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RECICLAR É PRECISO

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RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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domingo, 21 de julho de 2013

A PRAGA DOS CARACÓIS: DOENÇAS, CONTROLE E TRATAMENTO DE BELEZA



Há algumas anos, chegou a ser febre: diversas instituições divulgavam a criação de uma espécie de caracol comestível, para competir com o escargot, molusco muito apreciado na culinária francesa. Aulas, anunciadas em jornais e revistas, vendas de matrizes, mais e mais alunos. 
A espécie foi introduzida em fazendas no interior do Paraná. Sem controle, escapou para o meio ambiente. Tal fato qe se repetiu em criatórios espalhados pelo país.
Como a espécie não foi aceita pelos consumidores e o IBAMA proibiu cultura e comercialização, muitos criadores abandonaram os animais no meio natural.
As matrizes comercializadas eram as do caramujo-gigante africano, que não partilhava nosso habitat e não têm predadores no Brasil. Passaram desde então a compor a paisagem doméstica. 
Ótimos reprodutores (um animal pode originar 300 filhotes ao ano), são hermafroditas e adaptaram-se bem ao nosso clima, podendo ser encontrados em 23 estados. 
Tornaram-se uma praga, tanto do meio rural (pois destrói plantações) como do urbano, alimentando-se de vegetação e de caramujos da fauna nativa, o que pode levá-los à extinção.
Existe a possibilidade de serem vetores de doenças graves,pois são hospedeiros de duas espécies de vermes capazes de provocar doenças sérias, como perfuração intestinal (angiostrongilose abdominal) e meningite (angiostrongilíase meningoencefálica). Os vermes podem ser encontrados na secreção deixada pelo caramujo. Instalado em hortas e pomares, contaminam frutas, verduras e disseminam doenças. Para prevenir, lave bem hortaliças e vegetais que serão consumidos in natura, e deixe-os de molho de quinze minutos a meia hora, na solução de uma colher de água sanitária para um litro de água.
É possível comê-los, pois têm elevado teor de proteína. Porém, devem ser previamente bem cozidos.
Para controlar a reprodução é indicada a catação manual tanto dos indivíduos como de seus ovos, colocando-os em sacos plásticos distintos, nos quais deve ser misturada cal virgem ou sal. Por último, devem ser enterrados longe de lençóis freáticos, cisternas ou poços artesianosPara manuseá-los, utilize-se de luvas ou sacolas de plástico. 
Existem, entretanto, pesquisadores que divulgam a desnecessidade da eliminação do animal, pois o risco de transmissão, segundo afirmam, é pequeno, em comparação com outros animais que ingerimos e que também podem estar infectados por doenças. Também pelo fato de que o caracol africano tem propriedades para o desenvolvimento de produtos cosméticos e farmacológicos, de maneira que o ideal seria, apenas, o controle de sua população.
Identificado o bichinho, lá vai a notícia, publicada no The Guardian (http://www.guardian.co.uk): Um salão de beleza em Tóquio está oferecendo tratamentos faciais em que a secreção dos caracóis é usada para tratamento facial. De acordo com a esteticista, a baba de caracol é ideal para peles secas, hidrata e torno o rosto suave. O centro atualmente faz apenas um tratamento facial por dia, pois a secreção se esgotaria com facilidade.

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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

Baixo nível de vitamina D está associado a problemas de envelhecimento

Um novo estudo descobriu que níveis baixos de vitamina D em pessoas com mais de 55 estão associados a uma incapacidade para realizar tarefas comuns da vida diária.
Pesquisadores holandeses estudaram dois grupos de pessoas mais velhas - uma de 725 homens e mulheres com idade entre 55 a 65, e outra de 1237 mais de 65 anos - para ver se eles podiam subir ou descer uma escada de 15 etapas, vestir e despir, se a partir de

ESTUPIDEZ: Há pessoas inteligentes que, à força de se deixarem adular, acabam estúpidas.

Tem gente de toda espécie. 
É muito triste verificar que pessoas que poderiam ser brilhantes apagarem-se em função de sua insegurança, incapazes de analisar aqueles que deles se aproximam com segundas intenções.
Um dia, quando a vida não for tão risonha, relegados os verdadeiros amigos, encontrar-se-ão sozinhas. 
Sempre teremos a oportunidade de aprender. Se não da maneira mais fácil, do modo mais difícil.
A vida dá olhos. É, no entanto, preciso aprender a enxergar.
Paciência. 

