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terça-feira, 27 de agosto de 2013

UNESCO pede mais esforços para ampliar conscientização sobre História do tráfico de escravos


Ilha de Gorée, Senegal, maior centro do tráfico de escravos entre os séculos 15 e 19. Foto: UNESCO/Dominique Roger
Marcando o aniversário da primeira revolta de escravos bem-sucedida no Ocidente, a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, disse nesta sexta-feira (23) que contar a história do tráfico de escravos é crucial para prestar homenagem aos combatentes da liberdade e “honrar suas contribuições para a afirmação dos direitos humanos”.
Devemos ensinar os nomes dos heróis dessa história, porque eles são os heróis de toda a humanidade”, disse Bokova em mensagem para o
 Dia Internacional para Relembrar o Tráfico de Escravos e sua Abolição, que é comemorado anualmente em 23 de agosto – data da revolução haitiana liderada pelos escravos em 1791.
O significado e as implicações desta história devem ser conhecidos por todos e ensinados dentro e fora das escolas, por meio da mídia e na arena pública, afirmou Bokova. “Que isso seja uma fonte de respeito e um chamamento universal em prol da liberdade para as futuras gerações”, acrescentando que, por meio de suas lutas, seu desejo de dignidade e liberdade, os escravos contribuíram para a universalidade dos direitos humanos.
A UNESCO tem desempenhado um papel de liderança na promoção da compreensão e do reconhecimento do tráfico de escravos. Desde a criação do projeto “A Rota do Escravo” em 1994, a agência tem trabalhado para revelar a extensão e as consequências do tráfico e retratar a riqueza das tradições culturais africanas.
Por meio de debates e conversas, o projeto espera criar entendimento mútuo, reconciliação internacional, estabilidade e aumentar a conscientização sobre o assunto.
Os esforços do projeto contribuirão para a Década Internacional dos Povos Afrodescendentes, que começou este ano e pretende impulsionar compromissos políticos em favor de pessoas com ascendência africana.
“O tráfico de escravos não é apenas algo do passado: é nossa história e tem moldado a face de muitas sociedades modernas, criando laços indissolúveis entre povos e continentes, e transformando, de forma irreversível, o destino, a economia e a cultura das nações”, observou Bokova, afirmando que os heróis do passado também servem de exemplo para dar continuidade à luta pelo fim do preconceito racial e das novas formas de escravidão.
No início deste ano, a ONU honrou a memória de aproximadamente 15 milhões de vítimas inocentes que sofreram ao longo de quatro séculos como resultado do tráfico transatlântico de escravos, destacando a situação dos 21 milhões que, de acordo com estimativas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ainda sofrem a brutalidade da escravidão moderna.
Fonte: ONU. Blog parceiro cadastrado.
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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

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