PLANTANDO DÁ, SIM

RECICLAR É PRECISO

RECICLAR É PRECISO
RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

UM MUNDO SEGURO

Queria viver em um mundo seguro
Em que cada um pudesse sair à noite
Andar sob a lua, à luz do luar.
Queria um mundo sem medo
Em que pudesse olhar nos olhos do outro
Sem reservas.
Queria um mundo sem portas
E sem fronteiras.

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Conheça mais. Faça uma visita aos blogs disponíveis no perfil: artigos e anotações sobre questões de Direito, dúvidas sobre Português, poemas e crônicas ("causos"): https://plus.google.com/100044718118725455450/about.
Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.

Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

SÃO PAULO, CIDADE DAS GRADES. JÁ QUE É INEVITÁVEL, ESCOLHA A SUA.

É impossível pensar em viver em São Paulo sem grades. Não sou amiga, mas sei que é inevitável viver sem elas. 
Assim sendo, a opção pelas grades não passa pelo sim ou não, mas pelo "como".
Bordadas, lisas, em formatos geométricos, de ferro, de alumínio. As alternativas não faltam. 
Se não há segurança, esbanja-se criatividade.
Estas fotografias dão sequência à série, iniciada há alguns meses (veja 

SE É O JEITO, QUE VENHAM AS GRADES! Dezenas de grades, internas e externas. Quem sabe você, que pensa colocar uma grade nova (ou trocar a antiga) não se inspira? e QUE VENHAM AS GRADES II Dezenas de grades, internas e externas. Quem sabe você não se inspira?








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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

FLOREIRAS EM DEGRAUS, CONFECCIONADAS COM PEDRAS OU ENTULHO: CONFIRA OS RESULTADOS (RESULTADOS: PARTE II)

O resultado. São quatro floreiras diferentes, confeccionadas com restos de construção.



Postei em 

JARDINS E FLOREIRAS ELABORADOS COM ENTULHO OU PEDRAS: DEGRAUS, ELEVADOS, UM JARDIM SUSPENSO. Idéias para aproveitamento de material e valorização do terreno (PARTE I: COMO FAZER) como construí estas floreiras. Agora, o resultado, com as plantas. Com o tempo, ficarão, a cada dia, mais bonitas.


Para valorizar cada planta, foram pensadas cores e texturas. Na escolha foram valorizadas plantas que não necessitassem de trato. 

Quanto mais o tempo passar, mais lindo será o jardim.



Aqui, parte da terceira e da quarta floreiras. Veja que a última recebeu, apenas, capuchinha (a planta toda é comestível: a flor, tem sabor semelhante à rúcula e suas sementes são leves e delicadas).


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Junto à cerquinha, paulistinha. Placas de ardósia servem como piso (sobre areia).

A forração foi feita com dinheiro em penca (como nesta foto) ou jardim inglês.



A terceira floreira. O segundo degrau recebeu sementes de amor perfeito.

Detalhe: a pedra em formato de coração, ladeando o canteiro de amor perfeito.



 Entre a segunda e a terceira floreiras.


Maria sem vergonha no primeiro andar da terceira floreira.


A segunda floreira: mini bocas de leão pendentes.


Segunda floreira: o primeiro andar recebeu gerânio pendente. Acima, uma cultura de morangos. 

No centro, jardim inglês, que pode ser encontrado em calçadas, e onze horas. A mini roseira já está com botões.

Ao fundo: dracenas e hibiscos.

E morangos. Morangos no meu jardim.

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Detalhe: flores vermelhas atraem beija-flores. Tanto os hibiscos como as capuchinhas possuem tal propriedade.



A primeira floreira. 

Primeiro andar: maria sem vergonha. 

Segundo: crisântemos brancos. 

Terceiro: cactos e suculentas, em um jardim com pedrinhas e conchas.

Ao fundo: dracenas.




Cactos, suculentas, onze horas, conchas, pedras, pedrinhas, tudo um conjunto. E mini crisântemos brancos.



A quarta floreira. Ela circunda um conjunto de troncos, amarrados com arame de aço inoxidável, e que recebeu orquídeas, uma flor de maio e pequenas samambaias, além de ser encimado por um pé de abacaxi.


 Obrigada pela visita!

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e os mais, na coluna ao lado. Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.
Um abraço!
Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week! 

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

JARDINS E FLOREIRAS ELABORADOS COM ENTULHO OU PEDRAS: DEGRAUS, ELEVADOS, UM JARDIM SUSPENSO. Idéias para aproveitamento de material e valorização do terreno (PARTE I: COMO FAZER)

Queria um jardim diferente. Nas fotos divulgadas na internet, nada saía do lugar-comum. Tudo muito bonito, mas nada que valesse a pena. Não havia um jardim suspenso, em formato de floreiras combinadas entre si.

Nada era original.

Resolvi fazer o meu, a partir de entulho de construção e liga de cimento. São quatro floreiras e exponho aqui as três primeiras. A quarta possui apenas um nível. 


Por ser mais simples, dispensei as fotografias que...

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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