PLANTANDO DÁ, SIM

RECICLAR É PRECISO

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RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

OS GRANDES NAVEGADORES DEVEM SUA REPUTAÇÃO AOS TEMPORAIS E TEMPESTADES. Epicuro


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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

DICAS SOBRE GRAMADOS, FORRAÇÕES E JARDINS. DÁDIVAS QUE ENCONTRAMOS PELOS CAMINHOS (E DESPREZAMOS)

Tanto os gramados como as forrações prestam-se a dar uniformidade ao terreno, em áreas externas.

GRAMADOS
Você pode ter um gramado, ou com ele destacar algumas árvores ou plantas. Pode, também, optar por forrações. Quem jamais ouviu que o gramado do vizinho é sempre mais verde? Pois é.
Os gramados são em geral adquiridos em placas ou rolos e deve-se ter em conta, na hora da escolha da espécie de gramínea, o efeito estético, as características do solo, iluminação e umidade, além do pisoteio a que ele será exposto.
As espécies mais utilizadas para gramados extensos, no Brasil, são as gramas esmeralda (Zoysia japonica), são-carlos (Axonopus compressus) e santo-agostinho (Stenotaphrum secundatum). Para áreas de poucos metros quadrados, além das já citadas, temos as gramas preta e amendoim. O terreno deve ser previamente preparado: nivelado, corrigida sua acidez, eliminadas ervas daninhas e insetos e o fornecedor deve garantir a boa procedência do produto.

Grama preta


Grama amendoim


De toda forma,um gramado somente é bonito aparado (e varrido, vigorosamente), adubado e tratado. Portanto, esqueça a ideia de que basta plantar e terá um espaço maravilhoso. As ervas daninhas crescerão entre o gramado e será necessário arrancá-las, bem como será preciso aparar a grama. Será necessária também a rega e, com alguma frequência, a adubação (ao menos uma vez ao ano).
Se desejar flores e grama, utilize-se do separador de grama. É uma placa, feita de plástico - e disponível nas lojas que vendem produtos para jardinagem -, para impedir que o gramado avance sobre as outras plantas, abafando-as. Com o separador é possível fazer desenhos, geométricos ou orgânicos, que podem valorizar o jardim.

FORRAÇÕES

Com flores delicadas, o jardim inglês é facilmente encontrado nas rachaduras das calçadas, em São Paulo, ou entre calçadas e casas. 

Um jardim não é um amontoado de plantas e flores. É preciso saber combinar, valorizar cada espécie. 
Uma máxima que utilizo é: se você tem em casa a flor (ou planta) mais linda do mundo, em meio a um colorido irracional, ela se perde, não existe. Se, por outro lado, você destacar um simples trevo em um vasinho ou floreira, ele será um encanto.
Portanto, o trabalho de se confeccionar um jardim leva em conta a textura, as cores, o realce de cada espécie.
Se não quiser se dar o trabalho de planejar, crie uma área de destaque para algumas poucas plantas, que realcem a beleza de cada uma e, ao seu redor, tenha uma forração que harmonize com as eleitas. 
Nos jardins é possível optar por espécies não usuais para forração, facilmente adaptáveis e que requerem pouco trabalho. Em geral, não são resistentes ao pisoteio. Portanto, se optar por utilizá-las, use também placas (de pedra ou cimento) para formar um caminho.
Cultivo um gramado e tenho diversos jardins, valorizados por forrações. Estas colhi pelo caminho e as reproduzi, depois, em um canteiro. Depois de plantadas, ao redor de minhas favoritas, cultivadas em floreiras feitas em diversos planos, consegui criar um efeito deslumbrante (leia, a propósito, 

FLOREIRAS EM DEGRAUS, CONFECCIONADAS COM PEDRAS OU ENTULHO: CONFIRA OS RESULTADOS (RESULTADOS: PARTE II)).

Nas calçadas por onde anda, com certeza deve ter deparado com algumas delas. E, como é usual, sequer ter reparado.

Além das que exponho aqui, existem outras espécies também delicadas e apropriadas a forrações, como o dinheiro em penca, além de mais outras, que sequer sei o nome. 
Postarei, adiante, mais fotos. Quem sabe você não se encanta com os presentes que pode colher pelo caminho?


 















Vidrilho e jardim inglês.




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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
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VOCÊ CONHECE O FORUM DO IPIRANGA?


Já a algum tempo divulgo a obra de nosso colega Roberto Rossi. São seus quadros que emolduram as paredes do Forum Regional do Ipiranga, na capital de São Paulo, dando-lhes o ar acolhedor que os frequentadores conhecem.
A história de como foram parar os quadros ali é interessante. Em 2005 foi instalada a Vara do Juizado Especial Cível do Foro. A juíza Vera Lúcia Lorenzi Damaso, designada para assumir a vara, inovou, conforme o tempo e as condições lhe foram favoráveis. E muito.
O fórum ganhou roupagem nova e agradável: foram instalados vasos, recriados os jardins, gerada a biblioteca, revigorado o estacionamento (exíguo). Os cartórios, mal distribuídos, passaram a ofertar uma atmosfera clean: as pilhas de processos que se amontoavam nas prateleiras próximas ao balcão foram separadas em outro ambiente. Em seu lugar, quadros, plantas, mesas e escreventes. Quem visita o local - e quem trabalha nele - sente-se acolhido.
A ideia inovadora foi tão exitosa que sua sucessora (de curta passagem), a juíza Ida Inês Del Cid, quando assumiu 2ª Vara da Fazenda Pública, em São Bernardo do Campo, levou consigo muitos de tais princípios de organização. Por consequência, o TJSP veiculou uma matéria elogiosa à doutora Inês: a vara passou a ser disputada entre escreventes e admirada por outros juízes.
Próximo ao Museu do Ipiranga - e aos parques que o circundam -, o forum, em seu espaço  diminuto e sempre verde, recebe aves das mais variadas espécies, esquilos, pequenos símios. 
A biblioteca, gratuita, é de acesso geral a todos os funcionários. O lazer é mais rico, desde que ele existe. Aplausos à Cristina, funcionária da Administração, que lê todos os livros e nos recepciona com encanto e educação ímpares. Registro: aceitamos doações!
Quanto aos quadros, eles estão lá, maravilhosos e, naturalmente, disponíveis. Não há preço afixado, pois não se trata de comércio, mas de mera decoração. Quem se interessar, entre em contato com o Roberto.
A doutora Vera aposentou-se e, desde então, na companhia de seu marido, Eder Luiz Peres, assumiu a direção do restaurante Zeffiro, em  nova incursão exitosa: o restaurante é um sucesso!
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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