PLANTANDO DÁ, SIM

RECICLAR É PRECISO

RECICLAR É PRECISO
RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

GARAGEM-COLEÇÃO. UMA PROFUSÃO DE CORUJAS, EM UM ÚNICO AMBIENTE. Com direito a cobras e pimenteira contra o mau-olhado.

Quem passa da rua para. É impossível não se encantar com o pequeno espaço - particular -, que abrange a coleção de corujas.
Corujas de todos os tipos, acompanhadas de casinhas, algumas outras aves e cobras, carrancas, namoradeiras e caboclos, além de uma pimenteira, para afastar o mau-olhado.
As corujas imperam e a elas fazem companhia o jaburu a algumas galinhas. Coadjuvantes. A cena é das aves de enormes olhos e conhecidas pela sabedoria. 
Apenas sabedoria? 
Já ouvi que uma coruja de olhos vermelhos, ganha, é um talismã contra larápios. 
Coleção para o encanto de filhos, netos ou apenas pelo prazer de saber que os encantadores objetos estão ali, velando pela entrada da residência?
Quem sabe?
O certo é que parei, registrei e publico agora as fotografias dos trabalhos tão delicados de tal amante de corujas.
Bem-vindo ao blog!
 No alto, a corujinha tudo observa. 

Totens, no canto superior direito, e o jaburu, na prateleira ao lado.
   
 Galinhas de pano e a coruja feita de mosaico. Uma graça!

 Detalhe para o rabo e os olhos desta coruja original.



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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

Inclusão em projetos beneficia alunos com deficiência da rede municipal de Itanhaém

No cronograma estão aulas de violão, canto, coral, balé, dança de rua, judô, futebol, vôlei, artesanato, entre outros
Atividades esportivas, culturais e pedagógicas contribuem para a socialização de crianças com deficiência nos projetos educacionais do Programa Tempo Todo. Na programação elaborada para alunos após o período de aula do ensino regular, o lema é promover um ambiente de interação, atrelando diversão aos estudos. As ações são promovidas de segunda a sexta em unidades nas regiões do Suarão, Oásis, Coronel, Belas Artes, Guapiranga e Centro.
Um dos exemplos é o aluno Matheus Morato de Carvalho, que tem Síndrome de Down e estuda o 3º ano na E.M. Maria Graciette Dias. Desde quando iniciou as atividades no projeto, o menino tem apresentado resultados surpreendentes. “Antes ele era mais inibido, agora não quer sair desta unidade”. O relato é do coordenador Marco Antônio Paixão, do projeto educacional Franklin Fray Martins, no Guapiranga.
“Nosso objetivo é promover ações que saiam do convencional da escola. As crianças gostam das dinâmicas ofertadas todos os dias. E Matheus, que está com a gente há um ano, me surpreende dia a dia, pois participa de tudo. A inclusão prepara o estudante para a convivência com os demais alunos”, explica Marco Antônio.
Futebol, judô, educação física, além de atividades recreativas e pedagógicas integram a rotina do garoto que não falta a nenhuma aula. Elas refletem no desempenho do estudante na escola e em casa. Segundo a mãe de Matheus, Reneci Morato Pereira, 49 anos, o menino está mais calmo. “Antes ele dependia de mim para tudo, agora está mais tranquilo e independente”.
No projeto ‘Lugar ao Sol’, que tem atendimento especializado a pessoas com deficiência, jovens participam de uma programação desenvolvida nos períodos da manhã e a tarde e comprovam que é possível promover a inclusão. A dona de casa, Glaucinei Roque dos Santos da Costa, 40 anos, conhece bem as atividades realizadas na unidade. “Meu filho é deficiente intelectual. O que ele mais gosta são as aulas de artesanato e quando joga bocha”, destaca a mãe de Lucas Roque da Costa, 14 anos.
Mais de 600 crianças de 6 a 14 anos, matriculadas no ensino regular do Municípioparticipam diariamente dos projetos ‘Flores da Mata’, ‘Casa da Criança’, ‘Cambucá’ e ‘Lugar ao Sol’, 'WagnerJosé Roncada' e ‘Franklin Fray Martins’ do Programa Tempo Todo.
No cronograma estão aulas de violão, canto, coral, balé, dança de rua, judô, futebol, vôlei, artesanato, trabalhos sobre conscientização ambiental e dinâmica de incentivo à leitura. Os estudantes também têm aulas de ciências, artes e educação física.

