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quarta-feira, 5 de março de 2014

Moradores de Itanhaém devem ficar atentos quanto à poda e corte de árvores

Qual o procedimento para a poda de árvore e onde depositar os detritos deste trabalho? Como o morador deve fazer caso os galhos estejam encostando na rede elétrica? Estas são perguntas freqüentes da população, pois muitos não sabem como é o procedimento e cada caso é um caso.
De acordo com a secretária de Planejamento e Meio Ambiente, Rosana Bifulco, quem realiza a poda da árvore é o próprio morador. “Porém, se ela estiver na calçada e encostando-se nos fios de eletricidade é necessário acionar a empresa de energia elétrica Elektro, pelo telefone (13) 3421-4500”.
A Secretaria de Serviços e Urbanização alerta que quando o morador fizer a poda da árvore o entulho deverá ser colocado em sacos de 100 litros (não ultrapassando duas unidades por dia) e depois deverá ligar para a Regional do bairro onde mora para que venham recolher os detritos.
Caso esta medida não seja realizada e os restos de jardinagem fiquem dispostos na rua, o morador será notificado de acordo com a Lei Municipal nº 3.585/2009, no prazo improrrogável de três dias, para providenciar a retirada do material e a limpeza do local. Se deixar de cumprir a notificação, o responsável pela infração será multado em 100 Unidades Fiscais (R$ 264,00).
Além disso, o Código de Posturas do Município não permite a queima de objetos inservíveis em área pública.
CORTE – Muitas pessoas se confundem quando a questão é o corte de árvore. “Nestes casos é necessário preencher um formulário esclarecendo o motivo do corte (risco de queda, prejuízos)”, explica Rosana. Durante o procedimento é preciso apresentar algum documento que confirme que a propriedade é do requerente, um croqui de localização do espécime na área e esclarecer a destinação que será dada a madeira após a sua extração.
Fonte: Comunicação Social de Itanhaém

Por Maria da Glória Perez Delgado Sanches

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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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QUEM SOU EU

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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