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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

CHEIRO DE FLOR, CHEIRO DE RIO CHEIO DE ESGOTO: ARGH! Essa "coisa" está em você.

Para você sentir o cheiro de alguma coisa, essa coisa deve chegar ao seu nariz. 



        Ela chega, literalmente, se for constituída por moléculas voláteis, como é o caso da flor e do esgoto, mas não o dos metais, que não flutuam no ar porque não são de fácil evaporação.


Como sentimos os cheiros?

          Nosso nariz está equipado com cílios, que...
aumentam a superfície de contato com essas moléculas voláteis, suspensas no ar. 

          Ao atingirem nosso nariz, as moléculas se dissolvem no muco que recobre a superfície interna do nariz e, quando isso acontece, as proteínas da coisa ligam-se  às nossas proteínas receptoras, presentes nas nossas células olfativas. 


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         Nossas proteínas, então, mudam sua estrutura, ativam uma outra proteína (a proteína G), que envia, pelos canais de sinalização iônicos, impulsos elétricos  para o cérebro, o órgão que identifica os aromas. 

          Em outras palavras, a "coisa" passa a fazer parte de você, de mim, de qualquer um que sinta o cheiro, bom ou ruim. 

          Tudo bem que não é para sempre, porque o muco protege os receptores, dilui as moléculas que estão no ar e expulsam, depois, essas moléculas da câmara olfativa. No banho, por exemplo.


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          Mas sentir o cheiro é a consequência lógica de a coisa, qualquer que seja, estar no ar, grudando na roupa, na pele, nos cabelos (e olhos, mãos, tudo).

          Como é o cérebro quem percebe e identifica o cheiro, guarda a informação, daí nossa memória olfativa.

          No caso da flor, é uma delícia; no caso do rio cheio de esgoto, argh!

          Por isso, quando vejo meu jardim florido respiro fundo, muitas e muitas vezes. A primavera está chegando, as laranjeiras estão floridas. Eba!!!! 


          De outro lado, nas vezes que sou obrigada - melhor, fui - a passar por rios fedidos, tento não respirar. Fico pensando "não respira, não respira, não respira". Coloco um lenço, uma blusa - qualquer coisa -, para evitar que aquelas coisas horrorosas cheguem até o meu nariz, e é impossível. 

          Então me indago como tanta gente mora, trabalha e se diverte próxima de rios como o Pinheiros e o Tietê, se para mim é tão difícil simplesmente transitar alguns minutos pela margem de qualquer deles. Não deve ser fácil.


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Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week! 
Maria da Gloria Perez Delgado Sanches
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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