PLANTANDO DÁ, SIM

RECICLAR É PRECISO

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RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

UM ANO PARA AGRADECER. VEJA ALÉM E O QUE ESTÁ EM SUA MÃO, AGORA.

Completado um ano de Itanhaém, só tenho a agradecer: à cidade, às pessoas que me rodeiam (em especial ao Ronaldo), ao trabalho, à minha...
Completado um ano de Itanhaém, só tenho a agradecer: à cidade, às pessoas que me rodeiam (em especial ao Ronaldo), ao trabalho, à minha família e, em especial, a Deus. 
Durante este ano, sempre que possível e o sol sorria, fui à praia, no horário do almoço, agradecer.
Trabalho a duas quadras das ondas do mar, que lambem as rochas e as areias e me recepcionam. Posso agradecer em voz alta, pois a praia está, via de regra, vazia de gente: barquinhos de pescadores ao longe e gaivotas aos pés.
No caminho, colho presentes: mudinhas de plantas (PANC, você sabe o que é isso?), flores de comer e de ver, espalhadas pelas calçadas. Fios, que uso para fazer vasos com cocos, cristais.
Conheço gente nova, que me abre as portas de seus jardins para me oferecer mudas em sacolinhas e aquelas outras que cobicei são oferecidas por conta dos ventos que quebraram galhos, literalmente, para o meu prazer (o hibisco rosa dobrado, sob a bolsa, é exemplo).

Não posso pensar de outra forma, pois é imaginar algo (ler sobre, falar de) e encontrar. Como se tudo o que eu quisesse viesse ao meu encontro. Pequenos mimos, que me alegram a vida.
Presenteio, também: um saco plástico, um toco de isopor, é levado até a lixeira mais próxima. É o mínimo que posso fazer, em face de tanto que recebo.
Tudo é exuberância, verdura, que enche o peito de enternecimento.
Claro, os 365 dias não foram só flores. Houve uma enchente, que assustou bastante, se bem que não deixou qualquer prejuízo, mas as grandes águas, somadas à maré alta, juntou medo e cuidado ao sobressalto.   
O prefeito Marco Aurélio promete, não sei o quanto cumpre ou o quanto serão eficazes as medidas, mas o certo é que, chegado o verão, o rio está limpo, mais fácil de escoar o que desce do céu.
No mais, nada é o mesmo de há um ano: tudo é mais verde, morangos e physalis salpicam todo o jardim, ganhei novas árvores, maracujás cobrem agora todo o muro, tudo cresceu, verdejou, vive vigorosamente.
O pequeno-grande quintal nos torna quase autossuficientes: bastam a verdura, as frutas, os legumes; sobram passarinhos. 
Comecei a criar meus mundinhos em terrários encantados, que (graças a Deus), são apreciados. Também ecoartesanato (é claro).
Meu entorno se amplia, se funde em horizontes amplos e coloridos, como pôr-dos-sóis reluzentes sobrepostos.
Não posso, no meu encantado mundo, desprezar os tantos que, com a crise, hoje sofrem com o desemprego e a carestia. 
As coisas vêm, entretanto, para o bem: a Lavajato está aí pra desenterrar esqueletos e eu acredito piamente que o sol brilhará mais forte, amanhã. 
Mas para quem já sofreu tantos altos e baixos, fica a lição de que amanhã sempre haverá um futuro melhor. É acreditar, viver o presente e gozar cada oportunidade de ser feliz, sem se ressentir por não ter o carro novo do vizinho. Tudo vem a seu tempo.
Nem o mal nem o bem dura para sempre e nem o mal nem o bem podem ser analisados pela nossa compreensão limitada. Muitas vezes - não poucas -, os supostos males são, na verdade, bens.
Se você está vivo, comemore! Se tem saúde, comemore! Se tem a quem amar, comemore! E se há possibilidade de ter equilíbrio financeiro, comemore, também. 
Viva a vida!

Neste ano ganhei um novo amigo, Caíco, o pescador, descobri que Itanhaém dispõe de muitas trilhas ecológicas, entre elas a do Morro Sapucaitava que até criança faz, e cumpri o sonho do meu primeiro réveillon aqui na terra.
São matérias que, com certeza, você vai gostar. 
Depois você me conta, tá?


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Um abraço!
Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week! 

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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