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domingo, 21 de julho de 2013

GARAGEM X LUMINOSIDADE. FALTA DE LUZ E INSALUBRIDADE. QUAL O TAMANHO DA JANELA PARA UM APOSENTO?

Que tal iluminar sua sala?

Os jardins cederam lugar ao revestimento cerâmico, ao cimento e às pedras. No lugar de flores e frutíferas, casas e sobrados exibem abrigos para automóveis. 
Tal inovação não se deu gratuitamente, mas em função da necessidade de se guardar o (os) veículo (veículos) da família. 
Tal necessidade não deveria, porém, interferir no padrão de salubridade do imóvel. Não é o que acontece. 

Sofrem as baixadas com a água das chuvas, despejada pela enxurrada. Os moradores igualmente sofrem prejuízos, pois invertem a equação da luminosidade necessária para que sua casa tenha o mínimo de salubridade.
Explico: existem padrões mínimos para insolação e ventilação que, não obedecidos, propiciam a atmosfera parada, sem renovação de ar ou, mesmo, o aparecimento de fungos. 

Qual o mínimo necessário de abertura para vitrôs e janelas?
Para a insolação, 1/5 da área; no caso da ventilação, 1/7. 
Exemplificando: imagine uma sala com 4 metros de largura por 4 metros de profundidade (4 x 4 m). Sua área é, portanto, de 16 metros quadrados.
Qual o tamanho mínimo da abertura das janelas dessa sala? 3,2m2 (1/5 de 16) para a passagem de luz e 2,285m2 (1/7 de 16) para a renovação de ar. 

Quando cobrimos a área em frente à janela, o efeito da equação é alterado, pois tanto a garagem como o aposento imediato tornam-se escuros. Ou seja, a entrada para luz e ar inicialmente projetados na planta da casa não são mais suficientes, pois a garagem é um obstáculo.

É possível, no entanto, encontrar soluções no mercado. Existem telhas de policarbonato, vidro e plástico, que permitem a passagem da luz. Veja as duas primeiras fotos e veja a diferença.
Abaixo trouxe mais algumas fotografias que podem ajudá-lo a pensar: que tal iluminar sua sala?












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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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QUEM SOU EU

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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