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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Aliança sul-sul atrai pesquisadores ao Brasil

Brasília, 21/01/2011

Órgão do PNUD em parceria com governo federal abre inscrições para programa de estágio; cooperação é tema-chave a estrangeiros






BRUNO MEIRELLES
da PrimaPagina

O papel do Brasil no cenário internacional atrai cada vez mais pesquisadores de todo o mundo em busca de aprendizado, sobretudo em cooperação sul-sul e inovação de políticas sociais. Com inscrições abertas para sua próxima edição a partir desta semana, o Programa de Estágio do CIP-CI (Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo), órgão do PNUD com o governo federal, evidencia essa tendência, ao receber, nos últimos seis anos, estudantes de 27 países.


A edição de 2011 do Programa de Estágio do CIP-CI, e que oferecerá vagas para estudantes de mestrado, doutorado e pós-graduação, abrange cinco áreas de estudo: Comunicação, Relações Públicas e Parcerias Internacionais; Proteção Social e Transferências de Renda; Crescimento Inclusivo; Desenvolvimento Rural e Sustentável; e Inovações para o Desenvolvimento.


"É um dos programas mais concorridos das Nações Unidas em todo o mundo, superando até o de Genebra em procura”, afirma Francisco Filho, assessor de comunicação do CIP-CI. De acordo com ele, o grande diferencial do projeto brasileiro, que existe desde 2004, é o fato de o CIP-CI ser um centro de produção de saber.


"Há vários outros países que trabalham com cooperação sul-sul. Mas o que nós fazemos não é apenas operacionalizar cúpulas, mas produzir e gerenciar conhecimento acerca do impacto dessas ações no desenvolvimento", acrescenta.


São dois os eventos de destaque que os selecionados para o programa terão a oportunidade de acompanhar em 2011: a reunião do G20, na França, que contará com um relatório e eventos paralelos organizados pelo CIP-CI, e a cúpula do IBAS (grupo formado por Brasil, Índia e África do Sul).


Para a norte-americana Michelle L. Chang, da Universidade da Califórnia, que participou da edição anterior da iniciativa, o maior legado que ela teve em Brasília foi entrar em contato com projetos de cooperação sul-sul. “Estudei os diferentes programas de proteção social e políticas do Brasil, Quênia, Gana e Moçambique, e as oportunidades de intercâmbio de boas práticas entre países em desenvolvimento.”


A estudante brasileira Giovana Silva Lerda, da Universidade de Estocolmo, da Suécia, também recomenda a experiência na instituição. “O CIP-CI é uma grande oportunidade para qualquer pessoa interessada em trabalhar com uma equipe dinâmica de especialistas que atuam em questões sociais.”


Requisitos e seleção


Os aspirantes a uma vaga devem ter ótimo rendimento acadêmico, experiência comprovada de pesquisa, interesse pelas temáticas de desenvolvimento e cooperação internacional e fluência oral e escrita em inglês, entre outras exigências previstas no edital de seleção.


A duração do estágio em Brasília é de três meses, podendo ser iniciado em cinco diferentes períodos: fevereiro, abril, junho, agosto e setembro. “O ideal é que as pessoas mandem os documentos necessários 30 dias antes do período que pretendem concorrer", afirma Francisco Filho.


"Quanto ao número de vagas, não há um limite, pois pretendemos pegar os melhores talentos, reunindo o pessoal que se enquadra no nosso perfil e demonstra interesse na área", conclui.
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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