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RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

LITERATURA E GASTRONOMIA - DA FEIJOADA DE VINICIUS A PEDRO NAVA

imagem: www.mercadinhossaoluiz.com.br

Livros podem significar mais do que uma viagem transcendental, em que vivenciamos experiências e sensações novas e, mesmo, inusitadas. O mundo da gastronomia, ainda que a obra não o aborde como pano de fundo, é por vezes referenciado, seja no como servir ou relativamente a pratos, sabores e combinações, conhecidos ou não, dando espaço à história - porque a comida que chega a nós percorreu um longo caminho no paladar da sociedade em que hoje é cultuada.
Existem exemplos magistrais. Separei, para a cultura gastronômica dos aficionados - e quem sabe, o preparar de tais delícias -, alguns exemplos, expostos como prova do sabor do prato velho e sempre novo. 
Os dois primeiros ligam-se à feijoada. Das linhas aqui transcritas percebe-se que a feijoada alcançou um grau tão alto na arte, também culinária, que fez-se verso, com sabor, cheiro e cor, envolvidos em paixão. 
É imperdoável falar-se em feijoada sem a remissão a Nava, suas referências, tanto históricas como gustativas. 
A arte culinária tem segredos do aguçar ou enfraquecer o paladar. Estes pecados, enfatizados pelo escritor,...

"NA TONGA DA MIRONGA DO CABULETÊ" OU A RESPOSTA DE VINÍCIUS



Há pouco recebi uma postagem na qual é explicitado o significado do refrão da música de Vinícius. Claro, pesquisei, a ver se a informação é verdadeira.
A autoria foi creditada: Vinicius de Moraes: o Poeta da Paixão; uma Biografia. São Paulo : Companhia das Letras, 1994. O contexto, historicamente colocado, faz sentido: 1970; a parceria Vinícius e Toquinho; Europa, Brasil, ditadura e AI-5; Pedro e a musa Gesse Gessy; a fina ironia de Vinícius, na liberdade do poeta extraordinário que foi, alcança o cinismo dos modernos, já antes apresentada, direta ou indiretamente (Blues para Emmett Louis Till, A Rosa de Hiroshima e Crepúsculo em New York, disponíveis em Nova Antologia Poética, da Companhia de Bolso e disponibilizados ao final). 
Repasso a mensagem, que pode ser qualificada, ao menos, de interessante. É claro, trata-se de um xingamento, de uma natural explosão de revolta do "poetinha"2 com o sistema, se bem que cantada a música ao seu estilo lento e brando. Se o significado é aquele veiculado, ótimo. Se não o é, paciência.  Os atingidos pelo insulto, ao menos,...

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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