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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Agricultores precisam de ajuda para retomar subsistência, diz brasileira chefe da ONU nas Filipinas

Foto: ACNUR/R Rocamora
À medida que se descobre o impacto do tufão Hayan nas Filipinas, as necessidades das comunidades afetadas vão se tornando mais evidentes. Famílias que perderam suas casas e meios de subsistência vão precisar de assistência contínua para ajudá-las a suprir suas necessidades diárias.
“Fornecer abrigo e reconstruir vidas é uma prioridade urgente”, afirma a brasileira Luiza Carvalho, coordenadora residente e humanitária da ONU no país. “Há muitas necessidades na sequência do tufão e precisamos de suporte para sermos capazes de colocar as pessoas de volta em seu rumo. Famílias precisam de segurança, abrigo e trabalho para sustentar uma vida decente.”
Comunidades inteiras que dependem da pesca para a sua renda diária perderam barcos e equipamentos. Uma intervenção urgente é necessária, incluindo sementes, fertilizantes e ferramentas para reconstruir a subsistência de agricultores durante e depois da atual temporada de plantio.
“As comunidades agrícolas precisam de assistência para uma colheita bem sucedida”, disse Rodrigue Vinet, um representate da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) no país. “Agricultores também precisam de canais de irrigação limpos, que podem ser alcançados por meio de programas de dinheiro por trabalho.”
Se os agricultores não forem capazes de semear arroz durante esta época de plantio, não terão arroz para colher em março ou abril e isso vai comprometer a segurança alimentar das famílias, assim como a nutrição e a geração de renda.
“Centenas de milhares de famílias perderam tudo. Continuaremos a priorizar suas necessidades conforme entram em um novo ano”, garante Carvalho. “Somos gratos à comunidade internacional, mas precisamos de apoio contínuo nos próximos dias e meses.”
Fonte: ONU. Blog parceiro cadastrado.

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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.



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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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QUEM SOU EU

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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