PLANTANDO DÁ, SIM

RECICLAR É PRECISO

RECICLAR É PRECISO
RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

VOCÊ ENCONTROU O QUE QUERIA? PESQUISE. Nas guias está a matéria que interessa a você.

TENTE OUTRA VEZ. É só digitar a palavra-chave.

TENTE OUTRA VEZ. É só digitar a palavra-chave.
GUIAS (OU ABAS): 'este blog', 'blogs interessantes', 'só direito', 'anotações', 'anotando e pesquisando', 'mais blogs'.

VAMOS LÁ! CLIQUE PARA SEGUIR!

Mostrando postagens com marcador trânsito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador trânsito. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 2 de agosto de 2016

A VIDA, ÁS VEZES, PEDE "UM TEMPO". OUÇA E REPROGRAME-SE.

Trabalho, academia, viagens, compras, cartão de crédito, trânsito, aniversários, vida social, filhos, marido/mulher, concursos, estudos, planos... 

     As 24 horas são poucas para dar conta do recado. Queremos mais. Sempre mais.

     Então algo acontece: uma separação; nós ou alguém, muito próximo, fica doente; uma briga ou uma catástrofe traz aquela pessoa querida para o nosso meio, para ser protegida. 



     O equilíbrio se quebrou, o mundo rui. Será isso mesmo?

     Na verdade, o equilíbrio se partiu há tempos e o que é mais importante na nossa vida foi rechaçado, deixado para segundo - ou terceiro, quarto, quinto - plano.


     A vida, com o evento novo, nos pede "um tempo" para que possamos relaxar, ouçamos nosso coração e nos reprogramemos. 

     É o que acontece com o atleta que não ouve seu corpo: exige demais, em pouco tempo, extrapolando limites até que um nervo se distenda - por exemplo -, que um ligamento rompa, que cãibras doloridas o aflijam - e isso é o de menos.

     A família é - ou deve ser - o centro de nossas vidas. É ela que nos amparará um dia, na necessidade, é ela nosso arrimo espiritual e é ela, em geral, o instrumento que nos chama para que concentremos nosso foco, uma vez disperso.

      Família é um corpo, do qual cuidamos a raiz e as flores, para que se mantenha vivo e forte.

     Com o ritmo acelerado não nos damos conta do ritmo natural do viver, de nossas necessidades, que não são apenas fisiológicas, mas também espirituais - não me refiro a religião, mas a paz e harmonia.

     Então, se a vida o está chamando para uma pausa, pare, ouça e reprograme-se, para uma vida mais saudável, com melhor qualidade. 


É possível. Um bom dia. Sempre!
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS
Respeite o direito autoral.
Gostou? Clique, visite os blogs, comente. É só acessar:

BELA ITANHAÉM

TROCANDO EM MIÚDOS

"CAUSOS": COLEGAS, AMIGOS, PROFESSORES

GRAMÁTICA E QUESTÕES VERNÁCULAS
PRODUÇÃO JURÍDICA
JUIZADO ESPECIAL CÍVEL (O JUIZADO DE PEQUENAS CAUSAS)

e os mais, na coluna ao lado. Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.
Um abraço!
Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week! 
Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

segunda-feira, 27 de julho de 2015

ADEUS À CIDADE GRANDE E BOAS VINDAS À QUALIDADE DE VIDA: O MENOS PODE SER MAIS



Vale a pena pagar um preço tão alto por tão pouco?
O que é viver, afinal?
Nascida em cidade grande, nunca questionei se valia a pena suportar o trânsito, a poluição, as filas, o ar irrespirável e, agora, a escassez de água. 
Por fim, me dou conta de que... (clique em "mais informações" para ler mais)

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

CAMINHÃO COLIDE COM PASSARELA, NA LINHA AMARELA, RIO DE JANEIRO. DE QUEM É A RESPONSABILIDADE?