Fonte: Comunicação Social de Itanhaém

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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

Aparição da Virgem de Anchieta será encenada neste final de semana

Em sua sexta edição, o espetáculo teatral ‘Aparição da Virgem ao beato Anchieta’ será encenado neste final de semana, no sábado (22) e no domingo (23), a partir das 21 horas, na Cama de Anchieta, na Praia do Sonho. Haverá ainda mais duas apresentações, nos dias 1º e 2 de março. A entrada é gratuita.
A primeira ação da encenação estava programada para ser realizada no último final de semana (15 e 16). Mas foi adiada em função das fortes chuvas que caíram na Cidade no período.
O espetáculo envolve história, arte e fé. E é encenado em um dos mais belos cartões postais da região: a Cama de Anchieta. A peça mostra a passagem do padre jesuíta pelo Litoral Paulista, apresenta seus versos, sua relação com Itanhaém e o seu encontro com a Virgem Santíssima.
A novidade desta edição será o projeto Anchieta Vivo, onde atores farão uma ação cênica trajados com vestimentas idênticas as dos jesuítas e declamarão trechos do ‘Poema a Virgem’, além de contar episódios da vida do Beato no Brasil. Esta ação ocorrerá também na Cama de Anchieta, mas em outro horário: a partir das 14 horas.
PACIFICADOR – José de Anchieta nasceu em 1534, nas Ilhas Canárias, na Espanha. Chegou ao Brasil, em Salvador, no dia 13 de junho de 1554. Ficou conhecido como amigo dos índios, andarilho, professor, enfermeiro, construtor de capelas e pacificador, por ter evitado inúmeras mortes durante a Revolução dos Tamoios, que uniu índios e franceses contra os portugueses, ao se oferecer como refém em 14 de setembro de 1563.
Tornou-se famoso também pelos poemas que escrevia nas areias das praias, sendo o mais conhecido o “Bem aventurada Virgem Mãe de Deus, Maria”, por seus 5.786 versos. Levado pelo mar, o poema ficou devidamente guardado na memória do padre, que morreu em 1598, aos 64 anos, no Espírito Santo. Em 1980 foi beatificado pelo Papa João Paulo II e o processo de canonização está em andamento no Vaticano.
O evento Aparição da Virgem ao beato Anchieta foi viabilizado por meio de uma parceria entre a Prefeitura de Itanhaém e a Secretaria Estadual de Turismo. A entrada é gratuita.

Fonte: Comunicação Social de Itanhaém

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VIAJAR SEM SAIR DO LUGAR? QUEM SABE VOCÊ SE APAIXONA. DECORAÇÃO, GENTE SIMPÁTICA, HISTÓRIA DE VIDA E LAZER.

Com mais uma pequena reforma na casa, optamos mais uma vez por passar o dia (e a noite) em uma pousada local. 
Desta vez, a escolhida foi a Pousada Vesúvio: aberta ao mar, com piscina, ar condicionado e bela decoração (e, claro, idéias, muitas idéias). Os empregados, prestativos, educados e interessantes; os pratos, saborosos. 
A recepcionista, há um ano e meio morava (e trabalhava) em São Paulo.
Em uma visita às cidades de Itanhaém e Peruíbe, apaixonou-se. Convenceu seu empregador de sua necessidade de outros ares e rumou, com o filho, para a nova cidade. Apenas amparada pelo seguro desemprego e o que amealhou com o desligamento, alugou uma casinha, em lugar escolhido a dedo, cercado de verde e com uma cachoeira a um quilômetro de distância. Suas mais longas e deliciosas férias!
Pode criar seu rebento com segurança, em contato com a natureza. Sem grades ou os cuidados típicos das grandes cidades.
Cidades do interior com praia, cachoeiras e verde, muito verde.
À saída, o namorado a espera. O retorno ao lar é, também, um lazer. 
Tem, agora, a vida que pediu a Deus!
Voltarei. Para rever o pessoal e saborear novos pratos. E novas histórias.
O detalhe da luminária. 
Arranjo de flores, amarrado com palha.

