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terça-feira, 14 de novembro de 2017

LITERATURA COM TEMPERO EM STEINBECK: sabores, aromas e cores emergem de romances, na exaltação dos sentidos.

literatura e gastronomia. john steinbeck
Fragmentos de vida que se alinhavam sobre mesas, na necessidade lógica do alimentar o corpo alimenta-se a alma. São ecos do caldo cultural ressuscitado a cada leitura, depoimento com cheiro de terra e temperos. O alinhavar de Steinbeck é...


Fragmentos de vida que se alinhavam sobre mesas, na necessidade lógica do alimentar o corpo alimenta-se a alma. São ecos do caldo cultural ressuscitado a cada leitura, depoimento com cheiro de terra e temperos.

O alinhavar de Steinbeck é perfeito: sofisticado e simples, sem jamais usar palavras complicadas, enxuto mas não seco, traça com encanto quadros delicados de riqueza e magia.


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Viajando com Charley traz um Steinbeck sessentão, com a inaudita necessidade de aventuras e descobertas, que o fez desbravar quase quarenta Estados americanos, desvendar histórias, paisagens e preconconceitos, ao final, a si mesmo.

Sua narrativa é um presente inesquecível, centrada no ser humano, na paisagem, na natureza e em reflexões esclarecedoras, que merecem ser pensadas.

A incursão pela gastronomia não é recebida com menor prazer. Aprender o que se serve à mesa ontem ou em outros territórios e combinar sabores imprevisíveis faz parte da melhor literatura universal: embora o foco do autor pareça estar alhures, no cérebro ou no coração, o estômago é atendido todos os dias. 

mapa-estados-unidos-da-america, viajando com charley, john steinbeck


Steinbeck, entretanto, se entrega e está inteiro nas descrições das lembranças gustativas - e olfativas, por que não? - são elas parte da memória de cada um, carregadas de paixão e da certeza de que, muitas vezes, não viveremos novamente o mesmo prazer: porque a avó que fazia o doce predileto não estará mais ao nosso lado, porque a cozinheira faleceu, porque, enfim, existe a vida que passa e o ato de criação não pode ser revivido.

Desta obra destaco a perfeição no preparo do drinque preferido do autor e "o melhor camarão do mundo".

Seu testemunho é digno de fé, porque conheceu a culinária perfeita das cidades mais importantes e influentes e era, afinal, famoso e viajado aos sessenta anos. 

Comer é preciso; o prazer de comer, mais preciso ainda.

A receita dos camarões não poderia ser mais simples: camarões pistola, daqueles enormes, cozinhados simplesmente na água do mar, sem tempero ou mais nada. Somente os camarões e a água do mar, o mais natural possível. O ponto de cozimento é claro que importa, uma vez que passados ganham jeito e textura de borracha. É receita que tenciono reproduzir em minha mesa, para confirmar - ou não - a opinião do autor.
john steinbeck. literatura e gastronomia. viajando com charley

Das trutas trago um trecho, para que descubram o porquê do meu deslumbramento. Não é por menos:


"A cozinheira deu-me um café. Sentei-me num recanto da cozinha, enquanto ela mergulhava as minhas trutas em farinha de trigo e depois as fritava em gordura. Ela serviu-me as trutas com fatias de bacon, que se desmanchavam na minha boca. Fazia muito tempo que eu não comia uma truta daquele jeito, cinco minutos apenas da água à frigideira. A gente tem que pegar a truta frita, delicadamente, com os dedos, na cabeça e no rabo, comendo devagar, em torno da espinha. No final come-se o rabo, tão quebradiço quanto batata frita. O café tinha um gosto especial de manhã gelada, quando a terceira xícara é tão gostosa como a primeira."

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Maria da Gloria Perez Delgado Sanches
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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