PLANTANDO DÁ, SIM

RECICLAR É PRECISO

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RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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quinta-feira, 25 de junho de 2015

NORDESTINOS EM SÃO PAULO.Histórias que a vida conta.

- Ai, que frio é esse!
- Vai abrir o tempo.
- Mas faz frio! Tanto frio!
- São Bernardo é mais fria do que São Paulo e Ibiúna, mais fria ainda. Tive uma vez uma caseira, em Ibiúna, que foi do Nordeste para o Espírito Santo, depois foi morar em Rondônia e se mudou, uma última vez, para Ibiúna. No inverno, sem qualquer agasalho. Ela não conhecia o frio, e...
tiritava.
- Viajada, ela! Ah! Quando eu vim do nordeste para São Paulo, queria falar "paulista" em um mês, para me mostrar quando fosse visitar a família. Imagina que coisa besta, falar "paulista". Até hoje não perdi meu sotaque.
- Mas o sotaque é charmoso.
- Vim menina, com dezessete anos, e fui morar em uma casa de família. Eu tinha que lavar louça, e aquela água gelada. Quanto sofri.
- Veio no ...
inverno?
- Não me lembro. Só sei que não conhecia o frio e para mim tudo era frio. A dona da casa tinha uma máquina de lavar louças mas eu não podia usar, porque ela tinha eu para lavar a louça. Aquele frio e eu morrendo de vontade de jogar a louça na máquina e não podia. Então, eles de manhã tomavam café com pires e aquela frescurada toda e eu tinha que lavar louça, sem a máquina de lavar louça, a máquina do meu lado e a água fria. À noite, vinha visitas e serviam um monte de coisas e era louça para lavar e eu não podia usar a máquina de lavar louças. Bom, daí eu recebi meu primeiro pagamento. Vi todo aquele dinheiro e fiquei orgulhosa. Não era tanto assim, mas para mim, que era moça nova, era uma fortuna. Eu morava e trabalhava em Perdizes e peguei um ônibus para Pinheiros. Menina, gostava de usar uns vestidinhos curtos, assim, e enfiei o dinheiro todo no bolso. Para pagar o ônibus, tirei aquele maço do bolso e exibi para todo mundo olhar. Como eu estava rica! Separei o dinheiro e dei para o cobrador. Olha aqui para a passagem. Tinha uma mulher que ficava me olhando tanto, me encarando, mas antes de sair do ônibus o vagabundo esvaziou meu bolso. Quando meti a mão e senti que estava vazio: Polícia! Roubaram meu dinheiro! Como tinha combinado visitar minha amiga, liguei, a gente se encontrou e ela me deu o dinheiro da passagem de volta. E aprendi a lição: nunca mais exibi dinheiro. Ah, quanto sofri naquela época! Hoje tenho minha casa, meu nego e quero que me chamem de dona. Ahá! Agora eu sou é feliz. Mas o quanto eu sofri. O ruim é a falta de água, agora, com essa crise. Ontem à noite, a vontade de tomar um banho quente e não tinha água. Esquenta a água, aí, meu nego. E ele estava cansado. O jeito foi eu esquentar a caneca de água para me aliviar do frio. 

Ontem à noite levei o carro para abastecer. Um taxista, senhor já idoso, separou um maço de notas e as folheava, enquanto andava, distraído, atravessando todo o estabelecimento. 
Eu pensava: Ah, meu senhor! Não exiba o dinheiro!
Se estivesse alguém ali com más intenções, a féria do dia, alcançada com tanto trabalho, estaria perdida.
A menina aprendeu a lição. É melhor que o taxista aprenda, também, antes que pague para isso.


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Maria da Glória Perez Delgado Sanches

ARE IN NORTHEASTERN PAULO.Histórias life account. Oh, how cool is that!
- Will open the time. - But it's cold! So cold! - St. Bernard is colder than Sao Paulo and Ibiúna, even colder. Once I had a home in Ibiúna, which was from the Northeast to the Holy Spirit, then live in Rondônia and moved one last time, to Ibiúna. In winter, with no coat. She did not know the cold, and ...
ESTÁN EN EL NORESTE cuenta PAULO.Histórias vida. Oh, ¿No es genial!
- Se abrirá la época. - Pero hace frío! Tan frío! - San Bernardo es más frío que el Sao Paulo y Ibiúna, aún más frío. Una vez que tenía una casa en Ibiúna, que era desde el noreste al Espíritu Santo, entonces vivir en Rondônia y se movió por última vez, a Ibiúna. En invierno, sin abrigo. No sabía el frío, y ...
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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