PLANTANDO DÁ, SIM

RECICLAR É PRECISO

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RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

LEGUMES E VERDURAS NO QUINTAL: VASOS OU FLOREIRAS COM ALFACES, RABANETES OU ERVAS AROMÁTICAS

Para ter legumes e verduras sem agrotóxicos do que você precisa?
Um pedacinho de terra, sol por algumas horas e sementes.
É o quanto basta para colher cenouras e rabanetes ou ter à mão ervas para tempero (alecrim, hortelã, manjericão e orégano, por exemplo).
Um bom lugar para a pequena horta é junto aos muros (onde a terra é, naturalmente, mais ácida e rica em minhocas). 
Se não dispõe de um espaço apropriado pode criar um ambiente em vasos ou floreiras. Basta deitar, ao fundo, pedrinhas (como as de brita), depois, areia grossa e, por fim, a terra preta (ou composto orgânico e terra comum, em iguais proporções). 
Crianças têm fascinação por coisas ligadas à natureza e a jardinagem ou o cultivo de uma horta trazem maior sentido à vida: a prática da paciência, acompanhar o desenvolvimento de seres vivos, suas necessidades e, afinal, poder provar daquilo que semearam.
Quantos de nós germinaram, na escola, feijões em algodão? Se a experiência dos feijões encerrava-se com a primeira transformação, o cultivo de uma pequena horta é mais rico.
Quer legumes de desenvolvimento acelerado? Não tem paciência de esperar? Plante rabanetes. Da semeadura à colheita leva-se entre vinte e quatro dias a um mês, dependendo da espécie escolhida, podendo ser plantados durante o ano inteiro.
Ervas, por seu turno, como o manjericão e a hortelã, são perenes (retiram-se somente as folhinhas que precisar).
No caso da alface ou do almeirão, a colheita inicia-se de dois a quatro meses após a semeadura e pode-se colher as folhas do pé a partir das extremidades. Se resolver cortar a cabeça de verdura, a planta rebrotará, podendo proporcionar uma segunda colheita. 
Eu retiro folha a folha, segundo minhas necessidades, pois as que a envolvem o pé são mais velhas e as do interior, ainda jovens. 
Que tal colocar mãos à obra (ou à terra) e começar a praticar?

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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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