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terça-feira, 16 de julho de 2013

SE É O JEITO, QUE VENHAM AS GRADES! Dezenas de grades, internas e externas. Quem sabe você, que pensa colocar uma grade nova (ou trocar a antiga) não se inspira?


Com a falta de segurança pública, as grandes cidades passaram a ser as cidades dos serralheiros.
Explico: não importa o tamanho do imóvel, o que não faltam são grades. Existem grades para todos os gostos: fechadas, bordadas, mais abertas, geométricas, simples, rebuscadas, em conjunto com vidro ou placas, de alumínio ou ferro, tipo veneziana, com lanças ou acabadas em bolas, acrescidas de estampas ou apliques de madeira. Enfim, se o remédio para ter expectativa de segurança - ao menos dentro de casa - são as grades, que venham elas!
Sorte dos serralheiros.
E o povo gasta: são grades para os muros e, adiante, grades para janelas e portas. Grades atrás de grades, encimadas por arame farpado, em rolos, cercas elétricas e, para quem pode, câmeras de vigilância.
Nem sempre grade é sinônimo de insipidez, pois pode combinar com a fachada e o estilo do imóvel, além de ser trabalhada com cores, e ter ao lado plantas, em pequenos vasos ou floreiras. 
O problema surge quando adentramos o imóvel ou saímos dele: quem nos espera? A melhor saída é aguardar, como quem não quer nada, atrasar o passo ou dar a volta no quarteirão.
OBS.: Se reproduzir a imagem, não se esqueça de identificar a fonte, ok?


Este é um portão. Duplo. Encimado por grade, em zig-zag, no mesmo material.
 Lisa, em barras verticais, com detalhes no meio e no alto.

 

 Veneziana.
 Grades internas.








 Com apliques de madeira e floreiras na calçada.
 Simples, mas funcionais.
Atrás das grades, o ar romântico e o verde nas pequenas floreiras, que exibem minúsculas suculentas.


 Aberta e baixa. Na janela, mais grades.

 


 

 Os pequenos vasos, que dão cor e vida à fachada.




Rolos de arame farpado.
  

  


Corações que se encontram. E mais curvas, embaixo.
 A grade vizinha: igual, mas cinza e sem flores.
Recortes na parede.



Parece que vi um gatinho.




Detalhe: tubos.

 Grades. E mais grades nas janelas.





Detalhe: aramado.







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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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