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RECICLAR É PRECISO

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segunda-feira, 4 de julho de 2016

COMO ACABAR COM UM RATO MUITO, MUITO INTELIGENTE. Parte final. Jerry, você perdeu.

     Há dias descobrimos que nossa casa tinha um hóspede indesejado.

     Depois das fases de surpresa e consciência, passamos ao planejamento. Necessário, pois o rato não sucumbiu nem às ratoeiras, nem à gaiola. 
     Pedacinhos de queijo deixados em pontos...
estratégicos, sem qualquer perigo, estes sim, eras surrupiados pelo ladrãozinho. 
     Tudo está narrado, com detalhes, na postagem "COMO ACABAR COM UM RATO MUITO, MUITO INTELIGENTE. Ok, Jerry, dez a zero pra você. Mas você vai cometer o próximo erro": pesquisas, armadilhas, quais as técnicas utilizadas para se exterminar os invasores. De tanto pesquisar, ficamos gabaritados. 
     Bom, desde a ciência de que tínhamos um rato em casa  distribuímos pedacinhos de queijo em todos os cômodos, mantidos isolados. 
     Por três dias colocamos, também, iscas de veneno e separamos a cozinha da sala. Primeiro, com um banco. Como achássemos pouco, foi substituído por uma muralha. Qual a finalidade? Delimitar o terreno no qual vamos trabalhar. 
     Pense: se você vai caçar o bicho, tem que saber onde e em uma casa há muitos lugares para que ele possa fugir. Como tudo o mais se mantivesse intacto, chegamos à conclusão de que o bichinho estava restrito à cozinha.  
     Primeiro, ligamos o forno. Foi esperar um pouco e o bicho correu para debaixo da geladeira. Nós a afastamos e ele correu mais uma vez, para outro canto. Sorte que todos os armários são inexpugnáveis, fechados com portas e sem vãos nos quais ele possa penetrar.
     Detalhe importante: o veneno não fez efeito nenhum. O animal estava ali, firme, forte e ágil.
     Mais uma barricada com o que encontramos à mão (pisos de cerâmica grandes apoiados em vasilhames com material de limpeza) e a gaiola posicionada. Outra investida e ele subiu por um vão ínfimo, entre o armário e a parede: inimaginável, mas para um animal em apuros quase tudo é possível.
     Me lembrei, então, da água fervendo (dica que li na internet). Joguei uma canecona inteira e ele correu para a gaiola, que até então havia desprezado. Bingo! Jerry, desta vez você perdeu.

     É importante localizar o ninho, tanto para que se higienize o local como para saber se há mais ratos. Reviste tudo. No nosso caso, o ninho foi feito dentro do fogão, no vão entre o forno e os queimadores. Lá havia de tudo: migalhas de pão, physalis, queijo e até vidro, além de fezes, sobre a fibra de vidro. O danado não se expunha, pois levava tudo para o ninho.
     Aqui o porquê de ele ter se exposto e cometido os dois erros, narrados na primeira parte desta narrativa.
     Terminada a história, além de todo o tempo perdido com a higienização da casa e refeições em restaurantes, outro prejuízo: vou comprar um fogão novo. 

COMO PREVENIR
     No mundo há mais ratos do que gente. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), existem três roedores por habitante. Na cidade de São Paulo a proporção é, segundo estimativa do Centro de Controle de Zoonoses, feita em 2005, 160 milhões de ratos para 10,9 milhões de pessoas; o índice, em Nova Iorque, é de sete ratos por habitante. 
     Se tais são as estatísticas, difícil passar a vida sem nos depararmos com um infame ratinho. 
     Até agora tínhamos passado imunes, mas seria inevitável um dia não ter que, por certo tempo, dividir o mesmo teto com um serzinho indesejável. Não fomos "sorteados". Fora, neurose!
     Com a mudança para Itanhaém passei a morar perto de um rio, mata e animais nativos. Se há comida, há quem dela se alimente. 
     Entretanto, é possível reduzir as possibilidades de ocorrência de tais eventos:
1. Não deixar comida exposta
Mesa e pia sempre ficaram limpas, mas a fruteira foi "assaltada" pelo ladrãozinho. 
Melhor deixar os alimentos vedados em potes e armários impenetráveis. Menos bonito, mas mais seguro.
2. Adubo natural
Em casa geralmente enterramos cascas de frutas, sementes, restos de arroz e vegetais. Mas ultimamente passei a deixar expostos os restos na roça. Ainda que afastados da casa, alguns alimentos que podem ter servido de atrativo. O objetivo era chamar passarinhos. Errei.
Melhor enterrar os restos orgânicos ou usar um tambor fechado como composteira.
3. Contato com o exterior
Havia contato com a rua pelas saídas que escoam a água da chuva.
Melhor isolar qualquer contato do quintal com o exterior. Instalei ralos feitos com garrafas de refrigerante furadas.
4. Acabe com as frestas nas portas 
Sabe aquelas borrachas contra insetos que se coloca na parte inferior das portas?
Pois é. Havia uma na cozinha e a da sala estava danificada. 
Ratos são animais de hábitos noturnos e é à noite que saem para caçar alimentos. 
Melhor impedir a comunicação da casa com o quintal, com borrachas ou cobrinhas de areia.
5. Se possível, use uma armadilha externa
Mesmo colocando barreiras para o acesso de roedores, manteremos permanentemente uma gaiola com isca no quintal, perto da horta. 
Ratos escalam muros, né?
Se capturar uma coruja, por exemplo, libero a ave no dia seguinte, pela manhã.
6. Manter a lixeira longe de casa
Ratos são atraídos pelo cheiro de alimento. Quanto mais longe a lixeira, melhor. Lembre-se de levar os sacos para serem recolhidos perto da hora da passagem da coleta.
7. Cheiro de hortelã
Recomenda-se o uso de hortelã para afastar ratos, pulverizando-se a essência ou plantando-se mudas, que podem ser aproveitadas em chás e temperos. Como já cultivo alguns pés, não me custa nada.
8. Ter um gato em casa
A sugestão funciona, mas não vamos adotá-la. Tivemos um gatinho amigo e companheiro por muitos anos, insubstituível. O cheiro de gato, realmente, afasta ratos, mas se você deseja eliminar ratos, o melhor é deixar que seu gato cace o alimento que vai comer. Gatos são caçadores natos, mas viciá-los com ração vai afastar o instinto natural.
9. Atrair corujas para morar em casa
Uma família de corujas se alimenta de muitos ratos em uma única noite e em Itanhaém há profusão de corujas e algumas visitam minha casa. Outras aves de rapina são também eficientes no controle de roedores, mas não quero uma caça aos passarinhos.
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e os mais, na coluna ao lado. Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.
Um abraço!
Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week! 
Maria da Gloria Perez Delgado Sanches
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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