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quinta-feira, 18 de julho de 2013

NÃO ESTACIONE: GARAGEM. DIA. NOITE. AGORA.

Em São Paulo, como nas grandes cidades, não há lugar para estacionar. Insatisfeitos os motoristas, insatisfeitos os moradores. Os primeiros, porque procuram e não encontram uma vaga; os últimos, porque muitos motoristas não respeitam a entrada de veículos e a guia rebaixada.
Os antigos jardins deram lugar às garagens ou abrigos de veículos. Hoje o pai, a mãe e os filhos têm automóveis próprios, quando antigamente apenas o chefe da família (isso existia), se tanto, era habilitado e possuía veículo. 
A superfície permeável diminuiu, o que contribui para o agravamento das enchentes.
Ao visitar amigos ou parentes, sou obrigada a deixar o carro longe, às vezes a mais de cem metros de distância do destino. Fazer o quê?
Em casa, para guardar o carro, sou obrigada a verificar qual vizinho estacionou em frente, para que o retire. 
Muitos moradores usam a imaginação, seja no tocante às placas, das quais trago uma amostra, seja estendendo a faixa amarela ou o rebaixamento da guia, estas duas últimas atitudes reprováveis e sem amparo legal. Ora, se a proibição de estacionar existe, apenas, em frente à entrada e saída de veículos, nada justifica que tentem proibir o estacionamento junto ao passeio, pois a rua é pública.
Não é o que entendem, erroneamente, pois, alguns condomínios e moradores abusados. 
Abusam uns, abusam outros, e a paciência vai finando, finando, até que o ilustre morador avisa: "Leia até entender: entrada e saída de veículos. Não estacione."
Conclusão: além de malcriados, muitos motoristas, semianalfabetos, são lerdos na interpretação de textos.
Haja paciência!





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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.






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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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