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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

CAMINHÃO COLIDE COM PASSARELA, NA LINHA AMARELA, RIO DE JANEIRO. DE QUEM É A RESPONSABILIDADE?

Na última terça-feira um motorista de caminhão, da empresa Arco Aliança, que presta serviços de retirada de entulho para a prefeitura do Rio de Janeiro (Comlurb), colidiu com uma passarela, na via expressa, altura de Pilares, zona norte do Rio de Janeiro.
Com a caçamba aberta, a altura do veículo ultrapassou os 4,5 metros possíveis para o trânsito, o que provocou a morte de cinco pessoas e ferimentos em outras quatro.
O motorista conversava ao celular e trafegava em horário proibido - antes das 10h da manhã.
O acidente poderia ter sido evitado se a fiscalização fosse efetiva. 
Não importa se houve falha humana ou mecânica no erguimento da caçamba - afinal, o caminhão acessou a via expressa com a caçamba abaixada e o compartimento foi erguido pouco antes de se chocar com a passarela. Se tivesse sido barrado, o acidente não teria acontecido.
Como explicar o trânsito proibido de veículos de grande porte em vias pedagiadas?
É o que também ocorre no sistema Anchieta-Imigrantes, administrado pela Ecovias: pagamos o pedágio mais caro do país, não há segurança, veículos pesados transitam em horários proibidos e outros, sem condições de trafegar, circulam livremente.
Quando falo em segurança, refiro-me inclusive a assaltos cometidos por marginais, quando há congestionamento - muitas vezes provocados pela própria Ecovias e muitas dessas vezes sem razão, pois a "operação comboio" é utilizada mesmo quando não há neblina. Os congestionamentos são frequentes nas praças de pedágio, expondo motoristas a perigo e estresse desnecessários.
Os caminhões transitam em alta velocidade e praticam manobras arriscadas.
A falta de segurança e a má administração são comuns, tanto nas vias administradas pela Ecovias (Sistema Anchieta-Imigrantes) como pela Lamsa (Via Amarela). 
Se errou o motorista?
Não sei.
Houve falha mecânica?
Também não sei.
O certo é que alguém terá que indenizar as famílias dos mortos e os feridos.
É certo, também, que houve perdimento de bens públicos e incrível congestionamento, o que causou prejuízo a milhares de pessoas.
Alguém terá que pagar. 
Quem cobra, deve servir. Que partilhem, também, os prejuízos. Sem a possibilidade de repassar para o usuário (a vítima do sistema).

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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

domingo, 17 de novembro de 2013

QUE LOUCURA FOI ESSA?

Imagem: veja.abril

Final de semana gordo e rodovias congestionadas. Horas em filas de automóveis que seguiam vagarosamente ou paravam, sem possibilidade de escape. 
Carros com placas de Ribeirão Preto, São Joaquim da Barra, Araras, Leme, Limeira, São João da Boa Vista, Lins, Ibiúna, Cotia, Jaú, Americana, Franca, Americana, Araçatuba, Catanduva, Jaboticabal, Barretos, Jandira, Bragança Paulista, Rancharia, Campinas, Botucatu, Limeira, Rio Claro, Piedade, Sorocaba, São Roque, Bauru, São Carlos, Garça, Tietê, Jundiaí, entre as que anotamos (o que fazer para se distrair?), muitos deles em comboios, seguiram para a Baixada Santista.
Qual o motivo da febre? Qual a explicação para que cidades tão próximas de locais mais aprazíveis - litoral norte (Ubatuba, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião ou mesmo Bertioga) ou sul (Peruíbe, Itanhaém, Ilha Comprida, Cananeia, Iguape) e Rio de Janeiro (Parati, Angra dos Reis, a capital fluminense) - do que Praia Grande tivessem esta última por destino? 
Como explicar que turistas de todo o Estado de São Paulo despendessem horas até a rodovia para se aventurar em um trajeto caótico com destino a um inferno poluído?
As vias que conduzem ao litoral paulista há muito esgotaram a possibilidade de bem atender aqueles que por elas trafegam. Existe projeto para a construção de nova rodovia, divulgado desde 1997 e engavetado pelo governo estadual. Se e quando se tornar realidade sua utilidade estará ultrapassada. 
O fato é que desde o quilômetro dezesseis da Imigrantes e até a segunda entrada para a Praia Grande o tráfego de veículos era um pesadelo. A partir daí, o caos ficou para trás.
Foram apenas três dias, que dispensamos, pois retornamos mais cedo, por precaução, enfrentando novo congestionamento, trechos com chuva e outros com neblina, à noite.
Não. Nosso destino era outro. Minha praia é outra. Limpa, calma e serena, a praia não guarda semelhança com a loucura da popularesca cidade. Que Deus assim a conserve.

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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
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domingo, 21 de julho de 2013

OPERAÇÃO COMBOIO: SE NÃO HÁ NEBLINA, PARA QUÊ? QUAL O CRITÉRIO DA ECOVIAS?


Gostaria de saber o que acontece com a Ecovias e seu pessoal que cuida da operação comboio.
Nesta última sexta-feira, às 18:00h, utilizei a Imigrantes, com destino ao litoral paulista. Depois da última saída, antes do pedágio, o aviso: "operação comboio".  
Primeiro absurdo: você só fica sabendo que há operação comboio depois que não dá para fugir dela, a menos que tome o Rodoanel ou o desvio por Diadema. Claro: ambas opções exigem o pagamento de pedágio pelo que não usará. Isso é um acinte!!!
No caminho e durante todo o trajeto, nada de neblina, o que já era esperado. O mais que houve foi uma leve garoa, típica da noite: o velho e bom sereno. Não havia qualquer problema com a visibilidade, que, perfeita, podia se estender por quilômetros.
Portanto, nada justificou a tal operação, que teve por resultado a lentidão do tráfego de veículos até o litoral.
Além da trapalhada, que não beneficiou qualquer dos usuários da via, um aviso no caminho: "Diminua a velocidade. Pista molhada." É uma piada, pois não seria possível trafegar com mais vagar. 
Anoto que estamos no inverno e foi noticiada a chegada de uma frente fria - Que chegou, afinal!. Portanto, o trânsito caótico deveu-se, exclusivamente, aos operadores da via, que elevou o tempo de percurso do trajeto, de São Paulo a Santos, em uma hora e meia.
Não é a primeira vez que isso acontece. Em outra sexta-feira também passei pela operação comboio e nada de neblina.
Os parâmetros são tão absurdos que já desci com visibilidade quase zero e não houve operação comboio.
Qual o critério? "Cara ou coroa?" "Hoje vai dar neblina?" "A previsão do tempo?" "Briguei com a esposa (ou namorada) e vou atrapalhar a vida de quem quer se divertir na praia?"
Quem lucra com isso? 
Deveriam agir com mais responsabilidade e respeito, pois as condições aferidas devem ser aquelas que existem no momento e que serão enfrentadas pelo usuário.

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segunda-feira, 15 de julho de 2013

QUERO MAIS ÁRVORES EM MINHA CIDADE!

A caminho da praia, pela Rodovia dos Imigrantes, em São Paulo, existe uma incógnita para mim: este monumento às árvores, entre as árvores, no qual não encontro sentido.
Trata-se de uma obra constituída por um conjunto de painéis, iluminados à noite, que reproduzem a Mata Atlântica. 
Qual o seu sentido?
Na Mata, quero árvores, verde, vida natural, não painéis que as representem.  


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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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