Na última terça-feira um motorista de caminhão, da empresa Arco Aliança, que presta serviços de retirada de entulho para a prefeitura do Rio de Janeiro (Comlurb), colidiu com uma passarela, na via expressa, altura de Pilares, zona norte do Rio de Janeiro.
Com a caçamba aberta, a altura do veículo ultrapassou os 4,5 metros possíveis para o trânsito, o que provocou a morte de cinco pessoas e ferimentos em outras quatro.
O motorista conversava ao celular e trafegava em horário proibido - antes das 10h da manhã.
O acidente poderia ter sido evitado se a fiscalização fosse efetiva. 
Não importa se houve falha humana ou mecânica no erguimento da caçamba - afinal, o caminhão acessou a via expressa com a caçamba abaixada e o compartimento foi erguido pouco antes de se chocar com a passarela. Se tivesse sido barrado, o acidente não teria acontecido.
Como explicar o trânsito proibido de veículos de grande porte em vias pedagiadas?
É o que também ocorre no sistema Anchieta-Imigrantes, administrado pela Ecovias: pagamos o pedágio mais caro do país, não há segurança, veículos pesados transitam em horários proibidos e outros, sem condições de trafegar, circulam livremente.
Quando falo em segurança, refiro-me inclusive a assaltos cometidos por marginais, quando há congestionamento - muitas vezes provocados pela própria Ecovias e muitas dessas vezes sem razão, pois a "operação comboio" é utilizada mesmo quando não há neblina. Os congestionamentos são frequentes nas praças de pedágio, expondo motoristas a perigo e estresse desnecessários.
Os caminhões transitam em alta velocidade e praticam manobras arriscadas.
A falta de segurança e a má administração são comuns, tanto nas vias administradas pela Ecovias (Sistema Anchieta-Imigrantes) como pela Lamsa (Via Amarela). 
Se errou o motorista?
Não sei.
Houve falha mecânica?
Também não sei.
O certo é que alguém terá que indenizar as famílias dos mortos e os feridos.
É certo, também, que houve perdimento de bens públicos e incrível congestionamento, o que causou prejuízo a milhares de pessoas.
Alguém terá que pagar. 
Quem cobra, deve servir. Que partilhem, também, os prejuízos. Sem a possibilidade de repassar para o usuário (a vítima do sistema).

Seja leal. Respeite os direitos autorais: se reproduzir, cite a fonte.

Conheça mais. Faça uma visita aos blogs disponíveis no perfil: artigos e anotações sobre questões de Direito, dúvidas sobre Português, poemas e crônicas ("causos"): https://plus.google.com/100044718118725455450/about.
Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.

Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

domingo, 17 de novembro de 2013

QUE LOUCURA FOI ESSA?

Imagem: veja.abril

Final de semana gordo e rodovias congestionadas. Horas em filas de automóveis que seguiam vagarosamente ou paravam, sem possibilidade de escape. 
Carros com placas de Ribeirão Preto, São Joaquim da Barra, Araras, Leme, Limeira, São João da Boa Vista, Lins, Ibiúna, Cotia, Jaú, Americana, Franca, Americana, Araçatuba, Catanduva, Jaboticabal, Barretos, Jandira, Bragança Paulista, Rancharia, Campinas, Botucatu, Limeira, Rio Claro, Piedade, Sorocaba, São Roque, Bauru, São Carlos, Garça, Tietê, Jundiaí, entre as que anotamos (o que fazer para se distrair?), muitos deles em comboios, seguiram para a Baixada Santista.
Qual o motivo da febre? Qual a explicação para que cidades tão próximas de locais mais aprazíveis - litoral norte (Ubatuba, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião ou mesmo Bertioga) ou sul (Peruíbe, Itanhaém, Ilha Comprida, Cananeia, Iguape) e Rio de Janeiro (Parati, Angra dos Reis, a capital fluminense) - do que Praia Grande tivessem esta última por destino? 
Como explicar que turistas de todo o Estado de São Paulo despendessem horas até a rodovia para se aventurar em um trajeto caótico com destino a um inferno poluído?
As vias que conduzem ao litoral paulista há muito esgotaram a possibilidade de bem atender aqueles que por elas trafegam. Existe projeto para a construção de nova rodovia, divulgado desde 1997 e engavetado pelo governo estadual. Se e quando se tornar realidade sua utilidade estará ultrapassada. 
O fato é que desde o quilômetro dezesseis da Imigrantes e até a segunda entrada para a Praia Grande o tráfego de veículos era um pesadelo. A partir daí, o caos ficou para trás.
Foram apenas três dias, que dispensamos, pois retornamos mais cedo, por precaução, enfrentando novo congestionamento, trechos com chuva e outros com neblina, à noite.
Não. Nosso destino era outro. Minha praia é outra. Limpa, calma e serena, a praia não guarda semelhança com a loucura da popularesca cidade. Que Deus assim a conserve.

Seja leal. Respeite os direitos autorais: se reproduzir, cite a fonte.

Conheça mais. Faça uma visita aos blogs disponíveis no perfil: artigos e anotações sobre questões de Direito, dúvidas sobre Português, poemas e crônicas ("causos"): https://plus.google.com/100044718118725455450/about.
Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.

Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

ARQUIVO DO BLOG