Detalhe das cadeiras de praia: são revestidas com tela de nylon.
A escada, de madeira, é linda, e completa a decoração. Da varanda, a vista do mar.

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VOCÊ JÁ FISCALIZOU HOJE? FAÇA A SUA PARTE!

Conheça o site Fiscalize Também, da Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU), que disponibiliza diversos vídeos tutoriais com ferramentas gratuitas aos interessados em fiscalizar a aplicação dos#recursospúblicos.

A ideia é despertar no cidadão a consciência de que ele também pode verificar irregularidades, denunciar a gestão administrativa ineficiente e auxiliar o Ministério Público Federal e outras instituições a combater a corrupção no País. 

Acesse o site em http://fiscalizetambem.escola.mpu.mp.br/

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

VIDRO DE PARA-BRISAS EM LUGAR DE PEDRAS. UM JARDIM DIFERENTE.

Uma floreira diferente. 
Em lugar de pedrinhas ou lascas, o vidro de um para-brisas quebrado.
Este vidro não oferece riscos, pois não corta. 
Já vi a utilização em tampos de mesas, como mosaico. Basta um pouco de cola branca e, depois, preencher os espaços vazios com rejunte (colorido ou branco). Fica perfeito. 
Que tal inovar e dar outro sentido àquilo que iria para a lixeira?
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UMA MANCHA NA MATA ATLÂNTICA: DE QUEM É A RESPONSABILIDADE?

Todo aquele que sobe a Rodovia dos Imigrantes se depara com estas imagens, à direita de quem viaja, muito próximas à praia. 
Você já se perguntou a que município pertence?
Se a viagem é feita à noite, verificamos que há luz. Inclusive postes de iluminação. 
Há luz, há água. Há, também, uma estrada. A vilazinha vai crescendo e "comendo o verde". 
É comum favelas serem instaladas nos morros, próximas às nascentes ou à beira de represas, derrubando árvores e acabando com a vegetação nativa. São Bernardo e Diadema são exemplos. Onde antes existiam chácaras, hoje temos barracos.
Casinhas ou barracos colados, mal estruturados, colocam em risco moradores e trazem novas preocupações ao Poder Público. 
Leio o sinal como uma mancha crescente, a pedir socorro. Quem ouve?
Quando estiver realmente grande, pressionarão os ocupantes pela instalação de uma rede de esgotos, escolas, hospitais.
A área é, como se adivinha, pública. 
E amanhã, quando a terra encharcada colocar os moradores em risco, quando iniciarem os desabamentos, perguntaremos: "Por que deixaram que se instalassem ali?"
Porque ninguém ouviu o clamor da terra. Porque somos todos testemunhas mudas, surdas e cegas.




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UM LUSTRE ANTIGO? NÃO. É UM VASO.

A coisa é segundo sua utilidade. 
Sabe aquele lustre velho, que você escondeu no porão? Que tal dar a ele outra função?
Que tal revirar o que não usa mais e dar às coisas uma nova chance, uma nova utilidade?
Menos lixo, maior preservação e uma nova cara à decoração de sua casa.
Este vaso acondiciona um pé de hortelã. 
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Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

VASOS INOVADORES: CONCHAS E CIMENTCOLA

 A imagem fala por si: diferente, original. E requer apenas conchas. Que tal?

