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RECICLAR É PRECISO

RECICLAR É PRECISO
RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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sábado, 4 de junho de 2016

O CAMINHO DA FELICIDADE: A RESPOSTA ESTÁ NO OTIMISMO. FAÇA ESTE EXERCÍCIO E GARANTO QUE SUA VIDA VAI MUDAR.

Há quem torça o nariz, já pelo título: autoajuda? 
Não, definitivamente este não é um guia de autoajuda. Se você é uma dessas pessoas, arrume seu nariz. 

Será que você nunca conheceu ninguém com depressão (nem passou por isso), foi traído por alguém em quem confiava nem lhe faltou quem amava ou ainda jamais ficou desempregado?

Será que nunca passou por uma grande frustração, que...
o tenha consumido, exaurido?

Tais eventos são fatos, que podem ensejar uma grande tristeza e um período de depressão; um estopim para que a fase de desequilíbrio se manifeste. 

Pode ser que os sintomas, não desencadeados por um gatilho, se evidenciem frente uma sequência de pequenas negativas superavaliadas, que levam à baixa autoestima.
Talvez depressão seja frescura para você. Na verdade, não é.

Todos nós estamos sujeitos a viver momentos em que é preciso vencer obstáculos que nos parecem intransponíveis - ao menos, no auge da dor ou da indiferença pela vida. 
A própria vida, o viver, em si, pode ser o obstáculo.
Pode parecer enigmático, mas é assim que funciona: o mundo perde as cores, o brilho, toda sua luz. 

Tudo é desbotado e, quanto mais desbotado, mais sem cor, brilho e luz. 
Isso é natural, porque é um processo. 
Como as curvas, nos gráficos de economia, como um poço ou túnel, que não tem fim ou luz. Tudo é breu.
Alguém perdeu o filho, o namorado, o marido, o amor de sua vida, o meio de ganhar a vida. 

Você já conheceu alguém que não venceu - ou teve muita dificuldade para vencer - tal trauma? 
Eu conheci, não foram poucos. 



Alguém que passou por problemas financeiros e não sabe como sair do buraco?

Inúmeras pessoas. 
Parece que não há saída: como se livrar de um atoleiro emocional? 
O pior é que a pessoa que vive esse processo não tem, em geral, sequer a vontade de sair dele, uma vez que não enxerga opções, possibilidades. É uma questão de perspectiva.
Nos tempos atuais, com a crise agravada, não são criados novos postos de trabalho nem vagas em concursos.

As dívidas não são pagas e perde-se a cada dia mais e mais a confiança em si mesmo. 
Não digo que não sofra sua dor, pela perda de um ente querido, por exemplo. 
Ela é parte do processo de crescimento: tudo na vida, um dia, vai embora. Tudo é dinâmico, como em um jardim.
O problema está na falta de controle, que pode gerar um quadro depressivo.



Conheci quem deixou de tomar banho, escovar os dentes, se arrumar. Quem passou a usar roupas rasgadas, viver despenteado. A casa às moscas, o não preparar a comida: "Não vale a pena."


Um exemplo (de antigamente, mas não tão antigamente assim)? 
Aquela linda moça que, com o casamento, "ganhava" o status de dona de casa. 
Outro, de qualquer tempo? 
O que se aposenta sem planejar o que fazer com o tempo demasiado: torna-se um estorvo para a mulher, para si próprio.
Sei que há aqueles que largaram tudo para viver nas ruas. Acredite: não são bandos de analfabetos sem eira nem beira; muitas vezes é uma opção. 
Não a melhor, mas uma opção.


Isso não é exagero. O caminho que leva à depressão começa por pensamentos negativos, que podem ser motivados pela falta de confiança, pela falta de fé em si mesmo ou uma grande dor.

Em épocas de crise muitos homens de negócio falidos recorrem ao suicídio e todos sabemos de histórias de amor rompido que levaram ao mesmo caminho. 

