PLANTANDO DÁ, SIM

RECICLAR É PRECISO

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RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

ATOS DE VANDALISMO: LIXEIRAS DESTRUÍDAS

A lixeira da foto foi instalada no Ipiranga, em São Paulo. Poderia estar em qualquer lugar, para nossa serventia.
Em São Paulo passo pelas ruas e descubro lixeiras destruídas. Não uma ou outra, mas muitas. Em São Bernardo, em certo carnaval, todas as lixeiras da Avenida Senador Vergueiro foram destruídas.
O que move vândalos a destruir patrimônio público?
São fios da rede elétrica subtraídos, telefones públicos tornados imprestáveis, tampas de bueiros arrancadas. 
Outro dia, a portinha do controlador da rede rede telefônica, perto de casa, foi furtada. Dias depois, nova porta colocada, um aviso: "Esta tampa foi confeccionada com fibra de vidro, material não reciclável".
É preciso ajudar a preservar o que é nosso: seu, meu, de todos nós.
Afinal, são utensílios que nos servem, quando precisamos.
Depois, reclamamos das enchentes, falta de energia, sinal telefônico e acidentes. Somos nós as vítimas do vandalismo.

Seja leal. Respeite os direitos autorais: se reproduzir, cite a fonte.

Conheça mais. Faça uma visita aos blogs disponíveis no perfil: artigos e anotações sobre questões de Direito, dúvidas sobre Português, poemas e crônicas ("causos"): https://plus.google.com/100044718118725455450/about.
Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.

Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.



POTES GIGANTES, UMA COZINHA AMERICANA E UM BALCÃO. RECICLANDO E REAPROVEITANDO MATERIAIS.



Uma cozinha americana e um balcão. 
Faltava alguma coisa e sobravam outras. Não gosto de "coisinhas", que juntam pó e poluem o visual.
O restaurante onde almoço serve palmito e joga fora, todos os dias, dois vidros de palmito, enormes.
Pedi alguns deles, que foram lavados e dispostos em cima do balcão.
Assim, o vidro irradia a luz, a igualdade dos potes passa a sensação de uniformidade e organização e o conteúdo presta-se a uma função decorativa.
Os meus acondicionam farinha, arroz, sementes de girassol e amendoim (veja que quase acabou). Também guardarei picles, tomate em conserva, pimenta.
Para aqueles que observam o aposento, da sala, os potes chamam a atenção, desviando o olhar da pia e do fogão (apesar de sempre limpos, prefiro que não sejam os astros do ambiente social).
As tampas? Pinte, decore ou deixe como vieram. Os potes, mesmo vazios, preenchem a função decorativa (hesitei antes de acondicionar os alimentos, tão lindo ficou).
A pedido, levei para casa mais quatro potes. No trabalho, perguntaram ao amigo "encomendador" para que serviam os potes. E lá ia a mãozinha curiosa tocá-los (há quem veja com as mãos). Resposta: "São meus! Não mexa!"
Ele levará os vasilhames para o sítio da mãe, para que ela guarde conservar (geléias e compotas).
Detalhe: em geral, os restaurantes fazem um talho nas tampas, com faca, antes de abri-las. Bati com o martelo e usei silicone, para vedá-las.

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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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