esteticista, a baba de caracol é ideal para peles secas, hidrata e torno o rosto suave. O centro atualmente faz apenas um tratamento facial por dia, pois a secreção se esgotaria com facilidade.

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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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