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Projeto orienta pescadores sobre captura acidental de espécies marinhas

PRESERVAÇÃO – Em caso de capturas acidentais, a população pode entrar em contato com o órgão por meio dos telefones (13) 99603-0986 e 99601-2570

Golfinhos e tartarugas marinhas são animais que habitam em águas costeiras e não é raro ver alguns destes seres marinhos no Litoral Paulista. Porém, eles estão sendo alvo da captura acidental, ou seja, aparecem nas redes mesmo não sendo o objetivo da pescaria.
Ocorre que muitos pescadores sabendo que estes animais são protegidos no Brasil, e sua pesca é proibida, dificilmente informam a algum órgão ambiental o fato de golfinhos e tartarugas terem ficado presos em suas redes e aí estes animais acabam morrendo quando poderiam ter sido salvos.
O Projeto Pescador Amigo/Biopesca realiza este trabalho de conscientização desde o ano passado nas comunidades pesqueiras em Itanhaém e também em outras cidades do litoral: Peruíbe, Mongaguá, Praia Grande, São Vicente, Santos, Guarujá, Bertioga e ao sul de São Sebastião.
O projeto tem como objetivo ampliar o conhecimento do impacto destas capturas acidentais e sensibilizar pescadores sobre a pesca responsável. Portanto, em caso de capturas acidentais, a população pode entrar em contato com o órgão por meio dos telefones (13) 99603-0986 e 99601-2570.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social

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Pessoas com deficiência participam de evento com cadeiras anfíbias nesta quinta-feira (20)

Nesta quinta-feira (20), das 9 às 13 horas, pessoas com deficiência puderam participar de um evento que teve como objetivo divulgar o Programa Praia Acessível, do Governo do Estado. O programa disponibiliza cadeiras anfíbias que os ajuda a entrar na água do mar. O evento acontecerá em frente à Colônia de Cabos e Soldados da Polícia Militar, no Satélite.
O intuito foi mostrar à população o uso das cadeiras, que agora tiveram seu prazo estendido e ficarão à disposição até o fim de 2014. O Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Edson Santos, enfatizou sobre a importância dada por quem as usa. “Queremos saber se as pessoas que usam a cadeira anfíbia aprovam o projeto, o que elas acham”, ressalta.
No evento houve monitores e guarda-vidas para dar apoio aos presentes. Tendas também fizeram parte da organização. O evento é uma organização do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
PRAIA ACESSÍVEL – O programa chegou a Itanhaém no começo de 2012, trazendo a possibilidade das pessoas com deficiência irem ao mar. As cadeiras, que são feitas de alumínio com pneu especial que flutua e não afunda na areia, foram projetadas pela Secretaria Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Para utilizar as cadeiras, é necessário apresentar os documentos do usuário e acompanhante, além de preencher um Termo de Responsabilidade.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social de Itanhaém

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Itanhaém arrecada doações para vítimas das chuvas no Vale do Ribeira

O Fundo Social de Solidariedade de Itanhaém e a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social estão arrecadando materiais para as cidades devastadas pelas chuvas no Vale do Ribeira: Juquiá e Miracatu. A população poderá doar materiais de higiene (fraldas descartáveis, sabonete, pasta de dentes, papel higiênico); leite em pó, produtos de limpeza e água.
As doações poderão ser encaminhadas na Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social, que fica na Rua Oscar Simões de Carvalho, 30, Cidade Anchieta. Vale ressaltar que não é necessária a doação de roupas.
ITAÓCA – A Prefeitura de Itanhaém realizou uma campanha de arrecadação, por meio do Fundo Social de Solidariedade e Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, e os munícipes se solidarizaram com uma grande quantidade de doações à cidade de Itaóca, que foi prejudicada com a ação das chuvas no mês de janeiro.
No final daquele mês um caminhão levou mais de 5 mil itens arrecadados às vítimas. Foram 913 litros de água mineral, 496 unidades de papel higiênico, 112 quilos de arroz, 96 litros de leite, roupas e calçados. Os itens são considerados os mais urgentes e principais em casos de doação.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social de Itanhaém

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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

