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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

INFORMATIVO Aedes Aegypti: os animais que mais matam seres humanos são os mosquitos

Não são tubarões, cobras, tigres ou leões os animais que mais matam seres humanos no planeta, são os mosquitos. A espécie denominada Aedes Aegypti tem causado grandes problemas relacionados à saúde pública no Brasil. Seu nome, proveniente do grego e latim, já carrega sua má fama: significa “odioso do Egito”, fazendo referência ao país do norte da África de onde é nativo.
É chamado de “vetor” (condutor), pois, quando infectado, pode transmitir diferentes vírus causadores de... (clique em "mais informações" para ler mais)

enfermidades como febre amarela, dengue, chikungunya e febre zika. A picada se dá apenas pela fêmea, que necessita de muita energia para postura de seus ovos.
Provavelmente o mosquito chegou ao Brasil ainda no século XVI, vindo como “passageiro clandestino” nos navios negreiros. Os primeiro relatos oficiais de dengue são do final do século XIX. Dengue, em espanhol, significa “melindre” ou “manha”, em função da prostração (debilidade física) causada pela doença. O termo “dengoso” provém do tratamento jocoso ao qual eram submetidos os escravos afetados pela doença.
Já no início do século XX, a principal preocupação foi a febre amarela, doença que afeta o fígado, causando icterícia e deixando o doente com a coloração amarelada na pele e olhos.
Todavia, por mais incrível que pareça e com a tecnologia existente na época, em 1958 o mosquito foi considerado erradicado do Brasil, mas ressurgiu na década de 70 em função de falhas na vigilância epidemiológica e, desde então, nunca mais ficamos livres do inseto.
Ele foi o responsável, na década de 80, por uma grande epidemia de dengue iniciada no Rio de Janeiro e de outros diversos surtos da doença, que ocorrem até os dias de hoje.
Em 2013, outra doença também transmitida pelo mosquito - a Chikungunya -, foi, pela primeira vez na história, documentada na América. Vinda da África, atingiu milhares de pessoas no Brasil. Sua denominação significa “aqueles que se dobram”, em um dos dialetos tanzanianos, em função das dores provocadas nas articulações. A doença, apesar de pouco letal, é muito limitante.
Já em 2015, surge no Brasil a febre zika. Seu nome se refere à floresta de mesmo nome em Uganda e existem suspeitas de ter chegado aqui durante a copa do mundo de 2014. Inicialmente considerada uma doença pouco agressiva, no final de 2015 este conceito se modificou, pois o Ministério da Saúde confirmou sua relação com o surto de microcefalia (déficit no crescimento cerebral que pode resultar deficiência física e mental) em bebês cujas mães contraíram a doença no início da gestação.
Assim, o Aedes Aegypti se tornou um dos maiores problemas de saúde pública deste País. A conscientização da população sobre o seu importante papel de eliminar locais nos quais o Aedes Aegypti possa se reproduzir, segundo o Ministério da Saúde, é a principal ação contra o mosquito, mesmo porque o uso de repelentes e utilização de roupas para essa finalidade são medidas que podem não proteger completamente o indivíduo.
Foto: James Gathany
Fontes: Ministério da Saúde; http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/perguntas-e-respostas-dengue (acesso em 12/01/2015); Aedes aegypti: histórico do controle no Brasil - Epidemiol. Serv. Saúde v.16 n.2, 2007. Chikungunya no Brasil: um desafio emergente - Rev Bras Epidemiol jan-mar 2015; 18(1): 283-5, DonalisioI, M.R. , Ribas Freitas, A.R.
Fonte: SECRETARIA DA ÁREA DA SAÚDE, TJSP

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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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