PLANTANDO DÁ, SIM

RECICLAR É PRECISO

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RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

DE LESMAS E DE ABÓBORAS E DA INVERSÃO DA ORDEM: PRIMEIRO, O FRUTO; DEPOIS, A FLOR.

Lembram-se das "ABÓBORAS AVASSALADORAS"?
Pois bem. Até agora, a aboboreira é avassaladora. Cresceu quinze metros, em pouquíssimo tempo, aproveitando-se da vizinhança com o pé de maracujá, que adubo, assim como todas as fruteiras e o jardim, a cada mudança de estação (10-10-10 e esterco de galinha). Folhas imensas (mais de trinta centímetros de diâmetro, medidos na fita métrica) cobriram minhas flores.
Em duas semanas, cresce além de dois metros, de maneira que é preciso desviar os ramos que avançam sobre os canteiros floridos.
Não vou arrancar o pé apenas porque está no lugar errado. Comeremos as abóboras, suas flores (que ficam uma delícia em uma omelete) e guiarei suas ramas.
O problema é que, apesar da exuberância, as flores não tinham como vingar, gerando frutos, pois pequenas lesmas infestaram a plantação (de um único pé).
Para resolver o problema (que foi efetivamente sanado), preparei duas armadilhas, a base de cerveja: um potinho e uma lata de cerveja, com o líquido e um pouco de sal. Espalhei também sal pelo jardim e derramei um pouco do repelente dentro das flores. Duas semanas depois, as lesmas desapareceram.
Descobri, enfim, que o próprio pé de abóbora havia, também, criado seu mecanismo de defesa. As plantas, como se sabe, são seres vivos, que nascem, crescem, desenvolvem-se, geram frutos e morrem, cada coisa a seu tempo.
Não sei por qual motivo algumas flores nasceram depois dos frutos (até agora apenas três carregam tal característica, as demais desabrocharam normalmente).
De ordinário, uma planta primeiro floresce, para depois gerar seus frutos. Achei tão estranho o comportamento que fotografei e posto aqui.

Já viu coisa igual?


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Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.

Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.


POTES PARA TEMPERO A PARTIR DE "EX"-POTES DE GELEIA. LUZ, UNIFORMIDADE, ORGANIZAÇÃO

O que você faz com aqueles potinhos de geleia fina? 
Eles podem se prestar a um excelente conjunto para temperos: louro, colorau, orégano, salsa, pimenta, canela em pau ou em pó, cravo da índia, erva-doce, alecrim, páprica, coentro, tempero pronto, camomila, tudo à mão.
Bonitos, não limitam a quantidade do conjunto: você pode ter vinte, trinta potinhos, enfileirados.
São versáteis e prestam-se, também, a decorar o ambiente. 
 As tampas? Se quiser, decore. Eu preferi manter a decoração original.

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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

DA ARANHA DA VARANDA E DE OUTRAS ARANHAS


Há algumas semanas, tenho uma nova moradora em minha casa: uma grande aranha, de aproximadamente oito centímetros (não usei o metro, é claro). 
Rajada, de preto e um rosa brilhante, guardada em seu casulo-abrigo, observa a teia maior que teceu no entorno e a mim, a ver se destruo sua obra. É curioso seu casulo, ou teia menor, de forma cilíndrica.
Quando fui morar em Ibiúna, fiquei apavorada com a possibilidade de encontrar aranhas e cobras dentro de casa. Não raros são os depoimentos de acidentes domésticos em que os animais são protagonistas.
Descobri que não existem inseticidas contra tais animais. O remédio é se prevenir: bater os sapatos e verificar onde tocamos. Nós somos os intrusos; eles, os habitantes naturais do lugar.
Fica a dica para quem não conhece: no interior, em especial em chácaras e sítios, antes de calçar um sapato, bata-o no chão, para expelir eventual visitante indesejado.
Os animais selvagens não atacam, a menos que seja para se alimentar ou porque se sentem encurralados. Portanto, se tentar esmagar uma aranha (vestir o calçado aonde ela se abriga, por exemplo) pode ser picado.
Por enquanto, decidimos que a aranha ficará lá, para se alimentar dos insetos. Que mal pode fazer?
Pouco depois, descubro novas irmãs (ou primas) desta minha inquilina, na cobertura da área destinada ao churrasco.
Vá lá. Por enquanto, fiquem.
Ao postar as fotografias, fiquei curiosa e pesquisei na Internet. Esta é uma aranha da espécie Nephilengys cruentata, parente da Nephila. A fêmea pode alcançar 19 cm de comprimento (os machos, no máximo 4 cm). Por conclusão, esta deve ser uma fêmea. 
Originária da Africa, proliferou-se no Brasil, nos estados do Rio de janeiro, São Paulo e Minas Gerais e se alimentam de insetos. Aliás, desenvolveu-se em toda a Mata Atlântica, sendo encontrados espécimes, inclusive, na Bahia e em Santa Catarina. Entretanto, também se alimentarão dos pequenos pássaros que se prenderem em suas teias. Torço, então, para que os beija-flores sejam poupados (ainda não vi penas presas às armadilhas).
Se podem chegar a tamanhos assustadores, o veneno, por outro lado, não representa perigo para o homem.
Preocupamo-nos, no início, quanto às aranhinhas: se acasalarem, haverá centenas de pequeníssimas aranhas por todo o jardim. Um pequeno vão e a casa será invadida. 
Como os hábitos da nova moradora não incluem, segundo consta, áreas internas, e como a porta possui protetor para a invasão de insetos, convivo com os bichinhos.
No último final de semana reparei em alguns pingos pretos no piso: excrementos. Quanto valerá a caçadora, seja por sua habilidade em se alimentar de insetos nocivos, seja quanto à sua exuberância?
Bem, por enquanto fiquem lá, todas elas. Podemos batizá-las (Maricota? Rajadinha? Filó?) e conviver em harmonia.
Se, entretanto, seus excrementos tornarem-se um incômodo ou resolverem elas sair de seus casulos-abrigos para passear - o que pode oferecer perigo aos moradores -, tenho uma boa desculpa para o extermínio: não são naturais do lugar e, portanto, não sou eu a intrusa. Sem sentimento de culpa, morrerão às vassouradas.

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“Obstáculos são aquelas coisas assustadoras, que você vê quando desvia o olhar de sua meta.” Henry Ford

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MIAU! QUE GATINHA!

Esta gatinha toma conta da porta de uma loja, aqui no Ipiranga. Vasinhos, pedrinhas e uma gata, "plantada" na floreira. Feita com pedacinhos de metal, é atração para as crianças.
Um charme!


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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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