DIGA NÃO AO DESPERDÍCIO – ECONOMIZE ÁGUA. SABESP REDUZ 30% NA TARIFA DE QUEM ECONOMIZAR

O Sistema Cantareira, principal fonte de abastecimento da Grande São Paulo, enfrenta uma das piores estiagens dos últimos anos. Os níveis dos reservatórios estão baixos e exigem a colaboração das pessoas no uso racional da água.
        Por esta razão, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) lançou a campanha “Eu sou guardião das águas – eu não desperdiço”, com cartaz e dicas para auxiliar na orientação de clientes em casas, prédios, escolas, estabelecimentos comerciais e, claro, nos fóruns (clique aqui para visualizar o cartaz).
        O Tribunal de Justiça de São Paulo apoia a racionalização do uso de água. Comunicado da Presidência, publicado no Diário da Justiça Eletrônico (DJE) de sexta-feira (7), solicita que magistrados e servidores – em especial os administradores prediais – adotem medidas visando a reduzir o consumo em prol da sustentabilidade.
        A Sabesp também lançou um programa de incentivo à redução do uso de água. Os clientes que diminuírem em 20% o consumo serão bonificados com redução de 30% na tarifa. O programa é aplicado somente aos clientes atendidos pelo Sistema Cantareira. Consulte na conta qual sistema abastece seu imóvel. A base do cálculo será a média de consumo no período de fevereiro de 2013 a janeiro de 2014.
        Mais informações em www.sabesp.com.br ou pelos telefones 195 e 0800-011-9911.

        Com informações da Sabesp

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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

RESERVATÓRIOS SECOS TRAZEM PREOCUPAÇÃO COM O INVERNO. HÁ RISCO DE APAGÕES E RACIONAMENTO.





Se no verão - a estação mais chuvosa do ano - os reservatórios quase secaram. O que esperar para o inverno?
O Brasil, país de dimensões continentais, é abastecido por extensa hidrografia. Por conta de nossas reservas, inclusive as subterrâneas (o Aquífero Guarani, é uma das maiores reservas do mundo) mantemos a cultura do desperdício: esbanjamos água em banhos demorados, lavagem de calçadas e torneiras abertas.
Impermeabilizamos o solo (cimento, asfalto e piso cerâmico) para nossa maior comodidade e esquecemos  que a "maior comodidade" não é o uso de ventiladores e aparelhos de ar condicionado, mas a disponibilidade dos recursos. 
O uso indiscriminado da água, associado à seca e às elevadas temperaturas pode ter consequências alarmantes. Se no verão o nível das represas que abastecem residências, indústrias e a lavoura está baixo, o que esperar para o inverno, estação tipicamente seca?
Existe o risco iminente de um apagão. 
O problema não existiria se nossa cultura fosse outra. Mas, não: nosso solo não respira e cultuamos censurável desperdício de energia elétrica, de água, de alimentos.
O governo pactua com tal cultura, ao fornecer à camada mais pobre da sociedade tarifas reduzidas de água e luz (tarifa social). Basta, em São Paulo, morar na favela, pois o benefício não é vinculado ao controle dos gastos.
Fornecedores como Eletropaulo, CPFL, Bandeirante Energia, Sabesp, Bandeirante Energia, Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema, Companhia Paulista de Energia Elétrica, Companhia Sul Paulista de Energia, Companhia Piratininga de Força e Luz, Companhia Jaguari de Energia, Companhia Luz e Força de Mococa exigem, apenas, que se preencha um requerimento.
Significa que os beneficiados podem deixar torneiras e luzes acessas durante o dia inteiro, sem pagar mais por isso. Justo? Vemos agora.
A crítica não engloba apenas o Poder Público, mas a todos nós. 
O exaurimento dos recursos hídricos não está apenas vinculado ao desperdício, mas também e especialmente à desertificação das cidades. O ar, aquecido, impede que as nuvens, que vêm do sul, atinjam a região.
Consequência prevista, pois o efeito estufa não é novidade.
Novidade é sentir na pele as consequências de nossos atos e cobrar das autoridades providências para que sejamos abastecidos. Sem chuvas? Como?
O mal é sentido no mundo inteiro e vem se alastrando nos últimos anos. Tivemos um inverno rigoroso e, agora, um verão cáustico e longa estiagem.
Sem verde no solo, a terra não respira. O veículo (ou os veículos) da família são mais importantes do que jardins; as favelas e não contam com áreas verdes, as calçadas, impermeabilizadas, que poderiam abrigar árvores e jardins, estão nuas. Desertificamos a cidade e sofremos as consequências.
A experiência pode ser útil para que acordemos. Para que exijamos o respeito ao meio ambiente, inclusive dos menos favorecidos. Para que reclamemos um pacto social, que se faça valer não apenas nas épocas de crise, mas que passe a fazer parte de nossa cultura. 
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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

