PLANTANDO DÁ, SIM

RECICLAR É PRECISO

RECICLAR É PRECISO
RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

VIDRO DE PARA-BRISAS EM LUGAR DE PEDRAS. UM JARDIM DIFERENTE.

Uma floreira diferente. 
Em lugar de pedrinhas ou lascas, o vidro de um para-brisas quebrado.
Este vidro não oferece riscos, pois não corta. 
Já vi a utilização em tampos de mesas, como mosaico. Basta um pouco de cola branca e, depois, preencher os espaços vazios com rejunte (colorido ou branco). Fica perfeito. 
Que tal inovar e dar outro sentido àquilo que iria para a lixeira?
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Conheça mais. Faça uma visita aos blogs disponíveis no perfil: artigos e anotações sobre questões de Direito, dúvidas sobre Português, poemas e crônicas ("causos"): https://plus.google.com/100044718118725455450/about.
Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.


Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

UMA MANCHA NA MATA ATLÂNTICA: DE QUEM É A RESPONSABILIDADE?

Todo aquele que sobe a Rodovia dos Imigrantes se depara com estas imagens, à direita de quem viaja, muito próximas à praia. 
Você já se perguntou a que município pertence?
Se a viagem é feita à noite, verificamos que há luz. Inclusive postes de iluminação. 
Há luz, há água. Há, também, uma estrada. A vilazinha vai crescendo e "comendo o verde". 
É comum favelas serem instaladas nos morros, próximas às nascentes ou à beira de represas, derrubando árvores e acabando com a vegetação nativa. São Bernardo e Diadema são exemplos. Onde antes existiam chácaras, hoje temos barracos.
Casinhas ou barracos colados, mal estruturados, colocam em risco moradores e trazem novas preocupações ao Poder Público. 
Leio o sinal como uma mancha crescente, a pedir socorro. Quem ouve?
Quando estiver realmente grande, pressionarão os ocupantes pela instalação de uma rede de esgotos, escolas, hospitais.
A área é, como se adivinha, pública. 
E amanhã, quando a terra encharcada colocar os moradores em risco, quando iniciarem os desabamentos, perguntaremos: "Por que deixaram que se instalassem ali?"
Porque ninguém ouviu o clamor da terra. Porque somos todos testemunhas mudas, surdas e cegas.




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Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

UM LUSTRE ANTIGO? NÃO. É UM VASO.

A coisa é segundo sua utilidade. 
Sabe aquele lustre velho, que você escondeu no porão? Que tal dar a ele outra função?
Que tal revirar o que não usa mais e dar às coisas uma nova chance, uma nova utilidade?
Menos lixo, maior preservação e uma nova cara à decoração de sua casa.
Este vaso acondiciona um pé de hortelã. 
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Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

VASOS INOVADORES: CONCHAS E CIMENTCOLA

 A imagem fala por si: diferente, original. E requer apenas conchas. Que tal?

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Projeto orienta pescadores sobre captura acidental de espécies marinhas

PRESERVAÇÃO – Em caso de capturas acidentais, a população pode entrar em contato com o órgão por meio dos telefones (13) 99603-0986 e 99601-2570

Golfinhos e tartarugas marinhas são animais que habitam em águas costeiras e não é raro ver alguns destes seres marinhos no Litoral Paulista. Porém, eles estão sendo alvo da captura acidental, ou seja, aparecem nas redes mesmo não sendo o objetivo da pescaria.
Ocorre que muitos pescadores sabendo que estes animais são protegidos no Brasil, e sua pesca é proibida, dificilmente informam a algum órgão ambiental o fato de golfinhos e tartarugas terem ficado presos em suas redes e aí estes animais acabam morrendo quando poderiam ter sido salvos.
O Projeto Pescador Amigo/Biopesca realiza este trabalho de conscientização desde o ano passado nas comunidades pesqueiras em Itanhaém e também em outras cidades do litoral: Peruíbe, Mongaguá, Praia Grande, São Vicente, Santos, Guarujá, Bertioga e ao sul de São Sebastião.
O projeto tem como objetivo ampliar o conhecimento do impacto destas capturas acidentais e sensibilizar pescadores sobre a pesca responsável. Portanto, em caso de capturas acidentais, a população pode entrar em contato com o órgão por meio dos telefones (13) 99603-0986 e 99601-2570.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social

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Pessoas com deficiência participam de evento com cadeiras anfíbias nesta quinta-feira (20)

Nesta quinta-feira (20), das 9 às 13 horas, pessoas com deficiência puderam participar de um evento que teve como objetivo divulgar o Programa Praia Acessível, do Governo do Estado. O programa disponibiliza cadeiras anfíbias que os ajuda a entrar na água do mar. O evento acontecerá em frente à Colônia de Cabos e Soldados da Polícia Militar, no Satélite.
O intuito foi mostrar à população o uso das cadeiras, que agora tiveram seu prazo estendido e ficarão à disposição até o fim de 2014. O Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Edson Santos, enfatizou sobre a importância dada por quem as usa. “Queremos saber se as pessoas que usam a cadeira anfíbia aprovam o projeto, o que elas acham”, ressalta.
No evento houve monitores e guarda-vidas para dar apoio aos presentes. Tendas também fizeram parte da organização. O evento é uma organização do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
PRAIA ACESSÍVEL – O programa chegou a Itanhaém no começo de 2012, trazendo a possibilidade das pessoas com deficiência irem ao mar. As cadeiras, que são feitas de alumínio com pneu especial que flutua e não afunda na areia, foram projetadas pela Secretaria Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Para utilizar as cadeiras, é necessário apresentar os documentos do usuário e acompanhante, além de preencher um Termo de Responsabilidade.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social de Itanhaém

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Itanhaém arrecada doações para vítimas das chuvas no Vale do Ribeira

O Fundo Social de Solidariedade de Itanhaém e a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social estão arrecadando materiais para as cidades devastadas pelas chuvas no Vale do Ribeira: Juquiá e Miracatu. A população poderá doar materiais de higiene (fraldas descartáveis, sabonete, pasta de dentes, papel higiênico); leite em pó, produtos de limpeza e água.
As doações poderão ser encaminhadas na Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social, que fica na Rua Oscar Simões de Carvalho, 30, Cidade Anchieta. Vale ressaltar que não é necessária a doação de roupas.
ITAÓCA – A Prefeitura de Itanhaém realizou uma campanha de arrecadação, por meio do Fundo Social de Solidariedade e Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, e os munícipes se solidarizaram com uma grande quantidade de doações à cidade de Itaóca, que foi prejudicada com a ação das chuvas no mês de janeiro.
No final daquele mês um caminhão levou mais de 5 mil itens arrecadados às vítimas. Foram 913 litros de água mineral, 496 unidades de papel higiênico, 112 quilos de arroz, 96 litros de leite, roupas e calçados. Os itens são considerados os mais urgentes e principais em casos de doação.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social de Itanhaém

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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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