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RECICLAR É PRECISO

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RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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sexta-feira, 1 de julho de 2016

COMO ACABAR COM UM RATO MUITO, MUITO INTELIGENTE. Ok, Jerry, dez a zero pra você. Mas você vai cometer o próximo erro.


     À noite, fechamos a porta do quarto de visitas, por causa do frio. Depois de um tempo, um ruído, como se a porta estivesse sendo chacoalhada, arranhada. Abrimos, nada.

     Fechada, o barulho voltou. Nova revista e nenhum sinal.
     No dia seguinte e no outro a experiência se repetiu e chegamos à conclusão de que a casa era assombrada. Fazer o quê? Bíblia aberta, flores, perfume, uma oração, pesquisa na internet e...
decidimos deixar a porta aberta. 
     Vai daí, cozinhando, "sinto" a passagem de uma sombrinha, no chão, da geladeira para trás do fogão: "Rô!" "Rô!" "Eu acho que vi um rato!"
     Conversamos e fiquei no "acho", pois teria sido percebido com a visão periférica. Se os olhos mentem, sua periferia mente duas vezes.
     Compramos queijo e fizemos a experiência: um pedaço na cozinha; outro no quarto de visitas. Sumiram os dois. Se é um fantasma, gosta de queijo.
     O Roberto trouxe, então, duas ratoeiras. Daquelas grandes, com enormes dentes afiados e uma mola muito forte. Quem errar na armação perde os dedos.
     Um queijo fora, para atrair, outro na armadilha, tanto no quarto como na cozinha. Os queijos ineficazes são comidos, os outros continuam nas ratoeiras.
     Nova visita à casa de miudezas e novo equipamento: uma gaiola, com outra supermola e a recomendação "eles adoram banana". Perfeito!

     Tudo espalhado, somente os pedaços de queijo que não oferecem perigo são comidos.
     A-ah! Vamos espalhar farinha!
     Lá vamos nós polvilhar, na noite seguinte, farinha em torno dos pedacinhos de queijo livres de armadilhas, com uma peneira. 
     De manhã, os sinais da existência do bichinho: minúsculas pegadas na farinha e outras marcando o caminho que fez (nos dois aposentos). Ele é tão esperto que teve medo de chegar ao queijo, passando pela barreira de farinha: dá pra ver o sapateado, na margem: "Vou ou não vou? Será perigoso?" Foi e comeu os pedacinhos de queijo. 
     Na noite seguinte, colocamos novos atrativos, um pouco mais de farinha e isolamos os ambientes. As ratoeiras ficaram no quarto, agora fechado; na cozinha, a gaiola com outro pedaço de queijo. Talvez não goste tanto assim de banana.  
     O bicho passou a noite na cozinha: tudo no quarto permaneceu intacto, mas o pedacinho de queijo da cozinha foi devorado e novas pegadinhas surgiram. 
     A conclusão a que chegamos, até agora, é que o ratinho (ou seja o bicho que for, que gosta de queijo) está se revelando muito inteligente, esperto demais: tem medo de farinha (há uma série de marquinhas de pés, como um sapateado, assim como se ele estranhasse o pó); tem medo, possivelmente, da superfície da gaiola (é de metal com buracos redondos) e das ratoeiras. O que é diferente ele estranha. Queijo, só aquele que não oferece perigo. Até agora só alimentamos o bichinho.
     Então hoje pesquisei na internet. Há Nescau ou Toddy com cimento, rejunte ou gesso (misturar e oferecer); gente desesperada atrás de chumbinho; veneno de rato; fubá com cimento branco (pode substituir o fubá por arroz cozido); feijão cru batido no liquidificador, que os ratos recusam e até vassouras e espetos acabando com a casa para alcançar os inimigos. Receita para todos os gostos e ratinhos pra lá de espertos. Chega a ser cômico!
     Há também ninhos, fezes, ratos que passeiam nas camas e outros que são, como o meu, seletivo.
     A coisa está nesse pé e acabo de chamar o ratinho de "meu". 
     A questão é que ele cometeu dois erros capitais: arranhou a porta do quarto e se expôs, quando eu cozinhava, em uma caminhada furtiva. Jamais chegou perto dos alimentos ou teria deixado impressões, marcas, algum sinal que o denunciaria.
     Dez a zero pra você, Jerry, mas seu dia vai chegar. É inconcebível que prefira ficar sem comer a se expor a perigos e em determinado momento você vai cometer o terceiro erro, com certeza. Seus dias estão contados! Próxima experiência: veneno, já comprado. 
     Quando conseguirmos exterminar "a praga", nossa casa terá que passar por uma limpeza geral e minuciosa. Afinal, em algum lugar ele deve dormir e deixar seus pequenos excrementos.
     Hoje fui trabalhar com um enorme banco atravessado na cozinha, para mantê-lo confinado. Segundo as pegadas, ele está atrás da geladeira, escondido, provavelmente, perto do motor quentinho. Afinal, estamos no inverno.


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Maria da Gloria Perez Delgado Sanches
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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