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domingo, 21 de julho de 2013

OPERAÇÃO COMBOIO: SE NÃO HÁ NEBLINA, PARA QUÊ? QUAL O CRITÉRIO DA ECOVIAS?


Gostaria de saber o que acontece com a Ecovias e seu pessoal que cuida da operação comboio.
Nesta última sexta-feira, às 18:00h, utilizei a Imigrantes, com destino ao litoral paulista. Depois da última saída, antes do pedágio, o aviso: "operação comboio".  
Primeiro absurdo: você só fica sabendo que há operação comboio depois que não dá para fugir dela, a menos que tome o Rodoanel ou o desvio por Diadema. Claro: ambas opções exigem o pagamento de pedágio pelo que não usará. Isso é um acinte!!!
No caminho e durante todo o trajeto, nada de neblina, o que já era esperado. O mais que houve foi uma leve garoa, típica da noite: o velho e bom sereno. Não havia qualquer problema com a visibilidade, que, perfeita, podia se estender por quilômetros.
Portanto, nada justificou a tal operação, que teve por resultado a lentidão do tráfego de veículos até o litoral.
Além da trapalhada, que não beneficiou qualquer dos usuários da via, um aviso no caminho: "Diminua a velocidade. Pista molhada." É uma piada, pois não seria possível trafegar com mais vagar. 
Anoto que estamos no inverno e foi noticiada a chegada de uma frente fria - Que chegou, afinal!. Portanto, o trânsito caótico deveu-se, exclusivamente, aos operadores da via, que elevou o tempo de percurso do trajeto, de São Paulo a Santos, em uma hora e meia.
Não é a primeira vez que isso acontece. Em outra sexta-feira também passei pela operação comboio e nada de neblina.
Os parâmetros são tão absurdos que já desci com visibilidade quase zero e não houve operação comboio.
Qual o critério? "Cara ou coroa?" "Hoje vai dar neblina?" "A previsão do tempo?" "Briguei com a esposa (ou namorada) e vou atrapalhar a vida de quem quer se divertir na praia?"
Quem lucra com isso? 
Deveriam agir com mais responsabilidade e respeito, pois as condições aferidas devem ser aquelas que existem no momento e que serão enfrentadas pelo usuário.

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Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.

Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.




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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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QUEM SOU EU

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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