PLANTANDO DÁ, SIM

RECICLAR É PRECISO

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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

BROMÉLIA IMPERIAL. OU "A BROMÉLIA".

Reformavam o jardim da igreja. Aquela planta enorme, desenterrada, convidava.  
Pergunto: "Vão replantá-la?"
- Não. 
- Posso levá-la embora?
- Claro. Pode, sim.
Feliz da vida, penso como vencerei as três quadras até o trabalho, sem me sujar e sem ajuda. Afinal, é um presente. Ou quase. Pedir mais seria um... (clique em "mais informações" para ler mais)
abuso. 
- Temos jornal?
- Não.  
- Saco, saquinhos?
- É procurar. Não sei.
Procuro. Em todos os lugares (gavetas, portas, salas, andares) e, ao final, encontro uma sacolinha de supermercado.
Cubro como é possível a raiz e a aconchego ao colo. Puxa, como é pesada!
Fazer o quê? Ajoelhou, tem que rezar. Pedi, recebi, agora era levá-la embora.
No retorno ao trabalho, os colegas se surpreendem: caminhava a planta; a Glória ia atrás, escondida pela folhagem.
À noite, o marido questiona: "Onde você vai colocar essa planta?"
- No carro, ora essa!
E a bromélia foi no carro, ficou na casa, em São Paulo, e mudou-se definitivamente (como nós faremos em breve) para a casa de Itanhaém.
Lá era brilha, livre e solta (presa pelas raízes), entre o gramado, até que receba a companhia de mais frutíferas.
A filha, ao ver a bromélia, indaga se conheço a planta.
- Ora, é uma bromélia.
- É a bromélia imperial. Fica enorme!!! É linda e cara. Não se compra por menos de R$ 1.200,00. Vai crescer uma haste imensa, com uma floração. Então, a planta-mãe morre, mas antes vai deixar um monte de brotinhos. 
Depois o genro faz a mesma pergunta e passa, ele também, a ficha da planta.
Para quem ficou curioso, eis aqui a foto da menina, reinando na casa da praia.
Obrigada! Obrigada! Obrigada!
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 Maria da Glória Perez Delgado Sanches
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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