Uma tristeza invasiva, persistente, acompanhada de ansiedade ou o vazio no peito. A sensação de abandono. O abandono de si mesmo.
Parece que o mundo se voltou contra a pessoa, que ela não tem nenhum valor e que é culpada (ou o mundo) pela sua dor. 
Noites vazias, de angústia e insônia ou, ao contrário, dormir todas as horas possíveis (um escape); durante o dia trabalhar é mais difícil, pois o poder de concentração diminui. Ideias fixas.

Não se interessa mais por praticar esportes nem atividades ou hobbies que antes apreciava e o corpo responde com dores, azia, gastrite, úlcera. 
Tomar decisões é cada vez mais difícil, até porque não há para onde ir.

Se as coisas estão ruins, ficarão piores: menos sorrisos, a pele macilenta, olheiras, o desmazelo com as roupas, o tanto faz, o olhar sem brilho, a fala monocórdia. 
Como trazer para si bons auspícios?

O desânimo domina a pessoa e começa um caminho sem fim: o poço não tem fundo, tudo é escuro e triste.

Há quem diga que são aqueles que sempre enxergam o copo com água pela metade como se estivesse quase vazio.

O que ocorre é que o deprimido não "opta" pela depressão. É um caminho, um hábito, um vício. Uma dura experiência.

Vício de só se enxergar o lado negativo das coisas. Como naquela piada em que você cumprimenta: "Bom dia!" e o outro responde: "Por quê?"

Na verdade, o deprimido não responderá com essa pergunta. Devolverá o bom dia, na vozinha chata e sem vitalidade mas pensará "Por quê? Por que bom dia se neste dia igual a todos os outros nada de bom pode acontecer? Por que bom dia se neste dia igual a todos os outros eu morro a cada minuto?" 

O deprimido não atinge apenas a ele próprio, mas também a sua família e aqueles com quem convive: seus pais, filhos, irmãos, colegas, marido ou namorado. 
As pessoas tenderão a se afastar dele e seu mundo será, de fato, cada dia mais negro, justamente porque ele torna mais negro o dia das outras pessoas. Não é fácil o convívio com uma pessoa doente.

Existem aqueles que intercalam momentos de euforia com outros de depressão (depressão bipolar). Em um momento falam pelos cotovelos, cheios de energia. De repente, seu humor se altera drasticamente. 

Todos nós vivemos períodos nos quais lidamos com situações de vazios profundos. O deprimido não necessariamente dependerá de causas externas (doença, stress, perda de alguém querido, dificuldades financeiras) para manifestar os sintomas, que são parte de um processo. 

Uma tristeza ou sensação de abandono por algumas semanas não caracteriza a depressão, mas se o vazio e a perda do "eu próprio" se prolongar no tempo pode ser clinicamente diagnosticada: o deprimido está doente. 

Pode ser que precise se ajuda externa, como terapia e remédios, prescritos por um profissional.
É, no entanto, uma doença que, na maioria dos casos, tem cura.
Depressão é o foco borrado, a visão distorcida do mundo. 
Sei que parece fácil falar, se você está vivenciando um período difícil. 
Falo, entretanto, com experiência de vida - minha e a de muita gente que conheci.
Pode parecer que tudo está errado, que os caminhos que você escolheu - ou que a vida dispôs para você - são os piores possíveis e que não há mais trilha a seguir. Isso não é verdade.

Pode parecer que nada vale a pena, que ninguém dá valor para você e que você não tem, mesmo, valor nenhum. Também não é verdade.

A verdade é que você é único, uma vida plena, que grita pela luz; luz que só você pode dar a si mesmo.

A verdade é que você pode muito, mas precisa sentir-se seguro, e essa segurança é o que lhe falta, agora.

Comece por olhar uma flor. Veja seus detalhes, seu brilho, seu acetinado, seu perfume. Sorria para essa flor. 

