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RECICLAR É PRECISO

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domingo, 2 de dezembro de 2012

DESCARTE DE RESÍDUOS TECNOLÓGICOS


Ontem (sábado) à tarde assisti a uma reportagem sobre o descarte de resíduos tecnológicos em Gana, na África. São milhões de toneladas de resíduos despejadas a cada ano, em lixões a céu aberto. 

As nações desenvolvidas, em sentido contrário às regulamentações internacionais, enviam o lixo - tóxico - às nações periféricas da África e da Ásia, descaracterizando o descarte como "doação". Do lixo recebido, apenas dez por cento podem ser utilizados (cinco por cento dos produtos funcionam precariamente e os outros cinco por cento podem ser utilizados depois de consertados). 
O povo, sem qualquer proteção (luvas, calçados, máscara etc.), garimpa nos entulhos (de propriedade privada, a quem devem uma taxa sobre o material retirado), à procura de ouro, prata e outros metais, expondo-se à contaminação.
Isso porque os países receptores não contam com...
qualquer infra-estrutura para gerir os resíduos, que incluem metais pesados como níquel, chumbo ou cádmio, que podem gerar graves problemas de saúde. 
Ao final da matéria, a jornalista (loira, de cabelos lisos e bem maquiada) pronunciou-se, em um comentário infeliz: "Que ótima notícia! Esse povo pode sobreviver à custa dos lixões!"
Ela assistiu a matéria? Se assistiu, entendeu a mensagem? 
A resposta é, certamente, não.
Somos brasileiros, criativos, e essa notícia pode trazer algo de bom. Quanto de um computador pode ser reaproveitado? Temos experiência e tecnologia em reciclagem (plástico, alumínio, pneus, material de construção, vidro, papel e outras matérias primas), o que não existe nas nações receptoras.
O Brasil é grande consumidor de eletrônicos. Por consequência, é - e será cada vez mais - grande produtor de lixo eletrônico. 
De que materiais é feito um computador? O que fazer com os resíduos? São passíveis de reciclagem? Qual o processo? Como captar os materiais? Temos, já, a destinação adequada ao nosso lixo? Nós o enviaremos às nações menos favorecidas, ao lixão da periferia ou encararemos esta como mais uma fonte de riqueza e oportunidades?

Maria da Glória Perez Delgado Sanches

Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

Conheça mais. Faça uma visita aos blogs disponíveis no perfil: artigos e anotações sobre questões de Direito, português, poemas e crônicas ("causos"): http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567
Esteja à vontade para perguntar, comentar, questionar ou criticar. Acompanhe.Terei muito prazer em recebê-lo.
Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great weekend!
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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