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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

TAIOBA: INESQUECÍVEL! JÁ COMEU? SABE RECONHECER A PLANTA?

De tanto ouvir falar, pedi para a filha de Ibiúna, pedi para amigos, até que o Caíco (o amigo pescador) prometeu e trouxe, para mim, folhas e batatas de taioba. Presentão!


          Bom, o que é isso?

          Um tubérculo, como o inhame e o cará.  Só que no caso da taioba, não se comem apenas as raízes, mas também as folhas e o caule.

          Quem come uma vez jamais esquece. Rica em vitaminas A, B, C, cálcio, ferro e fósforo, é planta recomendada desde sempre, no interior, para mulheres grávidas e aquelas que...
amamentam; para a recuperação de debilitados e idosos; para o desenvolvimento de crianças e atletas.

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DIFERENÇA ENTRE TAIOBA E INHAME

          Para comer (ou plantar) é preciso conhecer. Isso porque há muitas plantas que podem ser confundidas tanto com a taioba como com o inhame.

          Da taioba come-se tudo, mas existe a taioba brava, da qual nada se deve comer: se o talo for roxo, passe longe; identificada a folha, veja o talo: deve ser verde. Do inhame só se come a raiz (as batatinhas).       

          O inhame tem as folhas grandes, verdes, em formato de coração; as folhas da taioba são, digamos, um misto de coração com asa de morcego, com uma linha que divide o coração ao meio e duas outras que ligam essa linha, na parte superior, às pontas das asas (penso que é uma boa definição, para não esquecer mais). 

          Há mais: enquanto as folhas do inhame são de um verde pálido, desmaiado, mais macias, finas e molinhas as da taioba são mais firmes e brilhantes, de um verde escuro, exuberante, forte. 

          Veja as fotos da taioba, aqui, e compare com aquelas publicadas na postagem 

INHAME NO JARDIM, NA SOPA, NA TORTA E LEITE DE INHAME. MAIS SAÚDE, MENOS INTOLERÂNCIA. Consegue identificar as diferenças? 


PARECE COM O QUÊ? COMO PLANTAR?

          As folhas e o caule têm um sabor semelhante ao da couve, mas são muuuuuuuuuuito mais macios (põe macio nisso) e guardam uma “picância” diferente, não sei explicar. Só comendo, mesmo.

          Não pode ser, nunca, ingerida crua (nem as folhas, nem as raízes), mas cozida ou refogada. Isso porque têm cristais de oxalato de cálcio. Crua pode provocar uma reação alérgica: ardência, inflamação e coceira nas mucosas (boca, garganta), além da sensação de sufocamento. JAMAIS CRUA, portanto!
          Folhas e caule eu comi e sobre eles posso dizer. Para saber que gosto têm as raízes, é esperar, porque as que ganhei foram enterradas (é assim que se planta).

          A gente enterra muito superficialmente, como a batata inglesa, a batata doce, o inhame e o cará, em terra fofinha, bem nutrida.

          Se houver um lugar iluminado, fértil e úmido, sem ser encharcado, elas se desenvolverão muito bem (suas folhas ficarão enormes): embaixo de uma árvore, junto a um muro, na beira de um córrego. Não gostam de sol direto, por muitas horas, o que pode aumentar a toxidade das plantas.


CURIOSIDADE:
          Postada a matéria, aprendi mais coisas sobre a taioba: em muitos rincões deste Brasilzão de meu Deus se compra taioba na feira, no supermercado e no sacolão, coisa que jamais vi na capital de São Paulo ou mesmo aqui em Itanhaém.

          Achei um luxo, digno de registro, até porque até agora só sabia dela "de ouvir falar".

          Pensava que fosse planta de quintal ou de beira de rio (como as mudas que plantei em casa esta semana), mas não: há quem cultive e venda a delícia para quem sabe apreciá-la. 

           Se você é um desses sortudos, parabéns!

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e os mais, na coluna ao lado. Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.
Um abraço!
Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week! 
Maria da Gloria Perez Delgado Sanches 
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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QUEM SOU EU

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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