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sábado, 1 de fevereiro de 2014

O AMOR VENCEU: PARABÉNS, FÉLIX!

Assim como grande parte dos telespectadores, não assisti Amor à Vida desde o início, pois conheci e torne-me fã de Félix a partir de dezembro.
Mateus Solano compôs o personagem de tal forma que se tornaram, ele e Niko, os protagonistas do folhetim. Quem com Mateus contracenou deixou a sensaboria de lado, ganhou brilho e visibilidade.
Acho que coloquei aplique na peruca da Rainha de Sabá!”: foram inúmeras as tiradas sensacionais de Félix. Por conta delas, alguns trechos da novela poderiam ser comparados a um Sai de Baixo, com classe e estilo. 
Retratado como o mais humano e adorável personagem que já acompanhei, Félix, sagaz e inteligente, passou por crises, fez o mal, fez o bem, aos outros e a si mesmo. Não apenas se redimiu de seus erros, mas foi o instrumento para que os demais personagens se realizassem.
O capítulo final primou pelo esmero: a morte trágica de Aline (Vanessa Giácomo), que viveu alimentada pelo ódio; a superação de Linda (Bruna Linzmeyer) e a declaração de Rafael (Rainer Cadete), na exposição de sonho, entre quadros deslumbrantes; a incomum amizade da família moderninha formada por Patrícia (Maria Casadevall), Michel (Caio Castro), Guto (Márcio Garcia) e Silvia (Carol Castro); a fuga feliz de Edith (Bárbara Paz) com Vagner (Felipe Titto), pelas ruas de São Paulo; o anúncio da gravidez de Paloma (Paolla Oliveira) ao marido, ao término da confirmação de seus votos, cercados de casais apaixonados e histórias resolvidas.
A novela marcará como a primeira a exibir um beijo gay. Esperado pelo público e muito comemorado, foi inserido em um contexto familiar, afetuoso e romântico. Por que não exibi-lo, se Félix e Niko, o Carneirinho, formam uma família e se amam? Por que alguns se inflamam a discutir valores, se a homossexualidade não é um princípio, mas uma opção?
A novela consagrou valores, sim, com beijos e declarações: a verdade, o amor e a paciência. A verdade libertou e o amor, associado aos cuidados diários com o pai, César (Antonio Fagundes), prevaleceram sobre o preconceito.
De tudo fica a mensagem de amor e superação, de entrega, que quebra barreiras e preconceitos: “Ainda que eu falasse a língua dos homens e falasse a língua dos anjos sem amor eu nada seria”.
Parabéns, Walcyr Carrasco, Mauro Mendonça Filho e Wolf Maya. Parabéns aos atores e, especial, a Mateus! Félix é único!


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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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QUEM SOU EU

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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