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domingo, 27 de maio de 2012

FAMÍLIA HOSPEDEIRA. PINDAMONHANGABA. EXEMPLO DE CIDADANIA E RESPEITO


Conheci o “Projeto Família Hospedeira” a partir de sua divulgação, na palestra Novo Perfil da Corregedoria Geral da Justiça, proferida em 22 de maio último, pelo Dr. Jose Renato Nalini, Corregedor Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Pesquisando a respeito, soube que o projeto, originado na cidade de Pindamonhangaba, é o resultado de um convênio estabelecido junto à Prefeitura da cidade, promovido por iniciativa da Vara da Infância e Juventude. A iniciativa visa a estimular a participação da sociedade no acompanhamento à situação de abrigamento prolongado e à adoção tardia.
Como é sabido, crianças com mais de cinco anos contam com menores possibilidades de adoção. Sem interessados na integração à uma família substituta ou possibilidades de retorno do menor à família de origem, gera-se a nefasta institucionalização das crianças e adolescentes.
Muitas famílias em Pindamonhangaba se interessariam pela educação desses menores, mas temerosos por adotar medidas como adoção ou guarda, não tomariam uma atitude em favor dessas crianças ou adolescentes, não fosse a possibilidade, agora surgida, criada pelo Poder Judiciário.
Visando a integração de tais famílias com os menores, volta-se a ação para que as famílias da comunidade de Pindamonhangaba, voluntariamente, ajudem na criação e educação das crianças e adolescentes abrigadas nas entidades locais.
É preciso o compromisso ético dos envolvidos, buscando vencer a burocratização do Judiciário, a institucionalização do abrigo, o conservadorismo do atendimento às famílias, o despreparo do conselho tutelar e a passividade da sociedade civil.
Após a família ser submetida à avaliação e cadastramento, pode escolher um ou mais abrigados como “hóspede”, retirando-o do abrigo a fim de participar de eventos esportivos, religiosos, comemorativos, recreativos, tais como aniversário, Natal, reveillon, páscoa, passeio aos finais de semana e feriados em geral. Se a família quiser, a qualquer tempo, pode pedir sua exclusão do projeto. Pode, por outro lado, solicitar a ampliação dos períodos de hospedagem, passando, por exemplo, a retirar o abrigado todos os finais de semana.
O estreitamento da relação entre o menor e a família hospedeira pode evoluir para o pedido de guarda ou mesmo para a adoção, o que seria ótimo; mas, quando menos, se a família se dispuser, por exemplo, a custear os estudos do abrigado, já seria de inestimável valia. De qualquer forma, o simples fato de dedicar carinho e atenção ao menor, que nada possui, já contribuirá – e muito – para a sua formação moral.

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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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QUEM SOU EU

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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