PLANTANDO DÁ, SIM

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sexta-feira, 25 de maio de 2012

EU QUERO UMA CASA NO CAMPO







(Casa no Campo, Zé Rodrix, Sá e Guarabira)




Esta é uma canção, daquelas tantas que me acompanham. Embora a letra pareça ser sempre a mesma, não o é: vive-se e os significados das palavras alteram-se em comunhão com a vida e os novos entendimentos, experiências que dão novo sabor às antigos termos: a arte do viver é intransferível.


Já não sou a primeira que outrora ouvi os mesmos signos, mas diversa, posto que acumulo experiências. A letra, que pareceria inerte, transcende o texto: a cada releitura, ganha vida, travestida em novas significações.


Talvez, tenha me aproximado, hoje, da acepção que o autor, em sua incomparável inspiração, pretendia, ao criar a obra prima.


Talvez.




EU QUERO UMA CASA NO CAMPO
Recebi a graça de ter minha casa no campo. Não bem campo, nem bem montanha: morro. Casa no alto do morro, ampla, com amplo horizonte. Tudo amplidão, no nada-tudo-natureza, o horizonte na curva, avistando mesmo outra cidade.
Da cidade à casa-no-campo, do campo à casa-na-cidade, agora o horizonte é o prédio à frente, o tudo é gente-cimento-automóvel. 
Amo o que faço, sinceramente. Mas casa é signo, é o berço que abriga, o colo que conforta, o abraço no, do, para o trabalho. Casa é identidade. Lar. Lar-identidade é uma extensão de quem nela vive.
Quero mais uma vez uma casa no campo: casa-no-campo-praia, em que possa amalgamar tudo o que amo – e já amei – nas duas casas, somadas ao cheiro e à brisa do mar, ainda que o horizonte, desta feita, se faça plano. 


ONDE EU POSSA COMPOR MUITOS ROCKS RURAIS
Onde eu possa rabiscar lembranças, estudar (O quê? Qualquer coisa, ora essa!), defender os direitos, dar-me, sem me perder. Onde eu possa aprender música e, quem sabe, compor os meus rocks - rurais ou não – e reproduzir canções que amo.


E TENHA SOMENTE A CERTEZA
DOS AMIGOS DO PEITO E NADA MAIS
Uma casa para viver e receber. Amigos. Fazer ainda mais amigos. Amigos. 


EU QUERO UMA CASA NO CAMPO
ONDE EU POSSA FICAR NO TAMANHO DA PAZ
Uma casa para apreciar o contato com a natureza e a solidão. O silêncio que ora não mais encontro quando preciso. Para ler, pensar ou quase dormitar, sem assombros, aflições ou angústias de tanto verde ou quanto cinza. 


E TENHA SOMENTE A CERTEZA
DOS LIMITES DO CORPO E NADA MAIS
Que eu alcance meus propósitos mais singelos, resumindo o que de bom trouxe comigo, abrigando-os em um canto novo e meu.


EU QUERO CARNEIROS E CABRAS PASTANDO SOLENES
NO MEU JARDIM
Não, sem carneiros e cabras. Menos arcadismo. Passarinhos. Soltos. Alguns, até, já os conheço: pardais, gaivotas, bem-te-vis, corujas – ainda que tenha sido advertida: “Não são corujas, são caburés!” -, garças, sabiás, cambacicas e a pernalta da praia que não lhe conheço o nome.


EU QUERO O SILÊNCIO DAS LÍNGUAS CANSADAS
Calar, sentir, olhar e ver. 


EU QUERO A ESPERANÇA DE ÓCULOS
Sem mais esperanças míopes. Esperar. No entanto, viver o presente, o já. Esperar e não deixar de viver. Zé Rodrix, você foi genial! 


MEU FILHO DE CUCA LEGAL
Graças a Deus!


EU QUERO PLANTAR E COLHER COM A MÃO
A PIMENTA E O SAL
E o tomate, o rabanete, o pepino, a horta inteira! Também jardim e pomar, para colher com a mão, cheirar, sorver. Para alegrar os olhos, comungar energias e entregar a alma.


EU QUERO UMA CASA NO CAMPO
DO TAMANHO IDEAL, PAU-A-PIQUE E SAPÉ
Não tão pau-a-pique nem tão sapé, mas do tamanho, sim, ideal para abrigar a mim, ao meu marido-companheiro-amigo e a todos os nossos sonhos (ainda os temos, por que não?)


ONDE EU POSSA PLANTAR MEUS AMIGOS
MEUS DISCOS E LIVROS
E NADA MAIS 
Não, mais: mais verde, em cada centímetro quadrado, mais vida, sorrir com os olhos, ao olhar para cada milagre que Deus me permitir compartilhar. 




Maria da Glória Perez Delgado Sanches
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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