Olhe para o seu entorno e descubra pássaros, árvores, um raio de sol. Repare nas nuvens, em seu formato, cor, densidade.
Ouça a voz da natureza: o canto dos pássaros, o quebrar das ondas, o farfalhar das folhas, os pingos da chuva.

Quando falar com alguém, se interesse por esse alguém, olhe-o nos olhos, com firmeza, sorria (não um riso desbragado, mas apenas um sorriso). 
Pronuncie bem as palavras e busque a harmonia que existe dentro de você: ela emergirá e se materializará em suas atitudes.

São exercícios, que você deve desenvolver todos os dias.

Sorria para o sol, cumprimente-o. Agradeça o novo dia que se lhe oferece, com novas oportunidades de agradecer por estar vivo.

Pode ser difícil, mas agradeça. Agradeça o fato de estar vivo. Se você mantiver esse sentimento de gratidão durante o dia, vai sorrir mais.

Sorrindo mais, sua pele ficará, com certeza, mais vistosa, seus olhos brilharão, seus cabelos ficarão mais sedosos. Aos poucos, você conseguirá se sentir mais firme e seguro, com mais vitalidade. 
O corpo responde ao sorriso, ainda que você não esteja animado para ele.
Em consequência, sentirá melhor o sabor dos alimentos, reparará no carinho daqueles que estão ao seu lado e verá outra pessoa do outro lado do espelho.
Não a pessoa amarga que o acompanha hoje, mas alguém de carne e osso, que erra, acerta, que possui defeitos e qualidades, como todas as pessoas e que tem, sim, muitos pontos positivos. Você vale muito, tenha a certeza disso.
Quando um pensamento negativo o abater, como "Eu não presto para nada", "Eu nunca vou conseguir", "Eu sou um inútil", afaste-o de imediato, rebatendo-o com outro, positivo. Você é feito de luz, de energia, e não pode deixar que a sombra o domine.
As ideias brotarão com mais facilidade, você se sentirá melhor e mais forte.
Quando lhe fecharem portas, será capaz de enxergar janelas, frinchas, frestas, buraquinhos onde a luz consegue passar. 
O sorriso e a gratidão darão mais equilíbrio à sua vida.
Quando a vida lhe tomar alguém, agradeça a oportunidade de ter desfrutado da companhia desse alguém, a dádiva recebida.
Terá sabedoria para saber que haverá, sempre, espaço para coisas boas, que estão para chegar. Não há hora ou idade para que elas aconteçam.
O melhor caminho começará a ser trilhado.
Procure novos interesses: coisas que você goste de fazer, como hobbies, práticas esportivas, dança. 
Faça um trabalho solidário e doe um dia de sua semana ou de seu mês: você não sabe o que isso pode representar para a sua vida, para o seu conceito sobre si mesmo.
Você conhecerá pessoas diferentes e interessantes, o que pode ampliar sua visão de mundo.
Se está sem emprego, pense com calma em novas oportunidades.
Caso pretenda empreender, analise, pesquise, procure a ajuda de especialistas. O que parece uma desgraça pode ser, ao final, uma oportunidade. 
O exercício não é ser otimista cego e inconsequente, mas um crítico que analisa melhor as situações, sabendo que tudo tem o seu lado positivo.
Mesmo quando parece, à primeira vista, que o que nos acontece é uma coisa ruim, mais tarde percebemos que foi algo que nos impulsionou para uma coisa boa. 
Não podemos saber, quando vivenciamos o momento, se o que ocorre é, de, fato, negativo para nossa vida. Mas pode ser enriquecedor.
É preciso ter equilíbrio e enxergar oportunidades, ter a mente aberta para novas ideias, amizades, para que a vida se faça presente.
Com o treinamento do ver a luz, do agradecimento, terá dado início um processo novo, o processo de valorização da vida.
Agora leia tudo outra vez, clique em cada foto e sorria, observando sem pressa os detalhes de cada imagem. O mundo é maravilhoso e você vale a pena, tenha a certeza disso.
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Um abraço!
Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week! 

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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