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quarta-feira, 5 de março de 2014

MEUS PÉS DE PITAIA

Não conhecia a fruta, até que meu marido trouxesse a novidade, há duas semanas. Cara e exótica, provei a variedade com poupa branca. Quis saber mais. 
" - Com esse tamanho, imagine a árvore! Impossível, Glória!"
Descobri que foi eleita a fruta do ano de 2013. A pitaia, pitaya, fruta dragão ou escamosa tem origem na América Latina. Como a goiaba, a variedade vermelha é mais saborosa, rica em vitamina C e antioxidantes. Os frutos auxiliam nos processos de emagrecimento. 
A novidade: os pés de pitaia ocupam pouco espaço e podem ser cultivados em vasos. Cactos trepadeiras, geram belas flores brancas que desabrocham durante a noite. Por essa razão são conhecidos como flor-da-lua ou dama da noite. Assim, aprendi, também, que existem mais plantas conhecidas como damas da noite.
Procurei fornecedores de mudas. Encontrei, apenas, anúncios de entrega pela internet ou produtores no interior do estado. Contatei uma casa de plantas, próxima de casa, e encomendei uma mudinha. Talvez a receba, talvez, não. A última fruteira que lá comprei era um pé de uvaia, que se revelou um belo pé de gabiroba.
Tudo bem. Adoro gabirobas! Deliciosas, são produzidas em pequenas e delicadas árvores. 
Para me garantir, da fruta que provei separei um pedaço, para germinação das sementes. Pode ser que tenha sucesso. Consegui pouco mais de dez pequenos rebentos, que hoje alcançam, no máximo, um centímetro.
Esta postagem não exaure a matéria. Com o desenvolvimento das mudas, postarei novas matérias, com mais fotos e dicas.
Próximo passo: comprar uma fruta de polpa vermelha. E encontrar um fornecedor para adquirir um pé de araçá, outra paixão.



Por Maria da Glória Perez Delgado Sanches

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Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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