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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

VOCÊ CONHECE NIGAURI? PODE SER SUPERAMARGO OU NÃO, MAS SEMPRE CROCANTE. PLANTEI, COLHI E PREPAREI DIVERSOS PRATOS.

O nigauri é superamargo - mais do que jiló -, certo? 
Depende. Depende do ponto de maturação do fruto e do modo como é preparado.
Para falar do verdinho verruguento antes plantei alguns pés, em casa, colhi vários frutos e preparei pratos diferentes. Assim, posso discorrer com propriedade: isto não é um "control C" + "control V".
Quem não conhece e ... (clique em "mais informações" para ler mais)

provou apenas uma vez pode se enganar - e em geral se engana. Ele é muito amargo verde e cru, em especial se cortado em fatias mais grossas, mas perde o amargor se cozido ou refogado ou se deixado de molho antes do preparo. 
Característica do nigauri é a crocância, mantida ainda quando cozido, mas o amargo é  marcante enquanto verde: o sabor se torna mais suave conforme o fruto amadurece.
Tanto é assim que os frutos maduros e amarelos são disputados, no mato, por crianças e passarinhos. 
Nesse caso, comem-se as sementes, então vermelhas, pois os frutos, já sem amargor, tornam-se moles e sem graça para a culinária.
Não poderia ser diferente, se minha sobrinha (Cris, mulher do Fábio) tinha saudades e adora nigauri, pois comia quando criança (sua avó fazia). 
Se encontrar o melãozinho  em mercados ou feiras livres ele será, sempre, verde; portanto, muito amargo. Mas crocante. O amargo a gente pode trabalhar, mas a crocância do legume é única.
Nigauri, melão de são caetano, goya, nigagori, melãozinho ou boizinho: o legume, consumido em todo o mundo e muito apreciado pelos japoneses, é comum no interior Brasil, em cercas ou no meio do mato. Se no Japão é legume apreciado, inclusive em pratos típicos (como exemplo, o champuru), no Brasil é pouco comercializado e, em geral, deixado madurar na natureza, até que criança ou passarinho o encontre para apreciá-lo.
Qualquer pesquisa revela suas qualidades: cura ou melhora os sintomas de doenças de pele, diabetes, envelhecimento, tumores e câncer, hipoglicemia e  hemorróidas (infusão dos frutos maduros): uma panaceia. 
Na foto acima, o nigauri tirado do pé, verde. Repare nas verrugas desuniformes e na textura brilhante. 
Corta-se no sentido longitudinal e, em seguida, retira-se a polpa que acondiciona as sementes,  com uma colher.
Você pode fatiar bem fininho ou um pouco mais grosso. Gosto dele bem fininho, com molho de soja. Guardo em um pote, como conserva, e como um pouco todos os dias.
Também  refogado, cortado um pouco mais grosso, e das folhas novas e tenras, refogadas ou picadinhas, com shoyo.
Para que perca o amargor - ou o sabor seja suavizado - basta fatiar e cobrir as fatias com sal. Se preferir pode, depois de cinco, dez minutos ou meia hora, espremê-lo. Já fiz isso e ele perdeu, com o amargo, a graça: ficou no sal por meia hora e depois espremi. 
Outra opção é deixá-lo de molho na água, refogar ou cozinhar. Fica uma delícia com ovos, carne bovina, de porco, frango ou frutos do mar. 

Como cada pessoa tem a sensibilidade para o amargo, o doce, o azedo e o picante mais ou menos desenvolvida - tanto para rejeitar como para apreciar alimentos - você aprenderá a deixar o legume no  ponto certo para você. 
Bom é saber dosar e você encontrará o ponto certo para o seu paladar.
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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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QUEM SOU EU

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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