ESTUPIDEZ: Há pessoas inteligentes que, à força de se deixarem adular, acabam estúpidas. (Carlos Lacerda).

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OPERAÇÃO COMBOIO: SE NÃO HÁ NEBLINA, PARA QUÊ? QUAL O CRITÉRIO DA ECOVIAS?


Gostaria de saber o que acontece com a Ecovias e seu pessoal que cuida da operação comboio.
Nesta última sexta-feira, às 18:00h, utilizei a Imigrantes, com destino ao litoral paulista. Depois da última saída, antes do pedágio, o aviso: "operação comboio".  
Primeiro absurdo: você só fica sabendo que há operação comboio depois que não dá para fugir dela, a menos que tome o Rodoanel ou o desvio por Diadema. Claro: ambas opções exigem o pagamento de pedágio pelo que não usará. Isso é um acinte!!!
No caminho e durante todo o trajeto, nada de neblina, o que já era esperado. O mais que houve foi uma leve garoa, típica da noite: o velho e bom sereno. Não havia qualquer problema com a visibilidade, que, perfeita, podia se estender por quilômetros.
Portanto, nada justificou a tal operação, que teve por resultado a lentidão do tráfego de veículos até o litoral.
Além da trapalhada, que não beneficiou qualquer dos usuários da via, um aviso no caminho: "Diminua a velocidade. Pista molhada." É uma piada, pois não seria possível trafegar com mais vagar. 
Anoto que estamos no inverno e foi noticiada a chegada de uma frente fria - Que chegou, afinal!. Portanto, o trânsito caótico deveu-se, exclusivamente, aos operadores da via, que elevou o tempo de percurso do trajeto, de São Paulo a Santos, em uma hora e meia.
Não é a primeira vez que isso acontece. Em outra sexta-feira também passei pela operação comboio e nada de neblina.
Os parâmetros são tão absurdos que já desci com visibilidade quase zero e não houve operação comboio.
Qual o critério? "Cara ou coroa?" "Hoje vai dar neblina?" "A previsão do tempo?" "Briguei com a esposa (ou namorada) e vou atrapalhar a vida de quem quer se divertir na praia?"
Quem lucra com isso? 
Deveriam agir com mais responsabilidade e respeito, pois as condições aferidas devem ser aquelas que existem no momento e que serão enfrentadas pelo usuário.

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GARAGEM X LUMINOSIDADE. FALTA DE LUZ E INSALUBRIDADE. QUAL O TAMANHO DA JANELA PARA UM APOSENTO?

Que tal iluminar sua sala?

Os jardins cederam lugar ao revestimento cerâmico, ao cimento e às pedras. No lugar de flores e frutíferas, casas e sobrados exibem abrigos para automóveis. 
Tal inovação não se deu gratuitamente, mas em função da necessidade de se guardar o (os) veículo (veículos) da família. 
Tal necessidade não deveria, porém, interferir no padrão de salubridade do imóvel. Não é o que acontece. 

Sofrem as baixadas com a água das chuvas, despejada pela enxurrada. Os moradores igualmente sofrem prejuízos, pois invertem a equação da luminosidade necessária para que sua casa tenha o mínimo de salubridade.
Explico: existem padrões mínimos para insolação e ventilação que, não obedecidos, propiciam a atmosfera parada, sem renovação de ar ou, mesmo, o aparecimento de fungos. 

Qual o mínimo necessário de abertura para vitrôs e janelas?
Para a insolação, 1/5 da área; no caso da ventilação, 1/7. 
Exemplificando: imagine uma sala com 4 metros de largura por 4 metros de profundidade (4 x 4 m). Sua área é, portanto, de 16 metros quadrados.
Qual o tamanho mínimo da abertura das janelas dessa sala? 3,2m2 (1/5 de 16) para a passagem de luz e 2,285m2 (1/7 de 16) para a renovação de ar. 

Quando cobrimos a área em frente à janela, o efeito da equação é alterado, pois tanto a garagem como o aposento imediato tornam-se escuros. Ou seja, a entrada para luz e ar inicialmente projetados na planta da casa não são mais suficientes, pois a garagem é um obstáculo.

É possível, no entanto, encontrar soluções no mercado. Existem telhas de policarbonato, vidro e plástico, que permitem a passagem da luz. Veja as duas primeiras fotos e veja a diferença.
Abaixo trouxe mais algumas fotografias que podem ajudá-lo a pensar: que tal iluminar sua sala?












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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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