PLANTANDO DÁ, SIM

RECICLAR É PRECISO

RECICLAR É PRECISO
RECICLAR É PRECISO. O MAIS, SERÁ PRECISO? Viver com alegria é viver em paz e harmonia. É olhar com a alma, observar com o coração, agir em conformidade com a natureza. Somos tanto mais necessários quanto mais úteis, em equilíbrio com o todo. Somos um; você sou eu e tudo o que o afeta, afeta a mim, também.

VOCÊ ENCONTROU O QUE QUERIA? PESQUISE. Nas guias está a matéria que interessa a você.

TENTE OUTRA VEZ. É só digitar a palavra-chave.

TENTE OUTRA VEZ. É só digitar a palavra-chave.
GUIAS (OU ABAS): 'este blog', 'blogs interessantes', 'só direito', 'anotações', 'anotando e pesquisando', 'mais blogs'.

VAMOS LÁ! CLIQUE PARA SEGUIR!

domingo, 15 de julho de 2012

ONDE ESTÁ A QUINA?


A Quina criança não conhecia regras. Menina-moleque.
- Onde está a Quina?
Não se sabe. Nunca se sabia. Já cedo sumia.
Na colônia haviam cavalos, que montava em pelo.
Se a fome apertava, como se resolvia? Haviam frutas.
Também matava uma galinha, fazia a fogueirinha e comia. Conhece galinha caipira, aquelas mais caipiras ainda, que ciscam no terreiro, nos campos, soltas? Pois é. Corria até vencer a ave pelo cansaço ou pela esperteza de tantas tentativas - erros e acertos.
Podia também pescar. Sem vara, sem anzol. Tudo improvisado.
A pequena Quina se virava para comer, para brincar, independente, solta.
Os espaços na natureza também foram feitos para pensar. E a Quina pensava, admirava e sonhava. Sonhava em um dia, quando crescesse, pudesse manter sua independência, não precisar do por favor para fazer as coisas, apenas resolver-se a fazê-las e informar.
Onde está a Quina?
A menina aparecia já à tardinha. Haveria sempre de estar suja, despenteada e corada.
Menina-loira-quase-índia-quase-bicho. Independente.


Maria Joaquina Bargas Perez nasceu em 1906. Filha de espanhóis, nasceu em São João da Boa Vista, no Interior de São Paulo.
Casou-se na colônia com meu avô, Juan Antonio Perez, seu primo.
Soube por terceiros que viveram à época que as mulheres, no grupo, não poderiam sequer olhar ou cumprimentar quem não fizessem parte dele (seriam arrastadas pelos cabelos). 
Com o casamento, veio para São Paulo. Dedicou sua vida ao trabalho, à família, às pessoas que necessitassem de apoio.
Livre, independente, autêntica. Minha avó. Meu exemplo de vida.
Postar um comentário

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

ARQUIVO DO BLOG