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terça-feira, 24 de maio de 2016

CULTIVANDO PHYSALIS ENCONTRO UMA NOVA ESPÉCIE (A PHYSALIS ANGULATA L.) A NATUREZA PREGA PEÇAS.

Já comentei neste espaço sobre minhas physalis, mas esta história começa lá atrás.
Certa vez, havia uma festinha no trabalho: um bolo, refrigerantes, nada de mais. Sobre o bolo, comprado na

Padaria Kennedy, em São Bernardo - super chique -, havia duas...
frutinhas douradas embrulhadas em cestinhos naturais, da própria planta (como fizeram aquilo?)
Eu não conhecia e achei muito fofas:
- O que é isto?
- Ora, Glória, physalis. Você não conhece?
Não conhecia. Nunca tinha ouvido falar. Grego.
O tempo passou e a marca ficou: "Oh, Glória, como não conhece?" "Não conhecendo, respondo só agora." Não conhecia.


Com a casa em Itanhaém, ainda morando em São Paulo, pedi para a Steph verificar em Ibiúna se ela conseguia encontrar a frutinha.
Bingo! Chique e rara, os frutos dourados envoltos em um balãozinho no formato de coração são, também, caros.
De alguns exemplares nasceram mudas, que vieram para a praia. No ano passado, frutificaram bem durante o outono e o inverno. Ao lado da sempre disposta amoreira, garantiram as frutas da baixa estação.
Neste ano, as plantas estão a se desenvolver e a produzir.
Mas uma espécie diferente surgiu na roça (roça é apelido: é uma rocinha, não uma plantação). 
Como havia plantado muita coisa, a torto e a direito, não eliminei o que não conhecia, com medo de arrancar comida.  
Apesar das lanterninhas em formato de coração serem iguais, a planta é muito diferente. O marido já sugeriu arrancar: "E se é venenoso?"
Vale mais consultar a internet. Para quê serve o Google?
Então descubro que a minha physalis, que plantei em todo o quintal, é a Physalis peruviana L.; aquela é a Physalis agulata L., que não é venenosa, não.
A physalis, também conhecida como camapú, acamapú, bexiga, joá de capote, lanterna da china, balãozinho, bucho-de-rã, camapum, bate-testa, juá-roça, saco-de-bode, juá liso de moita, juá de capote, mata fome, fisalis do mato, fisalis do campo e com certeza muitos outros, pertence à família das solanáceas, como o tomate, a berinjela e o pimentão. Essa é a razão porque plantas novas ou brotos novinhos e baixos desenvolvem-se melhor do que as plantas mais velhas. 
Não é um arbusto perene (já viu tomateiro durar para sempre?) Portanto, plante novas mudas a cada ano.
Pesquisando verifiquei que a espécie que nasceu espontaneamente é nativa da Mata Atlântica, mas nasce também na Amazônia e no Cerrado.
Physalis peruviana L. - a que ganhei da Stéphanie - tem as folhas em formato de coração, muito macias, aveludadas (são tenras e possuem finos pelinhos). A planta tem os ramos tortuosos.
A Physalis agulata L. - que nasceu espontaneamente - tem as folhas em formato de lança, com as extremidades serrilhadas.
A primeira, madura, é uma delícia! Até a Sophiazinha adorou! A última? 
Provei, não morri nem fiquei doente. Ela não fica amarela (nem dourada ou cor de laranja), mas verdinha. É gostosa, também, e o sabor é um pouco mais próximo do tomate, quando bem madura. Mais verde, é azedinha.
Quando fizer compota ou geleia, posto de novo.

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Maria da Gloria Perez Delgado Sanches
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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QUEM SOU EU

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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