OPERAÇÃO QUEBRA CALÇADAS: TÁ QUENTE? A CULPA É NOSSA!
Por Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

A coisa está feia e as previsões não indicam dias melhores. É preciso reverter o quadro que criamos: ruas e estradas, prédios, favelas, abrigos para automóveis.
Os jardins, praças, lagoas, mato e mata perderam a vez. Em seu lugar, cimento, tijolos e asfalto.
As chuvas? Estão nas nuvens que não conseguem atravessar a massa de ar quente. Quente-quase-fervendo, de fritar ovo no asfalto.
Mesmo que seja pequeno o espaço disponível, vale a pena cada um aproveitar o que puder de sua calçada para plantar grama, árvores, flores, o que der na cabeça, para permeabilizar o solo e amenizar o clima. É necessário que a terra respire, produza, viva.
É pouco? 
É.
Que tal: "Vizinho, vamos fazer um canteirinho na sua calçada, também? Eu ajudo."
E para o outro vizinho, até que nossas ruas estejam repletas de árvores e flores e verde e... frescor.
Se a calçada é larga, maior o jardim-pomar-gramado; se estreita, vale o exemplo da fotografia.
Um passo de cada vez para, quem sabe, dar a nossos filhos a qualidade de vida que sonhamos. Para daqui a alguns anos podermos usufruir do que plantarmos.
A água vai faltar. 
A solução é estocar?
Se a água falta, a energia também vai falhar.
Daí, nada de geladeira, de ventilador e ar condicionado. Nem de computador.

São Paulo está quente. Muito quente. 
Com o nível dos reservatórios reduzido, o alarme está prestes a soar.


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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Apenas 1% dos mais ricos detém 40% dos bens globais, alerta relatório da ONU

