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RECICLAR É PRECISO

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RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O PEIXE FRITO E A PESCARIA. HISTÓRIAS DE QUEM SE RECUSA A PESCAR

Fonte: https://fbcdn-sphotos-e-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/575409_450280268399810_1904321901_n.jpg
É certo que o bolsa família é necessário. O Brasil, historicamente, exibe enorme afastamento entre as classes mais favorecidas e a indigência.  
Desde pequena ouço falar na fome que avassala o sertão nordestino. Exemplo de narrativa brilhante sobre a seca e o retirante é O Quinze, de Rachel de Queiroz (leia o livro, assista o filme). Não consigo atinar na possibilidade de ajuda melhor do que a assistência material àquele povo, com suprimentos, remédios e instalações adequadas. São perdidos da sorte, abandonados, escória. No entanto, brasileiros, como qualquer um de nós.
Há circunstâncias em que não basta ensinar a pescar. Falta ao aluno energia para, sequer, segurar a vara, quanto mais para retirar o peixe do anzol.
Não obstante, é necessário que sejam providenciadas condições para que o peixe seja recebido, pois do contrário o beneficiado jamais saberá das artes da pescaria. Estará sendo criado um vício, como na história em que o povo do precipício ora para que lhe caiam víveres, sem jamais tê-los procurado.
Quando minha avó Quina era viva, uma mulher jovem e forte bateu a sua porta, a procura de esmolas. Naquele tempo em que se admitia estranhos em casa, ela ofereceu um tanque de roupas em troca de uma importância em dinheiro. Havia quem lhe lavasse as roupas e limpasse a casa e o oferecido representava o dobro do que receberiam diaristas, para uma jornada completa de trabalho.
A moça se ofendeu:
- Não vim procurar trabalho, mas dinheiro. Pode ficar com o seu tanque!
Dias atrás soube de um caso semelhante vivido por uma conhecida:
Sua avó ficou cega. A despeito da cegueira, cultivava um belo jardim, trabalhando-o todos os dias. Nesse jardim havia uma abóbora enorme. 
Um dia, uma mulher, igualmente moça e forte, bate à porta e pede a abóbora. Oferecem-lhe a abóbora, roupas e mais outras coisas (dinheiro, se o caso), em troca da lavagem do quintal. A pedinte, ressentida, replica:
- Se eu quisesse trabalho, iria trabalhar. Eu pedi dinheiro e não trabalho!
No restaurante, às 11:30h, surge mais uma jovem e forte mulher, à procura de comida para levar para casa. 
- Volte às 15:00 horas, com uma vasilha sua.
É o dia-a-dia que nos ensina que a história do peixe é verdadeira. Colhe-se o que se planta. E é preciso aprender a pescar.

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Conheça mais. Faça uma visita aos blogs disponíveis no perfil: artigos e anotações sobre questões de Direito, dúvidas sobre Português, poemas e crônicas ("causos"): https://plus.google.com/100044718118725455450/about.
Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.

Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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