A metade mais pobre da população, em contrapartida, detém apenas 1% dos bens. Relatório do PNUD, que pede adoção de padrões de crescimento inclusivo, aponta que desigualdade de renda aumentou entre 1990 e 2010, elogiando o Brasil pelo aumento sucessivo do salário mínimo.
Foto: moradores de rua do Distrito Federal. Foto: RBC.
A redução sustentada da desigualdade requer uma mudança para padrões de crescimento mais inclusivos – apoiados por políticas redistributivas e mudanças nas normas sociais – afirma o relatório lançado nesta quarta-feira (29) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
O 1% mais rico da população mundial detém cerca de 40% dos bens globais, enquanto a metade mais pobre é dona de apenas 1%. O relatório – intitulado “Humanidade dividida: Confrontando a desigualdade nos países em desenvolvimento” – mostra que, se não for controlada, a desigualdade pode minar as bases para o desenvolvimento e para a paz social e doméstica.
“As desigualdades nos níveis atuais são injustas e, como demonstrado neste relatório, elas também podem impedir o progresso humano”, disse a administradora do PNUD, Helen Clark. “O relatório explora as causas e consequências das desigualdades que nos dividem – dentro e entre países – e argumenta que não há nada inevitável sobre a desigualdade crescente.”
O estudo mostra que a desigualdade de renda aumentou em 11% nos países em desenvolvimento entre 1990 e 2010.
Uma maioria significativa das famílias nos países em desenvolvimento – mais de 75% da população – vivem atualmente em sociedades onde a renda é mais desigualmente distribuída do que era na década de 1990.
Brasil é elogiado por aumento real do salário mínimo
O estudo destaca que a crescente desigualdade não parece ser um resultado inevitável do crescimento. Apesar de um crescimento contínuo na década de 2000, alguns países foram capazes de reverter a mudança na desigualdade, com uma queda na desigualdade de renda.
Na Argentina e no Brasil, o índice de Gini – que mede a concentração de renda – caiu substancialmente 46,5 para 38,8 e 54,2 para 45,9, respectivamente, enquanto na Bolívia e no México de 46,5 para 42,5 e 53,2 para 48,2, respectivamente.
O efeito do salário mínimo sobre a desigualdade no Brasil é um outro exemplo considerado interessante pela ONU. Entre 2003 e 2010, o salário mínimo real aumentou 80% no Brasil.
Um estudo que analisou a desigualdade de renda entre 1995 e 2009 descobriu que dois terços dessa redução foi devido a melhorias nos ganhos no mercado de trabalho, enquanto que um terço foi devido a transferências de dinheiro.
Aumentos do salário mínimo foram, segundo as Nações Unidas, os responsáveis por um quarto do efeito no mercado de trabalho e, por extensão, por 16% da redução total da desigualdade.
Esse aumento no salário mínimo também pode ter outras externalidades positivas. Segundo o estudo, há evidências de que, servindo como um ponto de referência para as negociações salariais individuais, o salário mínimo pode ajudar a aumentar inclusive a renda dos trabalhadores informais.
Os controles de capital e outras medidas mais amplas também se tornaram mais populares nos últimos anos. Brasil, Indonésia, Coreia do Sul e Tailândia, por exemplo, introduziram medidas defensivas contra os fluxos de capital, reduzindo a fragilidade financeira, o risco cambial e as pressões especulativas.
O documento ainda vê como “especialmente importante” a criação de espaços políticos para a redução da desigualdade, “mecanismos que garantam a participação da sociedade civil nos debates políticos sobre os planos nacionais de desenvolvimento e na definição das prioridades do orçamento”.
Em particular, mais de 20 anos após a primeira experiência em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, o chamado ‘orçamento participativo’ continua a ser uma experiência “extremamente vital” – diz a publicação – e com “um grande potencial para oferecer opções orçamentárias de redução de desigualdade”.
Alta e persistente desigualdade vai além da renda
Apesar da queda geral nas taxas de mortalidade materna na maioria dos países em desenvolvimento, as mulheres nas áreas rurais ainda têm até três vezes mais probabilidades de morrer durante o parto do que as mulheres que vivem em centros urbanos.
As mulheres também estão participando mais na força de trabalho, mas permanecem desproporcionalmente representadas no emprego vulnerável e sub-representadas entre os decisores políticos, continuando a ganhar muito menos do que os homens.
Evidências de países em desenvolvimento mostram que, em algumas regiões, crianças mais pobres têm até três vezes mais probabilidade de morrer antes do quinto aniversário do que crianças mais ricas.
A proteção social foi estendida, mas as pessoas com deficiência são até cinco vezes mais propensas do que a média a terem despesas de saúde catastróficas.
A alta desigualdade prejudica o desenvolvimento impedindo o progresso econômico, enfraquecendo a vida democrática e ameaçando a coesão social.
Apesar da redistribuição continuar muito importante para a redução da desigualdade, uma mudança é necessária para um padrão de crescimento mais inclusivo, que aumenta os rendimentos das famílias pobres e de baixa renda mais rápido do que a média, a fim de reduzir de forma sustentável a desigualdade.
Em uma conversa global sem precedentes facilitada pelas Nações Unidas, que envolveu quase 2 milhões de pessoas em todo o mundo, constatou-se que as pessoas estão exigindo uma voz nas decisões que afetam suas vidas.
As pessoas estão indignadas, indicou a pesquisa, com a injustiça que sentem por causa do aumento das desigualdades e inseguranças que existem, especialmente para as pessoas mais pobres e marginalizadas.
O relatório analisa as tendências globais da desigualdade, identificando as suas causas e extensões, o seu impacto e os meios pelos quais eles podem ser reduzidos.
Após ilustrar os resultados de uma investigação do ponto de vista dos formuladores de política sobre a desigualdade, o relatório conclui com um quadro político global abrangente para enfrentar a desigualdade nos países em desenvolvimento.
O relatório – disponível em inglês, com versões resumidas em espanhol, francês, inglês e árabe – pode ser acessado clicando aqui

Fonte: ONU. Blog parceiro cadastrado.

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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

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